A Procuradoria Federal dos Estados Unidos confirmou, neste domingo (3), que o projétil que atingiu o colete de proteção de um agente do Serviço Secreto durante o jantar de gala da imprensa em Washington partiu da arma de Cole Allen, acusado de tentar assassinar o presidente Donald Trump. A descoberta, detalhada pela procuradora Jeanine Pirro, soluciona a dúvida sobre a origem do disparo ocorrido em 25 de abril, uma vez que outros agentes também abriram fogo durante a contenção do invasor. Perícias balísticas comprovaram que o projétil ficou incrustado nas fibras do equipamento de segurança e pertencia à espingarda Mossberg utilizada pelo réu.
Cole Allen foi detido imediatamente após invadir um posto de controle portando múltiplas armas. Segundo a acusação, as evidências demonstram que o suspeito tinha a intenção deliberada de eliminar qualquer oficial que impedisse seu acesso ao presidente. Embora o acusado ainda não tenha apresentado uma declaração formal de culpa ou inocência perante a justiça, a procuradoria afirma que o novo laudo técnico é uma prova contundente da gravidade da tentativa de atentado. O caso segue sob investigação rigorosa enquanto Allen aguarda o julgamento em Washington.

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