Homenagear torturador? Não pode!!!!

HIPOCRISIA
Há políticos neste país muito interessantes; políticos que se dizem democratas, odeiam o regime militar brasileiro, e paparicam o regime militar dos ditadores venezuelanos e cubanos.
Não admitem que alguém (como fez Bolsonaro) fale o nome do Cel. Ustra que consideram um torturador, mas participam de homenagens a Fidel, Ahmadinejad, Kadhafi e outros.



STF inclui citações a Dilma, Temer e Lula em inquérito da Lava Jato

O ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu hoje (20) incluir no principal inquérito da Operação Lava Jato que tramita na Corte trechos da delação do senador Delcídio do Amaral (MS) em que a presidenta Dilma Rousseff, o vice-presidente, Michel Temer, e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva são citados.  Na delação, também foi citado e incluído no inquérito Joel Rennó, ex-executivo da Petrobras do governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.
Zavascki atendeu a um pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot. A medida não significa que os citados passaram a ser investigados pelo Supremo.
Em março, Zavascki homologou o acordo de delação premiada do senador Delcídio do Amaral (MS) firmado com a Procuradoria-Geral da República (PGR) para colaborar com as investigações da operação. Na ocasião, o ministro retirou o sigilo do processo e divulgou a íntegra dos depoimentos de delação.
Governos Itamar e FHC
No acordo de delação premiada assinado com o Ministério Público Federal e homologado pelo Supremo, o senador Delcídio do Amaral (MS) revelou que o esquema de corrupção na Petrobras já ocorria antes da chegada do PT ao governo, nas gestões dos presidentes Itamar Franco e Fernando Henrique Cardoso.
Segundo Delcídio, na gestão do ex-presidente da estatal Joel Rennó, que comandou a Petrobras nos governos de  Itamar e Fernando Henrique, entre os anos de 1992 e 1999, ocorriam “casos de ilicitudes”, em alguns casos para “enriquecimento pessoal” como também para “financiamento de campanhas políticas”.
Temer
O senador disse em depoimento de delação premiada que o vice-presidente da República, Michel Temer, chancelou a indicação de dois ex-diretores da Petrobras que foram condenados na Operação Lava Jato. Segundo o senador, Temer era “padrinho” de João Augusto Henriques, ex-diretor da BR Distribuidora, subsidiária da estatal, e de Jorge Zelada, ex-diretor da Área Internacional da Petrobras.
De acordo com depoimento de Delcídio, tomado no dia 11 de fevereiro pela Procuradoria-Geral da República (PGR), Henriques foi o principal operador de “um dos maiores escândalos envolvendo a BR Distribuidora”, envolvendo uma suposta aquisição ilícita de etanol, entre 1997 e 2000, durante o governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.
Dilma
Na delação, Delcídio declarou que a presidenta Dilma tinha “pleno conhecimento” do processo de compra da Refinaria da Pasadena, nos Estados Unidos, que gerou prejuízos para a estatal. Segundo o senador, Dilma nomeou o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Marcelo Navarro Ribeiro Dantas com interesse em barrar as investigações da Operação Lava Jato.
Lula
Em um dos depoimentos, Delcídio disse que o ex-presidente Lula tentou interferir para evitar que o ex-diretor da Área Internacional da Petrobras Nestor Ceveró assinasse acordo de delação premiada com a força-tarefa da Lava Jato. No dia 8 de abril, Lula prestou depoimento ao Ministério Público Federal (MPF) e negou as acusações.
Outro lado
No mês passado, após a divulgação dos depoimentos, Temer negou que teria feito a indicação pessoalmente e que conhecesse Henriques à época. Segundo ele, a apresentação do nome de Henriques foi feita pela bancada do PMDB de Minas Gerais na Câmara.
“O nome não foi aprovado. Posteriormente, indicaram o nome do senhor Jorge Zelada, que foi encaminhado pela mesma bancada e aprovado. Aliás, esse procedimento era rotineiro, já que muitas e muitas vezes vários nomes indicados pelas bancadas eram-me tão somente comunicados. Estes são os fatos”, disse Temer.
A presidenta Dilma declarou “jamais” ter falado com Delcídio sobre a Lava Jato e negou ter tentado negociar “de forma imoral” a nomeação dos ministros, com o objetivo de conseguir a libertação de investigados que na época estavam presos preventivamente.
Na ocasião, a presidenta também disse que os esclarecimentos sobre a compra da Refinaria de Pasadena pela Petrobras, em 2014, já foram devidamente prestados, embasados em documentação do Conselho de Administração da Petrobras, e que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, determinou o arquivamento da investigação.
A defesa de Joel Rennó não foi localizada.



