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Justiça paraguaia mantém empresária acusada de falsificar documentos de Ronaldinho na prisão

 


Assunção – 13 de abril de 2026 – A Justiça do Paraguai determinou nesta segunda-feira (13) a prisão preventiva da empresária Dalia López, acusada de fornecer documentos falsos a Ronaldinho Gaúcho e a seu irmão, Roberto de Assis Moreira, em 2020.

Prisão preventiva

  • Dalia foi detida em 2 de abril, na capital paraguaia, após permanecer foragida por seis anos.

  • O juiz Francisco Acevedo citou risco de fuga e ordenou sua transferência para o presídio feminino de Emboscada, a 35 km de Assunção.

Acusações

A empresária de 55 anos responde por associação criminosa e pela suposta entrega de documentos falsos aos irmãos. Ela havia organizado a visita de Ronaldinho ao Paraguai para participar de um evento beneficente.

Caso Ronaldinho em 2020

  • O ex-jogador foi detido ao apresentar passaporte e identidade falsificados.

  • Passou quase um mês preso em Assunção e depois ficou em prisão domiciliar em um hotel, junto com Assis.

  • Pagou fiança de US$ 1,6 milhão (cerca de R$ 8 milhões) para obter liberdade.

  • Até hoje, 18 pessoas foram indiciadas por ligação com o caso.

👉 A decisão reforça a continuidade das investigações e responsabilizações em torno do episódio que envolveu Ronaldinho Gaúcho no Paraguai.

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