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IPC-S avança em seis das sete capitais pesquisadas, mostra FGV

A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) registrou, na semana encerrada em 15 de janeiro deste ano, alta em seis das sete capitais pesquisadas, em relação à primeira semana do ano. Na primeira semana o aumento havia sido 0,96%, passando a 1,28%, com crescimento de 0,32 ponto percentual. Os dados foram divulgados hoje (19) pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV). Mesmo com a alta nas capitais, em apenas duas delas ocorreram aumentos de preços acima da taxa média para os conjuntos das sete cidades: Rio de Janeiro, que acusou a maior variação de preços (1,68%) – alta de 0,32 ponto percentual em relação aos 1,36% da primeira semana – também a maior inflação do país. A segunda maior variação ficou com São paulo, onde a taxa passou de 0,79% para 1,40% – variação de 0,70 ponto percentual. A única capital que acusou retração nos preços de um período a outro foi Porto Alegre: de 1,26% para 1,20% (-0,06 ponto percentual). ...

Dilma Rousseff renova confiança na presidência da Petrobras

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Presidente antecipou que fará mudanças no conselho administrativo Dilma Rousseff renova confiança na presidência da Petrobras | Foto: Roberto Stuckert Filho / PR / CP   Ebola: políticas do FMI nos países africanos mais afetados são criticadas   Da Agência Lusa Edição: Graça Adjuto As exigências do Fundo Monetário Internacional (FMI) em matéria de rigor financeiro enfraqueceram os sistemas de saúde dos países africanos mais afetados pelo ebola e impediram uma resposta coordenada para lutar contra a epidemia, dizem pesquisadores. De acordo com especialistas do Departamento de Sociologia das universidades de Cambridge, de Oxford e da Escola de Higiene & Medicina Tropical de Londres, os programas de reforma exigidos pelo FMI atrasaram o desenvolvimento de serviços de saúde eficazes na Guiné-Conacri, Libéria e em Serra Leoa, os três países mais afetados pela epidemia, que deixou mais de 7.300 mortos em um ano. “Uma das principais razões da expansão da epidemia foi a fr...

IBGE: famílias são público-alvo de entidades sem fins lucrativos

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Segundo a Pesquisa de Entidades de Assistência Social 2013, 67,8% das organizações ouvidas declararam ter as famílias como público-alvo (Tomaz Silva/Agência Brasil)Tomaz Silva/Agência Brasil As famílias são o público-alvo das entidades de assistência social sem fins lucrativos no país, informou hoje (26) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na Pesquisa de Entidades de Assistência Social 2013. De acordo com o levantamento, 67,8% das organizações declararam ter as famílias como público-alvo. Das 14.791 entidades pesquisadas, 10.024 se enquadram nessa situação. Entre as faixas etárias, a mais atendida é a de crianças até 12 anos (63,2%), seguida de adolescentes até 17 anos (59,1%) e dos idosos com 60 anos ou mais (56%). Saiba Mais Região Norte tem menos de 3% de entidades sem fins lucrativos, segundo IBGE O público menos atendido foi o de povos e comunidades tradicionais (8,3%). No fim da lista de público-alvo também estão os conselheiros e as lideranças populares...