Mãe de Deus pede doadores de sangue de qualquer tipo

Banco de Sangue fica localizado na rua José de Alencar

Banco de Sangue fica localizado na rua José de Alencar | Foto: Divulgação / CP

Banco de Sangue fica localizado na rua José de Alencar | Foto: Divulgação / CP

O banco de sangue do Hospital Mãe de Deus, em Porto Alegre, registra estoque muito baixo e precisa, com urgência, de doadores de sangue de qualquer tipo. Cada doação é um ato solidário que pode salvar até quatro vidas, salienta o Mãe de Deus.

Para doar, basta estar em bom estado de saúde, ter entre 16 e 69 anos, pesar 50 quilos ou mais e apresentar documento com foto e assinatura. O banco de sangue fica localizado na rua José de Alencar, número 286, no bairro Menino Deus. A entrada é pelo acesso 2, no 3º andar. As doações podem ser realizadas de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h30min, e aos sábados, das 8h às 12h. Dúvidas podem ser sanadas pelo telefone (51) 3230-2309.


Rádio Guaíba e Correio do Povo


Trump confirma encontro com Kim Jong-Un no dia 12 de junho em Cingapura

Anúncio foi feito depois que Pyongyang libertou três cidadãos americanos

Donald Trump confirma que encontro com Kim Jong-Un será em Cingapura | Foto: Saul Loeb / AFP / CP

Donald Trump confirma que encontro com Kim Jong-Un será em Cingapura | Foto: Saul Loeb / AFP / CP

A esperada cúpula entre Donald Trump e o líder norte-coreano, Kim Jong Un, será em 12 de junho, em Singapura, anunciou nesta quinta-feira o presidente americano no Twitter. "Vamos fazer com que seja um momento especial para a paz mundial!", ressaltou Trump em sua mensagem.

O anúncio é feito depois que Pyongyang libertou três cidadãos americanos que estavam detidos na Coreia do Norte. Trump e sua esposa Melania receberam na madrugada desta quinta-feira os três americanos libertados por Pyongyang, uma imagem carregada de simbolismo nas semanas prévias a seu encontro com Kim Jong-un.

Pouco antes das 3h locais (4h em Brasília), o presidente e a primeira-dama subiram a bordo do avião, no qual os três homens acabavam de chegar à base aérea de Andrews, perto de Washington. O avião do secretário de Estado, Mike Pompeo, que realizou sua segunda viagem à capital norte-coreana em poucas semanas, havia pousado minutos antes.

"Queremos expressar nossa profunda gratidão para com o governo dos Estados Unidos, o presidente Trump, o secretário Pompeo e o povo americano por nos trazerem de volta para casa", afirmaram os três ex-detentos em um comunicado transmitido pelo Departamento de Estado enquanto viajavam para Washington. "Damos graças a Deus e a todas as famílias e amigos que rezaram por nós e por nosso retorno. Que Deus abençoe os Estados Unidos, a melhor nação do mundo", acrescentaram.

Dois dos libertados, o especialista agrícola Kim Hak-song e o ex-professor Tony Kim, foram detidos em 2017, enquanto Kim Dong-chul, um empresário americano nascido na Coreia do Sul e pastor, havia sido sentenciado a dez anos de trabalhos forçados em 2016. Ao serem questionados em seu desembarque sobre como haviam sido tratados na Coreia do Norte, Kim Dong-chul respondeu, com a ajuda de um intérprete: "Nós fomos tratados de maneiras muito diferentes. No meu caso, fiz muitos trabalhos forçados. Mas quando fiquei doente, me atenderam".

Pyongyang concedeu uma "anistia" aos três, afirmou um funcionário americano. "Estava subentendido que poderíamos obter a libertação destas três pessoas estupendas personas durante a reunião e trazê-las de volta para casa após a reunião", disse Trump sobre o encontro que terá em breve com Kim. "Foi lindo da parte deles liberá-los antes do encontro. Francamente, não pensamos que isto iria acontecer. E aconteceu", disse o presidente.

Ao comentar a mudança nas relações entre Washington e Pyongyang, Trump disse: "Estamos começando sobre uma nova base... libertou os rapazes antes. É uma grande coisa. Muito importante para mim". "E acredito que realmente temos uma oportunidade muito boa de fazer algo muito significativo. Se alguém tivesse afirmado isto cinco, dez anos atrás, inclusive um ano atrás, teríamos declarado que não era possível", disse, antes de completar: "Aconteceram muitas coisas boas".

Segundo analistas, a libertação dá uma muito necessária vitória diplomática a Trump e elimina o último grande obstáculo para seu histórico encontro com Kim. "Era absolutamente imperativo que a administração Trump garantisse a libertação dos três americanos muito antes de qualquer cúpula", afirma Jean Lee, analista do Wilson Center. Depois da libertação, Trump conversou com seu colega sul-coreano, Moon Jae-in, dizendo-lhe esperar que isso tenha um impacto positivo na reunião com Kim, segundo a Casa Azul, sede da Presidência sul-coreana.


