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Falha mecânica em parque de diversões deixa dez feridos e suspende atividades em Guaíba

 


Um acidente em um parque de diversões itinerante, instalado no estacionamento das Lojas Havan em Guaíba, deixou dez pessoas feridas na noite deste domingo. O grupo, composto por quatro adultos e seis crianças, estava em uma atração que realiza movimentos de subida, descida e rotação quando o equipamento despencou. As vítimas foram socorridas pelo SAMU e encaminhadas ao Pronto Atendimento do Hospital Nelson Cornetet; apesar do susto e das escoriações, nenhuma apresenta risco de morte.

Relatos de familiares indicam que o brinquedo, composto por assentos em forma de balanço, sofreu uma queda brusca antes de atingir a altura máxima, chegando a virar sobre alguns ocupantes. Uma das crianças, um menino de 12 anos, sofreu ferimentos na cabeça, mãos e pernas. Após o ocorrido, o local, que recebia cerca de 200 visitantes no momento, foi evacuado e isolado pela Brigada Militar para a realização de perícia técnica.

A 1ª Delegacia de Polícia Civil de Guaíba investiga o caso sob a hipótese de falha mecânica. Em nota, a prefeitura informou que o estabelecimento possuía alvará de funcionamento temporário, além de estar em conformidade com o Plano de Prevenção e Proteção Contra Incêndio (PPCI) e contar com a devida Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) do CREA-RS. As atividades do parque permanecerão suspensas por tempo indeterminado até a conclusão das investigações.

Justiça nega recurso de Alec Baldwin e confirma julgamento civil por negligência no set de Rust



O ator Alec Baldwin enfrentará um júri civil no dia 12 de outubro para responder por negligência e danos emocionais decorrentes do disparo fatal ocorrido durante as filmagens do filme Rust, em 2021. A decisão foi proferida na última sexta-feira pelo juiz Maurice Leiter, da Corte Superior de Los Angeles, que rejeitou os pedidos da defesa de Baldwin e da produtora do longa para encerrar o processo. Embora a ação criminal por homicídio culposo tenha sido arquivada em 2024 por omissão de provas pela promotoria, o ator segue como alvo de processos na esfera cível.

O julgamento foca na ação movida por Serge Svetnoy, chefe de iluminação da produção, que alega sofrimento emocional severo após presenciar a morte da diretora de fotografia Halyna Hutchins em Santa Fé, no Novo México. O magistrado entendeu que um júri razoável pode concluir que Baldwin agiu de forma imprudente ao apontar uma arma para uma pessoa com o dedo no gatilho, independentemente de sua alegação de que não sabia que o equipamento continha munição real. Contudo, a acusação de agressão foi descartada, uma vez que não houve evidências de que o ator tivesse a intenção de ferir alguém.

A decisão também barrou a tentativa da produtora Rust Movie Productions de transferir o caso para o sistema de compensação trabalhista, mantendo as reivindicações por danos punitivos e negligência ativa. Inicialmente agendado para maio, o início do julgamento foi adiado para outubro a fim de permitir a coleta final de provas. O juiz reiterou que não concederá novos prazos, citando o longo tempo decorrido desde o incidente, que já completa quase cinco anos sem um desfecho definitivo.

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