Mudanças no Distanciamento Controlado contra Covid-19 devem endurecer regras

Governador Eduardo Leite poderá anunciar algumas alterações ainda nesta quinta-feira

Governo já havia anunciado alteração nas análises do Distanciamento Controlado

Governo já havia anunciado alteração nas análises do Distanciamento Controlado | Foto: Felipe Dalla Valle / Palácio Piratini / Divulgação / CP


Alterações no Distanciamento Social Controlado deverão ser anunciadas pelo governador Eduardo Leite (PSDB). As mudanças foram pauta de duas reuniões do tucano com o Conselho de Dados da Covid-19 nas últimas 48 horas. A intenção é a de bater o martelo sobre as mudanças a tempo de viabilizar a apresentação na live de hoje, às 14h. Entre elas, estão a extinção de “travas”, que, na prática, tornarão os critérios de classificação das 20 regiões do Estado por bandeiras mais rígidos.

Atualmente, um dos pontos considerados uma trava, impedindo que regiões sejam rebaixadas a cores que indicam maior risco, como vermelha e laranja, é o número de internações por coronavírus nos últimos sete dias, que não pode ser superior a cinco. Portanto, mesmo que outros aspectos analisados de determinada região tenham avaliações de maior risco, como o alto índice de ocupação de leitos de UTIs, se cinco novos casos de hospitalização não forem oficializados, ela permanece sem alteração de bandeira. Este ponto será revisto.

O monitoramento dos percentuais de ocupação de UTIs também será modificado. Hoje, são consideradas as vagas por macrorregião. Novo Hamburgo chegou nos últimos dias à ocupação de 98% dos leitos, mas não foi classificado com bandeira de maior risco em função de vagas próximas na região do município. Está em discussão ainda a possibilidade de alterações nas cores de bandeiras, que ocorrem aos sábados, de forma antecipada, no caso de piora significativa em alguma região.

“O distanciamento controlado é novo, inédito, portanto, precisa de aperfeiçoamentos que são identificados no dia a dia, na prática. As mudanças de agora visam garantir maior margem para se antecipar ao colapso, adotando medidas precocemente”, disse interlocutor do governo à colunista.

Recentemente, o governo já havia anunciado alteração nas análises do Distanciamento Controlado, cujos critérios passaram a considerar como novos casos apenas com base nas internações, não os testes positivos. O objetivo foi o de evitar punições e responsabilizações a municípios que testam mais sua população.

Dias depois

Recentemente, o governador Eduardo Leite, em voto de confiança, garantiu maior liberdade para prefeitos agirem no enfrentamento à pandemia. Pelos visto, após poucos dias da decisão, a iniciativa não deu muito certo, com o agravamento dos cenários e municípios correndo o risco de rebaixamento para a bandeira vermelha. Gestores municipais, majoritariamente, estão bem mais suscetíveis às pressões por flexibilizações e retomada de atividades. A conta, no entanto, chega dias depois, com os aumentos de casos de contaminados e de mortes e o consequente recuo forçado.


Correio do Povo


Número de pacientes em UTI por Covid-19 volta a bater recorde em Porto Alegre
Contas do governo são aprovadas com ressalvas pelo TCU

Casos de Covid-19 no Centro Histórico aumentam 220% em menos de 20 dias

Petrópolis tem 83 casos e continua sendo o bairro com mais moradores diagnosticados com a doença

Centro Histórico de Porto Alegre teve crescimento expressivo de casos confirmados da Covid-19 nos últimos dias

Centro Histórico de Porto Alegre teve crescimento expressivo de casos confirmados da Covid-19 nos últimos dias | Foto: Ricardo Giusti


Em menos de 20 dias, os números nos bairros com mais moradores com coronavírus em Porto Alegre chegaram a aumentar 220%. É o caso do Centro Histórico, que, de 20 maio para 7 de junho, foi de 15 confirmados com a Covid-19 para 48, saindo da 11ª posição para o segundo lugar entre as regiões com mais infectados. O bairro com o maior número de residentes com a doença continua sendo o Petrópolis, que foi de 43 para 83, um aumento de 93%. A quantidade de bairros que não tinha confirmações diminuiu de oito para três: Pedra Redonda e Extrema, na zona Sul, e Anchieta, na zona Norte. Apesar disso, a prefeitura avalia que não há crescimento anormal em nenhuma região.

