Páginas

Por que Barbosa desistiu da corrida presidencial

A revista Crusoé informa por que, afinal, Joaquim Barbosa, que despontava nas pesquisas eleitorais, desistiu da disputa pelo Planalto.

Três razões: a oposição de seu único filho... [ leia mais]


Número de casos de toxoplasmose sobe para 218 em Santa Maria (RS)

Mais de 792 casos foram notificados na cidade desde da semana passada

Número de casos de toxoplasmose sobe para 218 em Santa Maria  | Foto: Prefeitura Santa Maria / Divulgação / CP

Número de casos de toxoplasmose sobe para 218 em Santa Maria | Foto: Prefeitura Santa Maria / Divulgação / CP

Subiu de 176 para 218 o número de casos confirmados de toxoplasmose em Santa Maria, conforme foi divulgado no fim da tarde desta terça-feira pela prefeitura municipal. Segundo o boletim, 792 casos foram notificados, sendo que 617 ainda são considerados suspeitos. Desses, 70 já foram descartados e 319 seguem em investigação. Ainda de acordo com o documento, 20 dos exames confirmados são de grávidas.

• Fonte de contaminação de toxoplasmose deve ser local, diz chefe de saúde

A Prefeitura Municipal e o Governo do Estado têm trabalhado para dar assistência para comunidade de Santa Maria desde que foi confirmada o surto da doença. As grávidas são as mais vulneráveis a ser contaminadas pela toxoplasmose. Como medidas imediatas, foram comprados mais remédios – que estão sendo disponibilizados na Farmácia Central –, e uma equipe do Programa de Treinamento em Epidemiologia Aplicada aos Serviços do Sistema Único de Saúde (EpiSUS) está na cidade para ajudar a encontrar a origem e a forma de contaminação.

• Toxoplasmose em grávidas pode causar cegueira e microcefalia em bebês

Na semana passada, foi confirmado um novo pacote de medidas para conter o surto de toxoplasmose que atingiu Santa Maria em abril. Desde então, duas mortes fetais em gestantes foram confirmadas com o diagnóstico de toxoplasmose aguda. Elas tinham 28 e 36 semanas de gravidez.

Um ambulatório específico foi aberto para exames oftalmológicos de pacientes suspeitos ou portadores da doença. Assim como credenciamento de laboratórios para a realização de exames e a busca, junto ao Ministério da Saúde, de mais medicamentos para tratar a doença.


Correio do Povo



Bolsonaro, o ausente

Jair Bolsonaro é o único pré-candidato ausente no encontro “Diálogo com Presidenciáveis”, em Niterói, registra a Veja.

De acordo com... [ leia mais]


FEE aponta "graves problemas" em contrato do governo Sartori com a Fipe

Economista da fundação aponta duplicidade de gastos e falta de garantis de que trabalho seja entregue

Economista da fundação aponta duplicidade de gastos e falta de garantis de que trabalho seja entregue | Foto: Guilherme Testa

Economista da fundação aponta duplicidade de gastos e falta de garantis de que trabalho seja entregue | Foto: Guilherme Testa

O contrato assinado pelo governo Sartori com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), de São Paulo, para elaboração dos principais indicadores econômicos do Rio Grande do Sul apresenta graves problemas técnicos, financeiros e jurídicos. A afirmação foi feita pelo economista Tomaz Fiori, da Fundação de Economia e Estatística (FEE), que nesta terça-feira apresentou um documento com dados sobre o acordo.

• IBGE aguarda posição da AGU para continuar trabalho com o RS

Segundo Fiori, a contratação é premeditada e está em desacordo com os requisitos legais e parecer da Procuradoria-Geral do Estado (PGE). “É um custo absurdo de R$ 6,5 milhões, em duplicidade, sem garantia de entrega do trabalho, com o governo pagando para transferir tecnologia à empresa paulista”, destacou.

O custo anual de um pesquisador da Fipe será de R$ 453,6 mil. O da FEE, compara, era de R$ 185,9 mil. O preço médio por hora do profissional da Fipe é calculado em R$ 210, enquanto o da FEE é de R$ 115. “O presidente da FEE e diretor interino da Departamento de Economia e Estatística (DEE) enviou e-mail informando que ficam inalteradas as atividades da fundação. Foi determinada a constituição de força-tarefa para o cálculo do PIB de 2017”, ressaltou.