Estudo da Marinha aponta alta concentração de metais no Rio Doce

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) divulgou, nesta quarta-feira (20), os resultados do estudo feito com a Marinha do Brasil sobre o impacto da lama de rejeitos que vazou no final do ano passado após o rompimento da barragem da mineradora Samarco, em Mariana (MG).
A pesquisa levou em conta amostras colhidas na foz do Rio Doce e no litoral norte do Espírito Santo pelo navio Vital de Oliveira, em novembro de 2015. Foi constatada alta concentração de quatro metais pesados. No entanto, não foi possível confirmar a relação entre a contaminação e os rejeitos vazados na tragédia.

Governador Valadares (MG) - Passagem da lama pelo Rio Doce, por causa do rompimento de duas barragens em Mariana, Minas Gerais, causa desastre ambiental (Leonardo Merçon/Instituto Últimos Refúgios/Divulgação)
Estudo feito com a Marinha do Brasil sobre o impacto da lama de rejeitos que vazou no Rio Doce encontrou alta concentração de quatro metais pesadosLeonardo Merçon/Instituto Últimos Refúgios/Divulgação

Na região marítima próxima à foz do Rio Doce, foi observada a presença de arsênio, manganês e selênio acima do limite estabelecido pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama). Já na região de água doce foi encontrado excesso de manganês, selênio e chumbo. Em suas considerações finais, o relatório com os resultados sugere que os órgãos públicos competentes acompanhem “os impactos do acúmulo dos metais, principalmente aqueles em maiores concentrações".
Em nota, a Samarco informou que não teve acesso ao relatório da Marinha, mas destacou que a composição de seu rejeito não tem metais pesados. A mineradora disse ainda que faz, desde o dia 7 de novembro de 2015, o monitoramento da qualidade da água e sedimentos em 118 pontos distribuídos ao longo da bacia do Rio Doce e no mar e também destacou um estudo da Agência Nacional de Águas (ANA) feito em dezembro de 2015. A agência teria indicado que "no mesmo período em que a Marinha analisou o ambiente marinho, a qualidade da água do Rio Doce já se encontrava em condições semelhante aos padrões observados em 2010".
ICMbio
No início do mês, o Ministério Público Federal (MPF) divulgou os resultados de uma pesquisa feita pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) que também apontava contaminação do mar e de animais marinhos no litoral do Espírito Santo. A confirmação de altos níveis de arsênio, chumbo e cádmio levaram o procurador Jorge Munhós de Souza a recomendar a ampliação da área de proibição da pesca na foz do Rio Doce.
Os estudos do ICMBio também não permitiram afirmar com segurança que a contaminação era decorrente da chegada ao oceano dos rejeitos de mineração espalhados após o rompimento da barragem da Samarco. Na ocasião, a mineradora disse que os estudos apresentados pelo ICMBio eram preliminares e não conclusivos.
“O que chama atenção até o momento é que os próprios pesquisadores não apontam uma relação entre os resultados encontrados e o episódio de Mariana. Inclusive os metais encontrados não estão associados ao tipo de rejeito que havia na barragem”, disse o gerente de engenharia ambiental da Samarco Paulo Cezar de Siqueira.
Sigilo

Linhares (ES) - A lama vinda das barragens da Samarco com rejeitos de mineração seguem ao longo do leito do Rio Doce em direção à sua foz, localizada em Regência, Linhares (Fred Loureiro/Secom ES)
Os resultados do estudo haviam sido considerados sigilosos pela Marinha e ficaram restritos por mais de três mesesFred Loureiro/Secom ES

Os resultados do estudo haviam sido considerados sigilosos pela Marinha e ficaram restritos por mais de três meses. Sua liberação ocorre após a organização não governamental (ONG) Transparência Capixaba anunciar que entraria com uma ação na Justiça para poder ter acesso ao documento. "Pela Lei de Acesso à Informação, não há absolutamente qualquer motivo para que estas informações sejam consideradas sigilosas ou que envolvam a segurança nacional", disse ontem (19) o integrante da ONG Edmar Camata.
Apesar da queda do sigilo, a Marinha se recusou a fornecer o documento à reportagem, que foi obtido somente por meio do Ibama. Nessa terça-feira (19), a ONG Transparência Capixaba havia criticado a dificuldade para se obter informações referentes aos desdobramentos do rompimento da barragem em Mariana.
"Desde que ocorreu a tragédia, há uma déficit de informação muito grande. Quando começamos a demandar alguns órgãos públicos, notamos que havia um conluio das empresas e dos governos para negar informação", disse.
A barragem do Fundão, no distrito de Bento Rodrigues em Mariana (MG), se rompeu no dia 5 de novembro de 2015 ocasionando a morte de 19 pessoas. Considerada a maior tragédia ambiental do Brasil, o episódio também causou destruição de vegetação nativa e poluiu as águas da bacia do Rio Doce.