O secretário-adjunto da Saúde em Porto Alegre, Natan Katz, explicou que uma taxa de dobra - número de dias que demora para dobrar os casos em determinado local – de 14 dias é considerada bastante baixa. “Significa que cada pessoa que estava ali transmitiu para mais uma só, quer dizer que a infecção está supercontrolada”, diz. De 20 de maio a 3 de junho, o Centro, por exemplo, havia tido um aumento de 160%, enquanto o Petrópolis não havia chegado a duplicar (74%). De acordo com ele, o aumento do número de casos em um mesmo bairro pode ter relação com a transmissão ocorrendo dentro de casa, de uma pessoa infectada passando para algum familiar, por exemplo.

Para a situação de um bairro específico se tornar preocupante, explica Katz, os números precisariam ser maiores. Na avaliação dele, que é epidemiologista, o vírus parece estar mais se espalhando pela Capital do que se concentrando em determinados territórios. Segundo o secretário-adjunto, diferentemente da dengue, que tem o mosquito como vetor e é mais facilmente identificada por regiões, a Covid-19 é uma doença respiratória que se espalha entre as pessoas e, a partir do momento em que há transmissão comunitária, ela acaba acometendo toda a cidade. Ele lembrou ainda que o levantamento considera o endereço das pessoas com a doença, o que não quer dizer que um local tenha mais coronavírus que outro. Uma pessoa que mora do Petrópolis pode estar internada em um hospital do Centro, por exemplo, mas a contagem vai para o bairro onde reside.

Bairro Petrópolis segue com a maior quantidade de casos confirmados de Covid-19 em Porto Alegre

Bairro Petrópolis segue com a maior quantidade de casos confirmados da Covid-19 em Porto Alegre | Foto: Ricardo Giusti

O maior número na região central de Porto Alegre tem relação com o fato de o vírus começar a surgir nos locais com moradores de maior poder aquisitivo e que, portanto, viajavam mais para o exterior. A tendência, no entanto, é de que o mapa geral se torne mais homogêneo à medida que a doença se dissemina para as regiões periféricas.

Apesar disso, Katz ressalta que o mapeamento de Porto Alegre não está corrigido por nenhuma taxa populacional e que bairros mais populosos, como o Petrópolis, por exemplo, tendem a ter mais casos. O crescimento dos números pode ter relação com a flexibilização do isolamento social, mas também com outros fatores, como o aumento da testagem. Atualmente, segundo a Secretaria Municipal de Saúde, todas as pessoas com sintomas em Porto Alegre são testadas.

Mestre e doutor em Epidemiologia, o professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs), Paulo Petry, concorda que o crescimento dentro dos bairros e de um bairro para outro possa ser natural, mas chama a atenção para o fato de que, independente da densidade populacional, o número absoluto de casos tem mais que dobrado em bairros como o Centro Histórico e ficado próximo disso em outros. “Não se pode negar que há um aumento. Se comparar entre bairros, aí, sim, a densidade populacional é importante, mas quando se olha só o bairro e tem aumento, é um alerta”, observa. Ele também cita que o aumento da testagem e a flexibilização do isolamento são fatores importantes, mas não considera ser o momento de retomar restrições porque é necessário se levar em conta as responsabilidades individuais das pessoas, como uso de máscara e álcool gel.

Defasagem

Os dados referentes à distribuição de casos de coronavírus pelos bairros de Porto Alegre têm uma defasagem. A última atualização do mapeamento virtual da Diretoria Geral de Vigilância em Saúde é do dia 7 de junho, somando 1.538 pessoas com a doença. A contagem oficial, no entanto, já considera até o dia 9 de junho, quando havia 1.761 casos na Capital. A diferença de acordo com a SMS, se dá porque os números na plataforma de distribuição territorial do coronavírus precisam ser adicionados semanalmente de forma manual a partir do monitoramento do e-SUS. A ideia é que, nos próximos dias, os sistemas sejam integrados, o que possibilitará uma atualização automática.

