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Pelo menos sete morrem em bombardeios israelenses no Líbano

 Ataques deste domingo mataram comandante da Jihad Islâmica e civis, incluindo crianças


Ataques israelenses mataram sete pessoas no Líbano neste domingo, entre elas um comandante da Jihad Islâmica, informaram as autoridades libanesas e a imprensa estatal, apesar de um frágil cessar-fogo.


A Agência Nacional de Informação libanesa (ANI, oficial) informou na noite deste domingo sobre um ataque com míssil israelense contra um apartamento na periferia da cidade de Baalbek, no leste do país, que matou o comandante da Jihad Islâmica Wael Abdel Halim e sua filha de 17 anos.

Mais cedo, o Ministério da Saúde divulgou um "balanço preliminar" de outros bombardeios neste domingo, com três mortos em Tayr Felsay (incluindo uma criança) e outros dois na localidade de Tayr Deba, onde também morreu um menor. Segundo o ministério, onze pessoas ficaram feridas nesses ataques e outras quatro em outras duas localidades do sul.


Os bombardeios ocorreram após os Estados Unidos anunciarem, em uma segunda rodada de negociações entre Israel e Líbano em Washington, a extensão por 45 dias da trégua. O precário cessar-fogo vigora desde 17 de abril mas, desde então, ambas as partes se acusam mutuamente de violá-lo.


O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, declarou neste domingo, no início de uma reunião de seu gabinete, que Israel estava "mantendo território, limpando território, protegendo as comunidades de Israel, mas também lutando contra um inimigo que está tentando ser mais esperto do que nós". "Enfrentamos o desafio de neutralizar drones FPV", acrescentou. Esse tipo de aparelho transmite em tempo real a situação no terreno graças a uma câmera incorporada.


AFP e Correio do Povo

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