A HIPÓCRITA SOBERANIA DEFENDIDA POR LULA

 PARABÉNS, D. TRUMP!

Antes de tudo parabenizo o presidente dos EUA, Donald Trump, pela ESPETACULAR OPERAÇÃO AMERICANA NA VENEZUELA, realizada neste final de semana. Uma prova de que a INTELIGÊNCIA BEM APLICADA é capaz de produzir resultados que superam o PODER MILITAR, como se viu através do MAGNÍFICO trabalho feito pela -DELTA FORCE-, na operação de captura do CASAL TIRÂNICO -Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores. Mais espetacular ainda porque a DUPLA CRIMINOSA não sofreu nenhum arranhão.  



POSTURA

Pois, enquanto os -JUSTOS, INTELIGENTES E SENSATOS- aplaudiram a notável CAPTURA DO TERRORISTA-DITADOR, levando em boa e correta conta o FATO de que a SOBERANIA POPULAR -EXERCIDA POR MEIO DO VOTO DIRETO E SECRETO-GARANTIDO PELA CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988- DEVE SER RESPEITADA; os INJUSTOS, NADA INTELIGENTES E DESPROVIDOS DE SENSATEZ trataram de CONDENAR A OPERAÇÃO AMERICANA NA VENEZUELA. 



SOBERANIA DE LULA

Por óbvio, sem surpreender, o presidente Lula saiu em DEFESA DO TIRANO MADURO dizendo que a ação representa uma afronta gravíssima à SOBERANIA DA VENEZUELA. Ou seja, sem levar em conta o fato de que Maduro é comprovadamente um TERRORISTA, Lula e seus seguidores ainda pregam e juram de pés juntos que o POVO (ELEITOR) NÃO É SOBERANO. Pior: Lula está convencido de que SOBERANIA É ROUBAR A ELEIÇÃO, COMO MOSTRAM CLARAMENTE AS ATAS ELEITORAIS DA VENEZUELA.  Pode? 



NOTA SEM-VERGONHA

A propósito, o pensador Roberto Rachewsky classificou, com sobrada SENSATEZ, que a nota emitida por Lula é uma NOTA SEM-VERGONHA. Eis:


- Defender a soberania de um Estado que viola sistematicamente a SOBERANIA DOS INDIVÍDUOS É UMA CONTRADIÇÃO EM SI. SOBERANIA não é um atributo mágico concedido a territórios, bandeiras ou burocracias. Ela só faz sentido como derivação da liberdade individual. Quando o Estado se transforma no agente central da violação dessas liberdades, ele perde qualquer legitimidade moral para invocar soberania como escudo.



CONTRADIÇÃO LÓGICA

O texto reconhece que a Venezuela vive sob uma DITADURA que suprimiu liberdades, destruiu instituições, empobreceu a população e produziu um êxodo em massa. Ao admitir isso, reconhece implicitamente que a soberania dos venezuelanos foi destruída pelo próprio regime. Ainda assim, afirma que a soberania do país é inviolável “sob qualquer circunstância”. Isso equivale a dizer que a soberania do opressor deve prevalecer sobre a soberania das vítimas. É uma inversão moral evidente.


Há também uma contradição lógica: o texto enumera crimes gravíssimos, mas conclui que esses crimes não autorizam absolutamente nenhuma consequência prática. Se nem a supressão de liberdades, nem a destruição institucional, nem a crise humanitária alteram o princípio da soberania estatal, então a enumeração dessas violações é irrelevante. Trata-se de indignação retórica sem efeito normativo. Denuncia-se tudo para concluir que nada pode ser feito.


A afirmação de que essa posição não implica apoio ou complacência com o regime é falsa no plano prático. Complacência não é uma intenção subjetiva; é um efeito objetivo. Quando se veta, por princípio, qualquer forma de pressão externa contra um regime que oprime sua população, o resultado concreto é a preservação do status quo. A neutralidade declarada funciona, na prática, como proteção indireta do opressor.



PODER DE COERÇÃO

O texto ainda critica governos brasileiros por terem ignorado durante anos a deterioração política, econômica e social da Venezuela, mas defende um princípio que justificaria essa mesma omissão indefinidamente. Condena-se a inação passada enquanto se institucionaliza a inação presente, agora travestida de respeito absoluto à soberania. A crítica perde coerência porque o princípio defendido leva exatamente ao comportamento criticado.


No fundo, o erro central é tratar o Estado como sujeito moral primário e o indivíduo como elemento secundário do discurso. As vítimas aparecem como argumento retórico; o ente protegido é a estrutura estatal que as oprime. Isso subverte completamente qualquer noção séria de liberalismo, direitos humanos ou moralidade política.


SOBERANIA que não protege o indivíduo não é SOBERANIA LEGÍTIMA. É apenas o nome elegante dado ao PODER DE COERÇÃO. Quando se absolutiza esse conceito, o que se está defendendo não é o direito dos povos, mas o direito dos tiranos de continuarem agindo sem interferência.

Pontocritico.com

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