PMDB indica senador Raimundo Lira para presidir Comissão do Impeachment



PMDB indica senador Raimundo Lira para presidir Comissão do Impeachment (Edilson Rodrigues/Agência Senado)
Senador Raimundo Lira é indicado pelo PMDB para presidir a Comissão do ImpeachmentEdilson Rodrigues/Agência Senado

O PMDB indicou o senador Raimundo Lira (PB) para presidir a Comissão Especial do Impeachment no Senado. O anúncio foi feito no início da tarde de hoje (20) pelo líder da legenda, Eunício Oliveira (CE). Como titulares do PMDB no colegiado, foram indicados os senadores José Maranhão (PB), Waldemir Moka (MS), Rose de Freitas (ES) e Simone Tebet (MS). Os suplentes serão Hélio José (DF), Marta Suplicy (SP) , Garibaldi Alves (RN), João Alberto (MA), Dário Berger (SC).
Ao lembrar que o PMDB tem 18 parlamentares na Casa, Eunício de Oliveira afirmou que a escolha de Lira foi pessoal e a mais difícil da sua função de líder. “O senador Raimundo Lira preenche, no meu entendimento como líder, todas as qualidades como seriedade de tranquilidade. Esse é um processo que não pode ser feito para alguém aparecer na mídia. Esse é um processo muito sério”, disse.
Apesar de já ter declarado voto favorável ao impedimento da presidenta Dilma, o senador Raimundo Lira é visto, mesmo por parlamentares do PT, como um bom nome, moderado e de bom trânsito. Após a indicação para ser presidente da comissão especial, a assessoria do senador Raimundo Lira disse que agora ele se declara indeciso.
Instalação
Antes da instalação da comissão especial, na segunda-feira (25), os nomes indicados terão que cumprir uma formalidade: ser aprovados, em sessão deliberativa do Senado marcada para as 16h. Em seguida, já na comissão, serão eleitos o presidente e o relator da comissão. Segundo o Regimento Interno do Senado caberá ao presidente da comissão, indicar o relator. Diante da defesa do nome do senador Antonio Anastasia (PSDB-MG), apoiadores do governo insistem que seja indicado um nome considerado neutro para a comissão.
Outras indicações
Até o fechamento desta reportagem, apenas o PDT, que faz parte do Bloco de Apoio ao governo junto com o PT, ainda não tinha indicado o nome do titular e do suplente para o colegiado.
Representando o PT, devem compor a comissão, como titulares, os senadores Lindbergh Farias (PT-RJ), Gleisi Hoffmann (PT- SC) e José Pimentel (PT-CE). Como suplentes, foram escalados os senadores Humberto Costa (PT-PE) , Fátima Bezerra (PT-RN) e a última vaga foi cedida ao senador João Capiberibe (PSB-AP). Apesar da divulgação dos nomes, o PT não oficializou as indicações. Isso será feito apenas na sexta-feira (22) , no fim do prazo dado pelo presidente do Senado, para garantir que a comissão não seja instalada antes da próxima segunda-feira (25).
Ontem mesmo, o Bloco da Oposição (PSDB-DEM-PV) já havia indicado como titulares os senadores Antônio Anastasia, Aloysio Nunes (PSDB-SP), Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) e Ronaldo Caiado (DEM-GO) . Os suplentes serão Tasso Jereissati (PSDB-CE), Ricardo Ferraço (PSDB-ES), Paulo Bauer (PSDB-SC) e Davi Alcolumbre (DEM-AP).
O Bloco Moderador (PR-PTB-PSC-PRB-PTC) terá Wellington Fagundes (PR-MT) e Zezé Perrela (PTB-MG) como titulares e, como suplentes, Eduardo Amorim (PSC-SE) e Magno Malta (PR-ES).
Já o Bloco Socialismo e Democracia (PSB-PPS-PCdoB- Rede) escolheu Romário (PSB-RJ), Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE) e Vanessa Grazziotion (PCdoB-AM), como titulares, e Roberto Rocha (PSB-MA), Cristovam Buarque (PPS-DF) e Randolfe Rodrigues (Rede-AP), como suplentes.
Outro bloco parlamentar, o da Democracia Progressista (PP-PSD) terá como titulares Ana Amélia (PP-RS), Gladson Cameli (PP-AC) e José Medeiros (PSD-MT). Sérgio Petecão (PSD- AC), Wilder Morais (PP-GO) e Otto Alencar (PSD-BA) serão os suplentes.
Operação Lava Jato
Até agora, quatro senadores indicados para vaga de titulares são alvo de inquéritos relacionados à Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF): Fernando Bezerra Coelho, Gladson Cameli, Gleisi Hoffmann e Lindbergh Farias. Segundo a Justiça Federal, eles são suspeitos de receber propina do esquema de desvios da Petrobras. Todos negam participação em qualquer irregularidade.


