Irineu Evangelista de Sousa, o Barão de Mauá, não foi apenas um "industrial": ele foi um visionário que tentou modernizar o Brasil na marra, muitas vezes lutando contra a própria máquina estatal e a elite atrasada da época.
Enquanto o país ainda dependia da mão de obra escrava e da agricultura arcaica, Mauá investiu em ferrovias, estaleiros, iluminação a gás e no setor bancário. Ele entendeu, na prática, o peso que o Estado coloca sobre quem tenta inovar.
Hoje, o pensamento do Barão de Mauá deixa muito claro que quem produz, investe e emprega é a iniciativa privada. O papel do governo deve ser garantir segurança jurídica e estabilidade, não tentar ser o protagonista da economia.
O melhor incentivo que um governo pode dar não é subsídio ou crédito barato artificial, mas sim sair da frente e deixar o mercado funcionar.
Mauá sabia que o potencial do Brasil era gigante, desde que as amarras estatais fossem soltas. Quase dois séculos depois, a mensagem continua atual: menos centralização, mais Brasil.
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Fonte: https://www.facebook.com/100079731894575/posts/944857428181978/?rdid=KNYqWy7t1TGUeZLF#

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