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por Clayton Castelani
Cálculo válido antes da reforma da Previdência reduziu benefício de profissionais da educação infantil e dos ensinos fundamental e médio
O STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu que é constitucional o desconto do fator previdenciário na aposentadoria por tempo de contribuição paga pelo INSS a professores da educação infantil e dos ensinos fundamental e médio.
O resultado do plenário virtual sobre o Recurso Extraordinário 1.221.630 foi divulgado nesta sexta-feira (5) no site do Supremo.
Os ministros também decidiram, por unanimidade, que a decisão tem repercussão geral, ou seja, vale para todas as ações que discutem esse mesmo tema.
O entendimento impede que os benefícios já concedidos a professores possam ser revisados para a retirada do fator previdenciário, segundo o advogado João Badari, do escritório Aith, Badari e Luchin.
Também ficou confirmada pela decisão da corte a validade do fator para aposentadorias do INSS que forem solicitadas por professores que alcançaram os requisitos para pedir o benefício antes de 13 de novembro de 2019, data em que a reforma da Previdência extinguiu a aposentadoria por tempo de contribuição e o próprio fator previdenciário.
“Infelizmente, nesse caso, o STF deixou de lado a justiça social aos educadores de nossos filhos, que após duas ou mais décadas de extenuante labor tiveram os malefícios do fator aplicados em seu benefício, trazendo significativa redução em suas aposentadorias”, diz Badari.
Fator previdenciário
Antes da reforma da Previdência, o valor médio das contribuições feitas ao INSS pelos trabalhadores era multiplicado por um fator, calculado a partir de três informações: idade no momento da aposentadoria por tempo de contribuição, expectativa de sobrevida e o tempo de contribuição.
Nas aposentadorias por tempo de contribuição, que não exigiam idade mínima, o fator previdenciário poderia reduzir consideravelmente o benefício de aposentados que combinavam um período contributivo não muito elevado com idades consideradas baixas (menos de 60 anos de idade, por exemplo).
Por ter a vantagem de se aposentar cinco anos mais cedo em relação às demais categorias profissionais (com exceção daquelas com direito a aposentadorias especiais), professores que se aposentaram com o período mínimo de contribuição (25 anos, para mulheres, e 30 anos, para homens) sofreram grande impacto do fator nas suas respectivas rendas.
“Eu cito o exemplo de um homem com 53 anos de idade e 30 anos de magistério: ele tem redução de aproximadamente 40% da média salarial. Se a média dele for de R$ 3.500 por exemplo, o valor da aposentadoria será de R$ 2.100”, calcula Badari.
“Em outro caso, de professora com 48 anos de idade, cuja média seja de R$ 3.000, o valor do benefício será de R$ 1.600. Quase metade do valor que custeou para os cofres da autarquia”, completa o advogado.
Ainda considerando professores que preencheram os requisitos de aposentadoria pelo INSS antes da reforma da Previdência, professores que se enquadram no sistema de cálculo 80/90 progressivo não sofrem desconto do fator previdenciário.
Fonte: Folha Online - 05/06/2020 e SOS Consumidor
Os protestos que marcaram o fim de semana podem continuar reverberando no cenário político nesta segunda-feira, no Brasil e no exterior. A Desperta destaca ainda o recuo da reabertura no Distrito Federal, que mostra o desafio de reabrir o Brasil em meio à pandemia. Boa leitura.
Manifestantes no Brasil: protestos em várias cidades no domingo | Diego Vara/Reuters
1 - PROTESTOS
Depois de um fim de semana marcado por protestos contra o racismo nos Estados Unidos e no mundo, nesta segunda-feira, 8, milhares de americanos devem participar da despedida final de George Floyd. O corpo do americano, morto pela polícia em Minneapolis no dia 25 de maio, será velado em cerimônia aberta ao público em Houston, no Texas. Será o terceiro e último velório de Floyd. Também nesta segunda-feira, o pré-candidato à presidência, Joe Biden, fará uma rara viagem em meio à pandemia para se encontrar com a família do jovem. Os protestos antirracistas chegaram ontem a seu 13º dia seguido nos EUA, com algumas das maiores manifestações até então. Atos também aconteceram na Europa e no Brasil - onde o lema do "Vidas Negras Importam" se juntou à pauta de oposição ao presidente Jair Bolsonaro. Cidades como Rio, São Paulo e Porto Alegre tiveram protestos ontem.
