A apresentação de Fabinho Soldado como novo executivo de futebol do Internacional, nesta segunda-feira (5), revelou um detalhe simbólico: a ausência da marca Alfa, principal patrocinadora do clube desde 2025, em todo o material institucional. Nem na camiseta entregue ao dirigente, tampouco no painel eletrônico, o logotipo apareceu — sinal claro do esvaziamento da relação entre clube e empresa.
⚠️ Situação crítica
O Inter deve estrear no Campeonato Gaúcho, no próximo dia 11 contra o Novo Hamburgo, sem a exposição da marca nos uniformes. No Beira-Rio, a avaliação é de que não há mais perspectiva de regularização dos pagamentos, já que os atrasos somam três meses e uma nova parcela vence em 10 de janeiro.
📑 Notificação e rescisão
O clube notificou formalmente a patrocinadora, cobrando os valores em aberto e comunicando o descumprimento contratual. A direção aguarda agora os trâmites para a rescisão do acordo, que prevê multa. Nos bastidores, comenta-se que o valor poderia chegar a R$ 50 milhões, embora não haja confirmação oficial.
🔄 Alfa quer encerrar vínculo
A empresa já manifestou oficialmente o interesse em romper o contrato, firmado por três temporadas. O Inter resistiu à ruptura durante meses, diante da dificuldade de encontrar outro parceiro disposto a investir cifras semelhantes. Com a persistência dos atrasos, porém, a manutenção do vínculo tornou-se inviável.
⚽ Impacto financeiro
A perda do patrocínio representa um forte impacto no planejamento financeiro do clube. O contrato previa cerca de R$ 50 milhões por temporada, além de bônus por desempenho esportivo. Anunciado em 2025 como o maior patrocínio da história do Inter, o acordo foi considerado essencial para o equilíbrio das contas.
🏟️ Cenário semelhante no Grêmio
O impasse não é exclusivo do Beira-Rio. O Grêmio, que também mantinha acordo com a Alfa, já rescindiu o contrato e negocia com outra casa de apostas.
Fonte: Correio do Povo

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