Produtores de azeite de oliva denunciam fraude na classificação de extravirgens
Os azeites de oliva podem ser extravirgens, virgens e até lampante, conforme a classificação físico-química e análise sensorial Em audiência pública nesta quarta-feira na casa da Assembleia Legislativa na Expointer , o Instituto Brasileiro de Olivicultura (Ibraoliva) apresentou denúncias e cobrou medidas do governo federal para combater fraudes na venda de azeites extravirgens no país. "Somos responsáveis por 1% do azeite extravirgem consumido no país e sofremos concorrência predatória e desleal por parte dos players internacionais, que comercializam azeite virgem como se fosse extravirgem", disse o presidente do Ibraoliva, Renato Fernandes. “Não suportamos mais escutar que o nosso azeite é caro. Nosso azeite tem valor”, disse Fernandes. O Ibraoliva representa mais de 500 produtores, que produzem cerca de 700 mil litros anuais de azeite extravirgem. No Rio Grande do Sul, são 341 produtores, com olivais em 6,4 mil hectares, em mais de 100 municípios,...