Deputados que votaram contra aumentar penas para estupradores

 


Deputados que não merecem seu voto!

Vídeo de Cris Brasil

Fonte: https://www.facebook.com/share/r/1HUeRvE35E/

Ciclista relata “calorão nas costas” ao ver avião cair em Capão da Canoa

 


Um ciclista que passava a poucos metros do local do acidente em Capão da Canoa relatou ter sentido um forte calor nas costas no momento em que o avião monomotor caiu sobre o restaurante Dom Inácio, nesta sexta-feira (3 de abril de 2026).O designer gráfico Cláudio Machado, de 56 anos, pedalava na rua ao lado do restaurante quando viu a aeronave descendo. “Eu olhei para o lado e vi o avião descendo. Só que continuei pedalando. Quando vi, deu aquele barulhão e senti um calorão nas minhas costas”, contou.Cláudio mora na mesma rua do restaurante, com apenas uma casa de distância. Ele chegou a pensar em parar para ajudar, mas teve medo de uma explosão, já que o local possuía botijões de gás. “Se passasse alguns segundos antes, não sei o que aconteceria”, disse.Outro morador descreve o impacto como “uma bomba”Outro morador que presenciou o acidente foi Roberto Lauro, de 50 anos. Ele estava no pátio de sua casa cortando grama quando viu o avião vindo na direção do aeroporto.“Ele atingiu uns fios que estavam em um poste. No que bateu nos fios, atingiu o restaurante”, relatou, apontando para os fios ainda expostos em frente à sua residência. “Na hora do impacto, foi como se fosse uma bomba. Bateu, explodiu e saiu aquela labareda de fogo”, descreveu.Roberto contou que, imediatamente após o choque, todos os moradores das redondezas saíram correndo. “Nunca vi isso acontecer”, afirmou.O acidente deixou quatro pessoas mortas: os dois ocupantes do avião e duas pessoas que estavam dentro do restaurante. As imagens do momento da queda mostram o ciclista Cláudio Machado passando bem próximo ao ponto de impacto.As testemunhas destacaram o susto e o perigo vivido por quem estava nas imediações no momento da tragédia.

Restaurante atingido por avião em Capão da Canoa estava fechado para reformas; dono fala em “livramento”

 


O restaurante Dom Inácio, em Capão da Canoa, atingido por um avião monomotor nesta sexta-feira (3 de abril de 2026), estava fechado para obras no momento do acidente. Segundo o proprietário, Douglas Roos, se o estabelecimento estivesse aberto, cerca de 60 pessoas estariam no local, o que poderia ter aumentado drasticamente o número de vítimas.“Foi um livramento”, afirmou Douglas Roos, ainda abalado com a tragédia. O restaurante, que ele comandava com a família há um ano e três meses, foi completamente destruído. “Foi perda total, 100%. Nada restou”, disse.A equipe do restaurante estava de férias desde o dia 15 de março, com previsão inicial de retorno no dia 1º de abril. No entanto, há dois dias, devido ao forte calor, Douglas decidiu iniciar uma reforma no salão para instalar ar-condicionado. A reabertura estava prevista para o dia 10 de abril. Por conta do feriado de Páscoa, não havia ninguém no imóvel no momento da queda do avião, registrada por volta das 10h48.O restaurante empregava 15 pessoas, sendo cinco delas familiares de Douglas. No dia a dia, funcionava com buffet de churrasco ao meio-dia e lanches à noite.Douglas Roos relatou que o estabelecimento estava sem seguro desde o dia 16 de março, pois a apólice anterior havia vencido e uma nova estava em processo de contratação, com assinatura prevista para o dia 10 de abril. Ele informou que pretende continuar com o negócio, mas ainda precisa conversar com o proprietário do imóvel, que era alugado.A remoção dos corpos das quatro vítimas do acidente foi concluída cerca de oito horas após a queda. Douglas afirmou estar chocado e ainda calculando os prejuízos, sem conseguir dimensionar completamente a situação do imóvel neste momento.O acidente ocorreu quando o avião caiu sobre o restaurante, localizado na beira da praia.

Em 1967, outro avião caiu na praia de Tramandaí, no Litoral Norte do RS

 


A queda de um avião monomotor em Capão da Canoa nesta sexta-feira (3 de abril de 2026) não foi o primeiro acidente do tipo no Litoral Norte gaúcho. Em 9 de fevereiro de 1967, um avião de turismo caiu na praia de Tramandaí, causando a morte de pelo menos 10 pessoas, entre ocupantes da aeronave e banhistas que estavam na areia.De acordo com a edição do Correio do Povo publicada no dia seguinte ao acidente, testemunhas relataram que o avião voava muito baixo antes de cair. A reportagem da época apontou possível indisciplina do piloto como um dos fatores que contribuíram para a tragédia.O impacto ocorreu próximo à faixa de areia, surpreendendo quem estava na praia. Curiosamente, o horário do acidente foi por volta das 10h30, semelhante ao da queda registrada nesta sexta-feira em Capão da Canoa.Após o acidente de 1967, os feridos foram socorridos e encaminhados a hospitais da região. As autoridades iniciaram imediatamente investigações para apurar as causas do acidente.O caso de Tramandaí ficou marcado como uma das maiores tragédias aéreas ocorridas diretamente em uma praia do Rio Grande do Sul, com vítimas tanto na aeronave quanto entre os frequentadores do local.A foto histórica do acidente, registrada pelo fotógrafo Santos Vidarte, integra o acervo CP Memória.

Sábado com calor e instabilidade no Rio Grande do Sul

 


O tempo no Rio Grande do Sul neste sábado (4 de abril de 2026) será marcado por calor durante o dia e instabilidade à tarde e à noite.O sol deve aparecer entre nuvens na maior parte do estado, mas a chegada de uma frente fria vinda do Uruguai e da Argentina vai mudar as condições em várias regiões. Há previsão de chuva da tarde para a noite em pontos do Oeste, Sul e na área de entorno da Lagoa dos Patos.Nas demais regiões, a chuva deve ser muito isolada, mas não se descarta a possibilidade de temporais localizados.Vento e temperatura
  • Vento Sul moderado a forte deve soprar especialmente no Sul e no Leste gaúcho, acompanhando o avanço do ar mais frio.
  • O dia termina com temperaturas mais amenas no Sul e na Campanha.
Em Porto Alegre, a mínima prevista é de 21°C e a máxima pode alcançar 32°C.A MetSul Meteorologia alerta que, apesar do calor predominante durante o dia, a instabilidade deve aumentar a partir da tarde, com risco de pancadas de chuva e possíveis trovoadas em áreas específicas do estado.