Conforme Fiori, apesar do decreto de extinção, o quadro de pessoal, patrimônio e orçamento continua vinculado à FEE. No dia 5 de abril a Secretaria de Planejamento, Governança e Gestão firmou contrato de 24 meses com a Fipe, atendendo a Lei de Licitações, e com acompanhamento da PGE e Contadoria e Auditoria-Geral do Estado (Cage). O contrato foi firmado no mesmo dia em que o governo publicou no Diário Oficial o fim das atividades da FEE. O trabalho da fundação foi transferido para a secretaria, que criou o DEE em 19 de março. Com a extinção da FEE a estimativa era economizar R$ 4 milhões ao ano.

Resposta

A Secretaria do Planejamento, Governança e Gestão (SPGG) reafirmou que a contratação da Fipe para elaborar indicadores econômicos regionais atende normas legais e teve o acompanhamento da Procuradoria-Geral e Contadoria e Auditoria-Geral (Cage). A contratação ocorreu com a extinção e o desligamento do quadro da FEE, conforme lei aprovada na Assembleia Legislativa.

A Secretaria ressaltou que a FEE custa R$ 27 milhões por ano aos cofres públicos. Para realizar as 20 atividades nas sete áreas de atuação, a Fipe terá equipe de 17 pessoas e custo de R$ 3,3 milhões. De acordo com o governo, se comparada à FEE, as mesmas 20 atividades caberiam a 41 pessoas ao custo R$ 6 milhões. O governo esclareceu ainda que será mantido o convênio entre FEE e IBGE para elaboração do PIB, porém não mais com a extinta FEE e sim com a pasta do Planejamento.


Correio do Povo


IBGE aguarda posição da AGU para continuar trabalho com o RS

Extinção da FEE motivou consulta à Advocacia-Geral da União sobre repasse de dados sigilosos

Extinção da FEE motivou consulta do IBGE à AGU | Foto: FEE / RS

Extinção da FEE motivou consulta do IBGE à AGU | Foto: FEE / RS

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) consultou a Advogacia-Geral da União (AGU) sobre a próxima liberação de dados sigilosos necessários para a divulgação do Produto Interno Bruto (PIB) do Rio Grande do Sul e dos municípios gaúchos. A consulta ocorreu após a extinção da Fundação de Economia e Estatística (FEE), então parceira do órgão nacional no estudo.

De acordo com o IBGE, o órgão só decidirá como proceder após a resposta da AGU, o que não tem prazo para acontecer. Com o entrave, existe o risco da divulgação do PIB atrasar. Segundo o IBGE, a estimativa inicial é que ocorra no fim do ano, entre os meses de novembro e dezembro. O tempo perdido até agora, conforme a assessoria de imprensa do órgão, não deve atrasar a publicação.

Após a extinção da FEE, o Piratini contratou a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) para elaborar os indicadores econômicos do Estado, entre eles o PIB. Em nota, a Secretaria Estadual do Planejamento, Governança e Gestão (SPGG) afirma que o convênio com o IBGE para a realização do PIB será mantido. “Porém, o convênio não mais será com a extinta FEE e, sim, com a própria secretaria.”

Convênio com a Fipe gera economia, diz governo

Após 44 anos de existência, as atividades da FEE foram encerradas em 6 de abril, por meio de decreto publicado no Diário Oficial do Estado. O governo Sartori argumenta que a extinção da Fundação e a contratação da Fipe gera economia: “Para realizar as 20 atividades de consultoria nas sete áreas de atuação, a Fipe utilizará uma equipe de 17 pessoas e custará R$ 3,3 milhões. Se comparada a FEE, as mesmas 20 atividades eram realizadas por 41 pessoas ao custo R$ 6 milhões”, diz a nota da SPGG, que lembra ainda dos encargos sociais, “que representam um acréscimo de 46% do valor total”.


Correio do Povo

Nenhum comentário:

Postar um comentário