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Alemanha quer deixar de priorizar imunização de idosos com vacina da AstraZeneca

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  Especialistas do país duvidam de sua eficácia nesta faixa etária O governo alemão quer deixar de priorizar os maiores de 65 anos na vacinação contra a Covid-19 com o imunizante da AstraZeneca. Os especialistas do país duvidam de sua eficácia nesta faixa etária, anunciou neste sábado (30) o ministro da Saúde. "Teremos que revisar a ordem de vacinação" por causa das "limitações de idade da vacina da AstraZeneca", afirmou o ministro da Saúde alemão, Jens Spahn, durante conversa com trabalhadores sanitários. Na sexta-feira, a autoridade alemã encarregada de vacinas reiterou sua recomendação, já expressa na véspera, de que não se autorize a vacina da AstraZeneca para pessoas maiores de 65 anos. Os especialistas consideram que "não há dados suficientes para se pronunciar sobre a eficácia" deste imunizante em pessoas idosas. No entanto, a Agência Europeia de Medicamentos (EMA) aprovou na sexta-feira o uso desta vacina em maiores de 18 anos e sem limite de idade...

Bolsonaro defende que empresas comprem vacinas, mas AstraZeneca se nega a vender; entenda a polêmica

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  Bolsonaro defende que empresas comprem vacinas, mas AstraZeneca se nega a vender; entenda a polêmica Um grupo de empresários brasileiros procurou o governo buscando aval para comprar 33 milhões de doses da vacina Oxford/AstraZeneca. Em troca da permissão, eles doariam metade para o SUS – ideia à qual o presidente Jair Bolsonaro disse ser favorável. O problema, segundo médicos e pesquisadores, é que pessoas fora do grupo prioritário (como funcionários dessas empresas) teriam permissão para furar a fila da vacina, prejudicando a estratégia nacional. A fabricante disse que, neste momento, venderá apenas para governos. Foto via @radioitatiaia

Vacina da AstraZeneca começará a ser produzida nas próximas semanas, diz Fiocruz

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  Chegada da vacina ao Brasil deveria ter acontecido no último dia 17, mas atrasou A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) espera começar a produzir sua vacina contra a Covid-19 nas próximas semanas, segundo a presidente da fundação, Nísia Trindade Lima. Ela participa na tarde deste sábado (23) da cerimônia de  distribuição da primeira leva de vacinas desenvolvidas pela AstraZeneca  com a Universidade de Oxford e importada da Índia. A chegada da vacina ao Brasil deveria ter acontecido no último dia 17, mas atrasou cinco dias. O atraso gerou críticas à equipe diplomática brasileira, que atribuiu a demora a pressões internas do país asiático para que, antes de ser encaminhada ao Brasil, a vacina fosse distribuída à sua população. Agência Estado e Correio do Povo

Reino Unido aprova uso da vacina da Universidade de Oxford/AstraZeneca

  Reino Unido aprova uso da vacina da Universidade de Oxford/AstraZeneca O imunizante é considerado barato e pode ser armazenado em refrigerador comum. Com eficácia de 62%, a vacina garante reduz em até 100% os casos graves de Covid-19. O Brasil encomendou mais de 100 milhões de doses do imunizante, que é produzido no país pela Fiocruz. A entidade anunciou que vai pedir o registro na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) nas próximas semanas. Vídeo via @bandnewstv

AstraZeneca afirma que tem a "fórmula vencedora" da vacina contra Covid-19

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  Diretor da empresa disse que o imunizante garante uma "proteção de 100%" contra as formas graves da doença O grupo farmacêutico britânico AstraZeneca afirmou que encontrou, após pesquisas adicionais, "a fórmula vencedora" para a vacina contra a Covid-19 desenvolvida em parceria com a Universidade de Oxford, sobre a qual a agência reguladora britânica deve se pronunciar nos próximos dias. "Acreditamos que encontramos a fórmula vencedora e como obter uma eficácia que, com duas doses, está à altura das demais", afirmou o diretor executivo da empresa, Pascal Soriot,  ao jornal Sunday Times . Ele disse ainda que a vacina garante uma "proteção de 100%" contra as formas graves de Covid-19. Nos resultados provisórios de testes clínicos em larga escala no Reino Unido e Brasil, o laboratório britânico anunciou em novembro que sua vacina tinha eficácia média de 70%, contra mais de 90% dos fármacos da Pfizer/BioNTech e Moderna. Por trás do resultado médio ...