Nadador César Cielo está fora dos Jogos Olímpicos



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O nadador César Cielo, campeão olímpico dos 50 metros nado livre em Pequim em 2008, está fora dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro.

Sua última chance de garantir a vaga foi no Troféu Maria Lenk, que está sendo disputado também no Rio, mas o tempo de 21,91 segundos não foi suficiente. Mesmo já tendo índice para a prova, Cielo foi superado por Bruno Fratus e Ítalo Manzine, que serão os dois representantes do Brasil na disputa dos 50m. Cielo não participará de nenhuma prova nos Jogos, nem mesmo do revezamento.
O nadador não escondeu sua tristeza ao deixar a piscina. “Eu, de minha parte, vou pedir desculpa para vocês, realmente fiquei muito aquém do que sei fazer. Tive um ano difícil no ano passado, não nadei bem hoje. Bola para a frente, o Brasil vai bem, gente”, disse, emocionado, o atleta, em entrevista ao canal SporTV.
A frustração do campeão olímpico tem motivo. Ele treinava, desde o início de janeiro, na cidade de Phoenix, nos Estados Unidos. Cielo preferiu ficar isolado, sem contato com a imprensa e concentrado apenas em conseguir a vaga para os jogos do Rio. O tropeço de hoje, no entanto, não apaga sua trajetória vitoriosa.
Além do ouro em 2008, Cielo conquistou o bronze nos 100m nado livre nos Jogos de Pequim. Na Olimpíada de Londres, em 2012, ele faturou o bronze nos 50m livre. Além disso, Cielo já conquistou 16 medalhas em mundiais, sendo seis de ouro, e é o recordista mundial dos 50m livre, com o tempo de 20,91 segundos, e dos 100 m livre, com 46,91 segundos.




Planalto confirma saída de mais três ministros do PMDB

O Palácio do Planalto confirmou hoje (20) que os ministros da Ciência, Tecnologia e Inovação, Celso Pansera; da Secretaria de Portos, Helder Barbalho; e de Minas e Energia, Eduardo Braga, todos do PMDB, não fazem mais parte do governo Dilma Rousseff.
Dos sete ministérios que o PMDB tinha no governo Dilma, apenas dois continuam sob o comando de integrantes do partido: os ministérios da Saúde, com Marcelo Castro; e o da Agricultura, com a ministra Kátia Abreu. Os peemedebistas Henrique Eduardo Alves e Mauro Lopes já haviam deixado o Ministério do Turismo e a Secretaria de Aviação Civil, respectivamente.
Pansera, que é deputado federal, havia deixado o cargo na última semana para votar contra a abertura do processo de impeachment de Dilma na Câmara, e não retornou ao ministério.
Braga e Barbalho deixaram o cargo por se sentirem desconfortáveis com a situação do PMDB após a abertura do impeachment de Dilma, com amplo apoio do partido na Câmara. Os dois, no entanto, haviam sinalizado que apoiariam a presidenta na tarefa de tentar barrar o processo no Senado. Braga e o pai de Helder, Jader Barbalho, possuem mandato de senadores. 
Barbalho mencionou em sua carta de demissão o “momento em que a Câmara dos Deputados delibera pela autorização da abertura do processo de impedimento” de Dilma, e disse que assumirá posição política de respeito à “democracia”, por acreditar na “absoluta ausência de crimes de responsabilidade” que justifiquem o afastamento da presidenta.
Ao entregar o cargo, Braga disse que não vai participar da sessão que vai analisar a admissibilidade do impeachment no Senado, mas que sua esposa, que é suplente, vai representar “com coerência” a posição dele na votação. Por meio de nota à imprensa, Dilma agradeceu a dedicação dos ministros que deixam o governo.
Interinos 
Com as recentes saídas de ministros do PMDB e de outros partidos, na semana passada, o governo Dilma tem oito ministros interinos: da Casa Civil, das Cidades, da Integração Nacional, do Esporte, da Secretaria de Aviação Civil, da Ciência, Tecnologia e Inovação, do Turismo e de Minas e Energia. Maurício Muniz, atual secretário do Programa de Aceleração do Crescimento, vai assumir de forma definitiva a Secretaria de Portos.
Para a Casa Civil, a nomeação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva está suspensa por decisão liminar do ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes. O julgamento do mérito, que estava marcado para hoje, foi adiado. O Palácio do Planalto contava com a entrada de Lula no governo no para ajudar na interlocução com o Senado para tentar barrar o impeachment.


Agência Brasil

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