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Anvisa libera uso definitivo da vacina de Oxford e aprova Remdesevir como 1º medicamento contra a Covid-19

  Anvisa libera uso definitivo da vacina de Oxford e aprova 1º medicamento contra a Covid-19 A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou nesta sexta que a vacina de Oxford obteve registro definitivo no Brasil. A Anvisa também aprovou o Remdesevir como primeiro medicamento para tratamento da Covid-19. Abra e confira ofertas imperdíveis! Eduardo Cunha segue Lula, acusa "suspeição" de Moro e pede anulação de condenação Vereador protocola pedido de Renda Complementar em Porto Alegre Portugal vai reabrir creches e escolas primárias Lula agradece o apoio do ditador Maduro Pessoas com sintomas do coronavírus podem realizar teste gratuito no drive-thru da Ufcspa Antiquário - Criado mudo à venda na loja Decreto ilegal de "estado de sítio" que Doria vai assinar começa a valer dia 15 de março

Vacina de Oxford também deve complementar documentos enviados à Anvisa

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  Consta no relatório da Agência que 18,84% dos dados estão pendentes de complementação, como os resultados da análise interina de desfecho primário do estudo clínico de fase 3 A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) atualizou na manhã deste domingo o status dos dois pedidos emergenciais para as vacinas contra a Covid-19 – o órgão regulador tem 10 dias para avaliar os documentos enviados e só então decidir se libera ou não as aplicações no País. A CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan ao lado do laboratório chinês Sinovac, embora precise entregar mais dados, tem percentual maior de documentos já analisados do que a vacina de Oxford/AstraZeneca, fabricada no Brasil pelo Instituto Oswaldo Cruz (Fiocruz). De acordo com a Anvisa, 5,18% dos documentos da CoronaVac necessários sequer foram entregues. Além disso, 15,5% das informações são consideradas insuficientes e 32% precisam de mais detalhes. O segundo imunizante em análise, desenvolvido pe...

Covid-19: Fiocruz pedirá registro da vacina de Oxford no Brasil até 15 de janeiro

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  Covid-19: Fiocruz pedirá registro da vacina de Oxford no Brasil até 15 de janeiro Imunizante teve uso aprovado no Reino Unido nesta quarta-feira. Vacina tem eficácia de mais de 60% e evita cerca de 100% de casos graves de Covid-19.

Reino Unido aprova uso da vacina da Universidade de Oxford/AstraZeneca

  Reino Unido aprova uso da vacina da Universidade de Oxford/AstraZeneca O imunizante é considerado barato e pode ser armazenado em refrigerador comum. Com eficácia de 62%, a vacina garante reduz em até 100% os casos graves de Covid-19. O Brasil encomendou mais de 100 milhões de doses do imunizante, que é produzido no país pela Fiocruz. A entidade anunciou que vai pedir o registro na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) nas próximas semanas. Vídeo via @bandnewstv