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Mostrando postagens com o rótulo #Segunda

Federação dos Caminhoneiros do RS é contra greve na segunda

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  André Costa disse que os órgãos de segurança pública têm o dever de proteger os direitos de quem deseja trabalhar Os caminhoneiros poderão paralisar suas atividades a partir do dia 1º de fevereiro. O motivo da greve seria o descaso do governo federal em relação às reivindicações da categoria. A informação é do Conselho Nacional do Transporte de Cargas (CNTC) e da Associação dos Condutores de Veículos Automotores (Abrava). No entanto, o presidente da Federação dos Caminhoneiros do Rio Grande do Sul (Fecam/RS), André Costa, afirmou que o momento não é oportuno para uma paralisação dos trabalhadores. "A sociedade brasileira vive um momento difícil em função da pandemia", ressaltou. Costa disse que os órgãos de segurança pública têm o dever de proteger os direitos de quem deseja trabalhar. "Quem quiser parar, que pare. Mas fique em casa. Não vá para as rodovias ou postos de combustível promover piquetes", ressaltou. Conforme Costa, o momento é de extrema dificuldade o...

Covid-19: Início de vacinação nacional é antecipado para esta segunda à tarde, diz ministro

  Covid-19: Início de vacinação nacional é antecipado para esta segunda à tarde, diz ministro Após a Anvisa autorizar o uso emergencial do imunizante, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, anunciou que o início da vacinação foi antecipado, e estados podem começar a vacinar nesta segunda a partir das 17h.

A Força Aérea Brasileira na Segunda Guerra Mundial - Senta Pua

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  A Força Aérea Brasileira na Campanha Italiana Quando, no final de 1943, o Governo decidiu enviar forças brasileiras à campanha na Itália, o Ministro da Aeronáutica logo resolveu que, por mais comprometida que a “Força Aérea Brasileira” estivesse em seu laborioso processo de desenvolvimento e organização e para mais Quaisquer que fossem seus compromissos nas operações aéreas do Atlântico Sul, ela não poderia deixar de enviar um contingente para lutar na Europa, ao lado da Força Expedicionária Brasileira. Foi então decidido que, inicialmente, um Grupo de Caça deveria ser organizado e treinado; que, além da disponibilidade de pessoal permitida, outras Unidades de Combate seriam enviadas ao Mediterrâneo. Na verdade, quando as hostilidades na Europa cessaram, o “pessoal-chave” de um Grupo Médio de Bombardeio brasileiro já estava nos Estados Unidos, em treinamento. Também foi acordado que a "Força Aérea Brasileira" forneceria à Força Expedicionária do Exército o pessoal necessári...