Incidência

Apesar de ser o bairro de Porto Alegre com maior número de pessoas com Covid-19, o Petrópolis não tem ficado nem entre os dez com a maior incidência da doença. Desde que o mapeamento começou a ser divulgado pela Diretoria Geral de Vigilância em Saúde, em 20 de maio, até a atualização do dia 3 de junho, o Jardim Europa vinha sendo o primeiro território da lista feita pela Rede Urbanismo Contra o Corona. Utilizando como fonte os dados disponibilizados pela prefeitura e o Censo de 2010 do IBGE, o diferencial desse levantamento é analisar a taxa de incidência a cada 100 mil habitantes.

Uma das arquitetas responsáveis pelo mapeamento, Camila Bellaver, explica que muitas vezes o número absoluto de casos de um bairro pode ser alto, mas acaba diluído diante do tamanho da população. O Petrópolis, por exemplo, apesar de ter um número absoluto de confirmados maior do que os outros, está entre as regiões mais populosas de Porto Alegre, com 37.496 habitantes. O mesmo ocorre com o Centro Histórico, que tem 39.154 residentes.

O Bela Vista e o Rio Branco, por sua vez, empatados em terceiro na lista com mais infectados, com 48 casos, também têm entrado para a listagem de maior incidência por serem um pouco menos populosos: 11.787 e 17.531 habitantes, respectivamente. Já o Jardim Europa, que, em números absolutos, fica muito atrás - 18 casos de Covid-19, de acordo com a última atualização do Executivo -, tem somente 2.299 moradores, fazendo com que o número se torne mais significativo.

Depois do Jardim Europa, a maior incidência se dá nos bairros Três Figueiras, Jardim São Pedro, Bela Vista, Mon'Serrat, Farroupilha, Rio Branco, Moinhos de Vento, Santa Maria Goretti e Chácara das Pedras. A lista da Rede Urbanismo Contra o Corona, contudo, ainda não foi corrigida com a última divulgação, de 7 de junho, o que deve ocorrer em breve. O grupo pretende manter o mapeamento sempre que a prefeitura atualizar os dados.


Correio do Povo


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Rio Grande do Sul pode ter temporais nesta quinta-feira

Mais uma vez, metade Norte deve ser a mais atingida pelas chuvas

Temporais devem atingir o Rio Grande do Sul nesta quinta-feira


Uma frente quente começa a avançar pelo Rio Grande do Sul nesta quinta-feira. Com isso, quase todo o Estado deve ter chuva ao longo do dia, especialmente na Metade Norte Da tarde para noite, o sistema avança e tende a provocar chuva na região Central.
De acordo com a MetSul Meteorologia, muitas nuvens permanecem sobre o Estado. Ao longo do dia, chance de abertura em alguns pontos. A metade Norte também deverá registrar temperaturas mais elevadas. 
Com o avanço da frente quente, deve haver temporais em toda a região Sul do Brasil nos próximos dias. 
Em Porto Alegre, deve chover. A mínima na Capital deve ser de 14°C, e a máxima não ultrapassa os 23°C.

Mínimas e máximas no RS

Caxias do Sul 15°C / 22°C
São José dos Ausentes 13°C / 20°C
Erechim 17°C / 22°C
Santa Rosa 17°C / 26°C
Pelotas 12°C / 20°C
Uruguaiana 11°C / 23°C

Correio do Povo

TCU vê irregularidades e aprova com ressalvas contas do governo Bolsonaro

Tribunal de Contas da União recomendou ainda que o governo dê transparência aos gastos com publicidade

O relator, ministro Bruno Dantas, chamou a atenção para situações que, segundo ele,