AFP e Correio do Povo



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Incrédulos, temerosos e indignados, argentinos enfrentam nova crise

País foi surpreendido por decisão de Mauricio Macri, que recorreu a apoio internacional para resolver instabilidade

País foi surpreendido por decisão de Mauricio Macri, que recorreu a apoio internacional para resolver instabilidade | Foto: Eitan Abramovich / AFP / CP

País foi surpreendido por decisão de Mauricio Macri, que recorreu a apoio internacional para resolver instabilidade | Foto: Eitan Abramovich / AFP / CP

"Eu tenho 66 anos e vivi muitas crises financeiras neste país", diz Mabel Chamatropulos, uma ex-bancária para quem o anúncio de que a Argentina buscará uma linha de crédito com o FMI é um "deja vu de tempos terríveis". Como ela, muitos argentinos foram surpreendidos pela decisão do presidente Mauricio Macri de recorrer ao Fundo Monetário Internacional para enfrentar a forte turbulência financeira que levou a uma depreciação do peso de mais de 7% em um único dia e elevar a taxa de juros para 40%.

Na Argentina, marcada por crises cíclicas com hiperinflação, desvalorização e bloqueio de contas, o nome do FMI é como um palavrão e mencioná-lo muda o humor. "Seria muito triste nos transformarmos numa sociedade de classe baixa com poucos ricos. Espero que não seja como em 2001", quando a Argentina entrou em uma crise econômica e social aguda e declarou inadimplente, afirma, no centro de Buenos Aires, Natacha, de 46 anos.

Ricardo Rouvier, psicólogo social e consultor de opinião pública, afirma que "a reação do governo de recorrer à ajuda do FMI revive velhos fantasmas. E o nome FMI também cria uma percepção de maior gravidade da crise", explica. Em 2006, a Argentina tinha pago sua dívida com o FMI, por 9,6 bilhões de dólares, e suspendeu por uma década as revisões periódicas do organismo.

"Tipicamente argentino"

Em 2015, com Macri, a Argentina retornou à livre flutuação do peso, após anos de controle cambial durante o governo peronista de centro-esquerda de Cristina Kirchner. A compra de dólares em espécie nas "cuevas" desenvolveu o mercado negro, e os argentinos começaram a abrir contas em moedas estrangeiras em suas próprias agências bancárias. O mercado imobiliário, que historicamente operava em dólares, foi reativado. E embora os argentinos peçam empréstimos bancários em pesos para comprar casas, eles os usam para comprar dólares e fechar a transação. "A Argentina, embora não seja um país legalmente bimonetário, é culturalmente bimonetário. Os argentinos fazem transações em pesos, mas estão pensando em dólar. O dólar é uma moeda de reserva, é uma moeda que serve para prevenir situações como a atual", diz Rouvier.

Em sua oficina mecânica em Buenos Aires, Juan Carlos Lissa, de 64 anos, concorda. "Este mês tivemos uma queda de clientela. Não é só no meu estabelecimento, outros colegas me dizem que com eles acontece a mesma coisa. É algo tipicamente argentino, quando o dólar começa a flutuar o argentino diminui os gastos", diz Lissa. "O dólar tem impacto na tranquilidade. Infelizmente, o argentino se baseia muito no dólar", resume. Por isso, não existe pior notícia que a desvalorização do peso, nem choque maior que um acordo com o FMI. "Sempre somos nós que pagamos a dívida", afirma Lissa.

Mau humor

"A situação atual gera medo na população, incerteza e memória da crise de 2001. Isso provoca um mau humor social", diz Rouvier. Uma pesquisa da consultoria D'Alessio Irol - Berensztein realizada em todo o país antes do anúncio de Macri de recorrer ao FMI revelou que 75% das pesquisas considerou "inadequada" essa saída, 58% deles eleitores de Macri. A confiança na perícia econômica do governo também está em xeque. Apenas 16% apoiam, enquanto 57% considera que não vai garantir o seu programa econômico, 37% deles eleitores oficialistas, de acordo com a pesquisa. Além disso, outros 66% responsabiliza Macri pela crise cambial.

No governo há consciência do efeito da busca pelo FMI sobre as possibilidades de releição de Macri nas presidenciais de 2019. "Não é verdade que a história sempre se repete", afirmou o chefe de gabinete Marcos Peña, que garantiu que a assistência solicitada ao FMI é "uma tarefa preventiva para evitar que o impacto de uma crise forte chegue às famílias argentinas". Nicolás Dujovne, ministro da Economia, também tentou transmitir tranquilidade.

"Estamos falando com um FMI muito diferente. O FMI aprendeu com as lições do passado, assim como todos nós fizemos", disse pouco antes de viajar a Washington na última terça-feira. Mas isso não convence Chamatropulos. "Uma grande parte da equipe econômica tem suas poupanças no exterior, em contas no exterior", diz ele. "Infelizmente, isso também me leva a pensar na crise grega. Dizem que o FMI não é o mesmo de antes, mas o que aconteceu com a Grécia? Afogada nos últimos anos, juntamente com a troika?", conclui.


AFP e Correio do Povo


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