Adélio disse que Bolsonaro ‘entregaria riquezas ao FMI’ e falou em ‘complô maçônico’

Em sua avaliação psiquiátrica, Adélio Bispo de Oliveira disse que tentou assassinar Jair Bolsonaro porque, se eleito, ele “entregaria nossas riquezas ao FMI, aos maçons e à Máfia italiana”, informa o Estadão.

Para o esfaqueador do então candidato, seriam mortos “os pobres, pretos, índios, quilombolas, homossexuais, só ficando os ricos maçons dominando as riquezas do Brasil”.

As declarações constam da decisão do juiz federal Bruno Savino, que julgou Adélio inimputável por sofrer de transtorno delirante persistente.

O agressor de Bolsonaro, que está preso em Campo Grande, também disse que, quando sair da prisão, vai “cumprir sua missão de matar Bolsonaro e Michel Temer, que também participaria do complô maçônico para conquistar as riquezas do Brasil”.


O Antagonista

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