O Tribunal de Contas da União (TCU) apontou seis irregularidades nas contas do primeiro ano do governo Jair Bolsonaro, que tiveram recomendação de aprovação com ressalvas devido à identificação de "dribles" a normas que regem as contas públicas.
O relator, ministro Bruno Dantas, chamou a atenção para situações que, segundo ele, "insinuam movimento de afrouxamento das regras fiscais". Para ele, esses sinais podem ser "nefastos" para a saúde das finanças.
"O País precisa evitar a todo custo a relativização das regras fiscais, seja sob qual pretexto for. A responsabilidade fiscal dever ser o pilar a ser perseguido não apenas formalmente, mas, sobretudo, materialmente", afirmou Dantas. O parecer será enviado ao Congresso, responsável por apreciar as contas presidenciais.
Como antecipou o Estadão/Broadcast o pagamento de R$ 1,5 bilhão em benefícios previdenciários sem o devido respaldo no Orçamento foi um dos motivos de ressalva às contas. A despesa deveria ter sido executada em 2019, mas acabou virando um "orçamento paralelo" que só foi devidamente registrado no início de 2020.
Na prática, o INSS ficou sem dotação orçamentária, mas continuou executando os pagamentos a aposentados, pensionistas e outros beneficiários do órgão. A prática fere a Lei de Responsabilidade Fiscal, a Constituição e pode ser considerada crime contra as finanças públicas.
O relator chamou atenção ainda para a instituição de R$ 182,86 milhões em renúncias tributárias de forma irregular em 2019. Outro alerta veio da capitalização da Emgepron, estatal militar criada para financiar a construção de corvetas e navios para a Marinha. Segundo Dantas, o aporte de R$ 7,6 bilhões na empresa foi feito apenas para "formar caixa" na estatal e destravar a despesa para a construção das embarcações, que dentro do Orçamento estava limitado pelo teto de gastos, que impede o avanço das despesas acima da inflação.

Publicidade

O TCU recomendou ainda que o governo dê transparência aos gastos com publicidade, inclusive de empresas estatais. No ano passado, quase R$ 1 bilhão foi desembolsado pelos cinco maiores contratantes do governo, incluindo as empresas públicas.
Só o Poder Executivo autorizou R$ 524 milhões em comunicação social, sendo a maior parte (97%) distribuída entre publicidade de utilidade pública (R$ 283 milhões) e comunicação institucional (R$ 226 milhões) - essa integralmente empenhada pela Presidência da República.

Agência Estado e Correio do Povo

Mini System LG Bluetooth 220W CD Player FM - USB Xboom CK43


Mini System LG Bluetooth 220W CD Player FM - USB Xboom CK43

O novo Mini System LG X Boom CK43 tem 220W RMS de potência dividido em duas caixas acústicas, garantindo maior qualidade para o seu som. O produto é perfeito para ouvir as músicas do seu smartphone, pois possui a função Multi Bluetooth, que através dessa função é possível parear até 03 dispositivos móveis ao mesmo tempo, sem precisar desconectar um smartphone para conectar o outro. Dá para comandar a festa pelo aplicativo LG Music Flow Bluetooth que permite controlar todas as funções do aparelho celular. Tem também a função USB Direct Recording , na qual é possível gravar as músicas de um CD diretamente para o seu pen drive, ou também de um pen drive para outro. Ele também possui duas portas USB que possibilita ter até 02 dispositivos conectados ao mesmo tempo. O modelo possui equalizações pré-definidas de ritmos brasileiros para você ouvir suas músicas com a maior qualidade possível. O design inspirado em uma mesa de DJ profissional e você consegue reproduzir sua coletânea em MP3 em uma das 02 portas USB e sua melodia favorita através do CD Player ou Rádio FM.




Link: https://www.magazinevoce.com.br/magazinelucioborges/p/mini-system-lg-bluetooth-220w-cd-player-fm-usb-xboom-ck43/2083975/

Fachin vota pela validade de inquérito das fake news, mas defende ajustes

Julgamento prosseguirá na próxima quarta-feira

Para Fachin, o objeto do inquérito deve ser limitado a manifestações que ameacem membros do STF e familiares

