MPF suspeita que donos de imóveis ocultaram patrimônio em SP
Investigadores receberam as matrículas registradas no cartório da cidade Operação Triplo X foi deflagrada nesta quarta | Foto: Rovena Rosa / Agência Brasil / CP O Ministério Público Federal (MPF) suspeita que proprietários de apartamentos do residencial Solaris, no Guarujá (SP), empreendimento investigado na 22ª fase da Lava Jato , a Operação Triplo X, deflagrada nesta quarta, usaram nome de terceiros para ocultar patrimônio. Os investigadores chegaram à conclusão após receberem as matrículas dos imóveis registradas no cartório da cidade. Os procuradores decidiram aprofundar as investigações sobre 12 unidades. Nove estão registradas em nome da empreiteira OAS, entre eles três tríplex e um duplex. Há imóveis registrados em nome de Freud Godoy, ex-assessor da Presidência da República, e de Sueli Falsoni Cavalcante, apontada pelo MPF como funcionária da OAS. Outro triplex foi registrado pela empresa off shore Murray Holdings, sediada em Las Vegas, nos Estado...