O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, votou nesta quarta-feira, pela validade do controverso inquérito das fake news, mas defendeu ajustes que podem limitar o alcance das investigações. Entre os pontos, a delimitação de um foco específico da apuração nos ataques feitos a integrantes da Corte e a instituições, a maior participação do Ministério Público Federal no caso e o respeito à liberdade de expressão. O julgamento prosseguirá na próxima quarta-feira, dia 17.
O inquérito é criticado por ser amplo demais e, até agora, tem como principais alvos apoiadores do presidente Jair Bolsonaro.
Em seu voto, Fachin afirmou que "são inadmissíveis", no estado democrático de direito, a defesa da ditadura, do fechamento do Congresso Nacional ou do Supremo. "Não há liberdade de expressão que ampare a defesa desses atos. Quem quer que os pratique precisa saber que enfrentará a Justiça constitucional de seu país", afirmou Fachin. "Quem quer que os pratique precisa saber que este Supremo Tribunal Federal não os tolerará."
A investigação passou a ser fonte de preocupação no Palácio do Planalto após uma operação policial há quinze dias fechar o cerco contra o chamado "gabinete do ódio", grupo de assessores do Palácio do Planalto comandado pelo vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ), filho do chefe do Executivo.
Entre os alvos da ação policial estavam blogueiros, youtubers e empresários suspeitos de participar de uma rede que atua na disseminação de fake news e de ataques aos ministros do STF e seus familiares.
Para Fachin, o objeto do inquérito deve ser limitado a manifestações que ameacem membros do STF e familiares, atentando contra o Supremo e a democracia. Segundo ele, o inquérito não deve avançar sobre reportagens, postagens e compartilhamentos em internet e redes sociais que não façam parte de um esquema de divulgação em massa.
O ministro ponderou, no entanto, ser preciso garantir direitos fundamentais dos cidadãos, como a liberdade de expressão, a liberdade de imprensa, além do direito de investigados terem acesso aos conteúdos dos procedimentos criminais dos quais são alvo.

Controvérsias

O inquérito teve início em meio a polêmica de ter sido instalado por ato de ofício, assinado pelo presidente do Supremo, ministro Dias Toffoli, sem uma provocação do Ministério Público Federal, prática considerada incomum.
Igualmente questionada foi a escolha do relator do inquérito dentro do STF. Toffoli escolheu o ministro Alexandre de Moraes para comandar a investigação sem que houvesse um sorteio ou consulta aos demais ministros em plenário.
Na ação que começou a ser julgada nesta quarta-feira, a Rede Sustentabilidade se opôs ao inquérito por considerá-lo ofensivo ao preceito constitucional da separação dos Poderes e por entender que o STF estaria extrapolando suas competências ao conduzir uma investigação criminal. Fachin é o relator deste pedido e, por isso, foi o primeiro a votar. O julgamento deve ser retomado na semana que vem com o voto dos demais ministros.
Em seu voto, o ministro-relator reconheceu que "investigar, acusar, defender e julgar são afazeres e funções distintas" e que "nas democracias há um sistema de Justiça a ser preservado". Mas, na visão dele, o regimento interno do Supremo permite à Corte determinar a abertura de inquéritos. Apesar disso, Fachin alertou que a regra não pode funcionar como um "salvo-conduto genérico, amplo e sem limites".
O procurador-geral da República, Augusto Aras, disse em sua manifestação que não pedia para acabar com o inquérito. "Mas, simplesmente, para que esta Suprema Corte estabeleça as balizas necessárias para que o inquérito não se eternize, mantenha-se no objeto delimitado, e que todos os atos e diligências sejam previamente submetidos à apreciação do MPF", disse.

Agência Estado e Correio do Povo

Aras acusa imprensa de disseminar fake news

Procurador-Geral da República afirmou que notícias falsas são espalhadas por "todos os segmentos da comunicação moderna" e não apenas blogs ou redes sociais

Augusto Aras criticou imprensa

Em manifestação oral durante o julgamento de ação que pede a suspensão do inquérito das fake news , iniciado nesta quarta-feira, 10, o procurador-geral da República, Augusto Aras , acusou a imprensa de disseminar noticias falsas. O PGR afirmou que as fake news são espalhadas por ‘todos os segmentos da comunicação moderna’ e não apenas blogs ou redes sociais.
Aras disse ainda que que as pessoas precisam ‘ter mais cuidado na leitura das notícias’ para não acreditar em mentiras.
“Sabemos que esse fenômeno maligno das fake news não se resume a blogueiros ou às redes sociais. Ele é estimulado por todos os segmentos da comunicação moderna, sem teias, sem aquele respeito que a minha geração aprendeu a ler o jornal, acreditando que aquilo era verdade”, disse.
Segundo ele, é preciso ter atenção às informações consumidas. “Temos que hoje ter mais cuidado na leitura das notícias para fazermos um filtro fino para encontrar um mínimo de plausibilidade em relação a esta campanha de fake news, que não guarda limites de nenhuma natureza. E o pior, que vai estimulando comoções sociais, que vai sustentando pensamentos extremistas, que vai levando a sociedade já desesperada, em meio a uma calamidade pública, a sentimentos de revolta, incitação, e submetida a reações muito delicadas para a nossa democracia”, complementou.
Para o presidente da Associação Nacional dos Jornalistas (ANJ), Marcelo Rech, o procurador-geral da República demonstrou ‘total desconhecimento’ sobre o jornalismo profissional. “Veículos de comunicação não vivem de erro – como o próprio Ministério Público, buscam o acerto e a precisão. E, quando erram, por dever ético corrigem o erro ou podem ser responsabilizados”, rebateu Rech. Ele destacou ainda que ‘veículos têm CNPJ e responsabilidade legal sobre o que divulgam – e não se escondem no anonimato ou atrás de robôs, como fazem os disseminadores profissionais de mentiras’.
Aras aproveitou a manifestação para a negar que tenha tentado pôr fim às investigações. O chefe do Ministério Público Federal afirmou que considera o inquérito constitucional e pediu direito de se manifestar previamente sobre os atos e diligências determinados pelo STF no âmbito do processo.
O plenário do Supremo deve decidir em breve se mantém ou suspende as investigações. O julgamento, iniciado nesta quarta, será retomado em uma semana. Até o momento, apenas o relator da ação, ministro Edson Fachin, proferiu voto. Ele se posicionou pela continuidade do inquérito.

Agência Estado e Correio do Povo


Fachin vota pela validade de inquérito das fake news, mas defende ajustes








Vagas de emprego em Porto Alegre - 10.06.2020

Lúcio, muitas empresas estão com vagas abertas! Milhares de vagas foram publicadas nas últimas semanas
Muitas empresas estão
com vagas abertas!
Milhares de vagas foram publicadas nas últimas semanas
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Grande SP vai relaxar isolamento, mas regras serão endurecidas no interior

Amanda Perobelli/Reuters
Grande SP vai relaxar isolamento, mas regras serão endurecidas no interior
O governo de São Paulo anunciou nesta quarta-feira, 10 de maio, uma revisão no plano de reabertura do estado implementado há duas semanas. A partir do próximo dia 15, algumas regiões poderão flexibilizar as medidas de isolamento, mas o aumento de casos e óbitos pela covid-19 no interior fez com que o governo decidisse endurecer novamente as regras de isolamento em alguns locais. 
Ricardo Moraes/Reuters 
Câmara aprova projeto que exige uso de máscaras pela população
A Câmara dos Deputados aprovou ontem o uso obrigatório de máscaras em todo o país enquanto durar a pandemia do coronavírus. A proposta já tinha passado pela Casa, mas foi modificada pelo Senado, por isso voltou e, agora, segue para sanção presidencial. A proposta prevê multa em casos de descumprimento e determina que governadores e prefeitos deverão definir e regulamentar o valor da punição.
Ueslei Marcelino/Reuters
Governo estuda aplicar diagnóstico de covid-19 sem teste
O Ministério da Saúde e representantes de conselhos de secretários de estados e municípios discutem a ampliação do diagnóstico da covid-19 por meio de exames de imagem ou clínico-epidemiológicos. Essas análises consideram, por exemplo, tomografia, sintomas da doença e contato do paciente com pessoas infectadas pelo vírus. Na leitura de gestores do SUS, a medida evitaria ficar refém da disponibilidade de testes.
Rodrigo Capote/Bloomberg/Getty Images
USP desenvolve vacina por spray nasal contra a covid-19
A Universidade de São Paulo (USP) está desenvolvendo uma vacina por spray nasal contra a covid-19. De acordo com a universidade, o modelo de imunização já foi testado – com resultados positivos – em camundongos contra a hepatite B. Para construir a nova vacina, os pesquisadores da USP colocaram uma proteína do novo coronavírus dentro de uma nanopartícula, criada a partir de um substrato natural.
LabCidade/FAU-USP/Agência Fapesp
Mapa mostra quantos casos de coronavírus têm em cada rua de São Paulo
A covid-19 se espalhou por toda a cidade de São Paulo. Não há um bairro e região que não tenha incidência de casos da doença. É o que mostra o mapeamento de hospitalizações realizado por pesquisadores do LabCidade, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU-USP). Confira se no seu endereço há casos de contaminação pelo vírus. 

“Se não tivesse Olavo, o PT estava aí até hoje”, afirma o jornalista Kim Paim (veja o vídeo)