2 - RECUO NO DF
Em contraste com outros países, que começaram a reabrir a economia depois de observar uma redução no número de casos de covid-19, o Brasil iniciou esse processo sem ter indícios de que a pandemia já tenha atingido o pico. Algo que acontece no Distrito Federal, que, a partir desta segunda-feira, 8, terá fechamento do comércio em algumas regiões. Desde a flexiblização da quarentena, em 27 de maio, o número de casos no DF dobrou, para quase 16.000. No interior de São Paulo, também há relatos de cidades que optaram por manter a quarentena mais rígida, apesar da decisão estadual de flexiblização. No Rio de Janeiro, a prefeitura anunciou ontem que vai manter a reabertura em fases, apesar de a lei estadual ser mais flexível. A pandemia do coronavírus bateu ontem à noite a marca de 7 milhões de casos confirmados no mundo, além de mais de 402.000 óbitos. O Brasil segue sendo o terceiro em mortes, com mais de 36.000 óbitos e 691.000 casos.
3 - HOME OFFICE DA POSITIVO
Em todo o mundo, as empresas de tecnologia são as que estão se saindo melhor na crise do novo coronavírus. Há poucas representantes do setor na bolsa brasileira, mas uma das mais importantes divulga nesta segunda-feira, 8, após o fechamento do mercado, seus resultados relativos ao primeiro trimestre do ano: a paranaense Positivo, que produz computadores e celulares. Desde 23 de março, quando atingiu o menor valor do ano, a ação da Positivo já avançou 146% (ante 51% do Ibovespa). Os analistas do mercado de ações apontam que o otimismo sobre o desempenho da Positivo vem primeiro da situação financeira confortável que a empresa exibia antes da pandemia e pelo domínio de seu mercado-alvo de computadores, o de notebooks até 1.200 reais – mercado no qual a Positivo tem 89% de participação.
4 - TELEJOGO NO SENADO
O Senado Federal deve analisar nos próximos dias a Medida Provisória 923/2020 que autoriza emissoras de televisão, rádios e organizações da sociedade civil a realizar o chamado telejogo. Comuns na década de 1990, eles foram proibidos por decisão judicial em 1998. O retorno do telejogo é para promover ações de marketing que envolvam sorteio de prêmios, distribuição gratuita de brindes, concursos ou operações semelhantes. O texto prevê que os sorteios podem ser feitos por telefone, sites e aplicativos de celular. Aprovada pela Câmara dos Deputados na semana passada, a proposta proíbe ações que configurem jogo de azar ou bingo. Sorteios e brindes gratuitos de até 10.000 reais mensais poderão ser realizados. Caberá ao Ministério da Economia autorizar e fiscalizar os sorteios.
O Ministério da Saúde divulgou dois balanços diferentes para a covid-19 neste domingo, 7. Primeiro, foram 1.382 novos óbitos em 24 horas (um recorde para um domingo). Depois, o governo atualizou o site oficial com 525 novos óbitos. A pasta ainda não explicou a diferença.
Antes disso, o Ministério Público Federal pediu no fim de semana esclarecimentos à Saúde sobre a demora em divulgar os dados e a decisão de não mostrar o total de casos acumulados. Entenda o caso.
O empresário Carlos Wizard desistiu de integrar o Ministério da Saúde. Wizard virou centro da polêmica sobre recontagem de casos ao acusar os estados de estarem "inflando" o número de mortes por covid-19.
Nos protestos no Reino Unido no domingo, 7, manifestantes chegaram a derrubar uma estátua de um traficante de escravos em Bristol. Veja o vídeo.
No mundo farmacêutico, uma possível união entre a vacina e o remédio: a AztraZeneca, que pesquisa uma vacina para o covid-19, e a Gilead, dona do remdesivir, discutem informalmente uma fusão, segundo a Bloomberg.
A Nova Zelândia disse nesta segunda-feira que o coronavírus foi "eliminado" do país e que todas as restrições terão fim, menos o controle das fronteiras.
O Dia dos Namorados será muito mais caseiro neste ano. Descubra nesta pesquisa do Google o que os brasileiros pretendem fazer (e comprar).
O dólar voltou a ficar pouco abaixo de 5 reais na sexta-feira, mas ainda segue acima de patamares vistos há alguns anos. Nesta matéria, a EXAME ouviu dezenas de especialistas e empresários para entender por que o dólar a 3 reais pode ser "coisa do passado".
De colaboração entre empresas (mesmo as concorrentes) a capacidade de adaptar o negócio, seis aprendizados das empresas para o pós-pandemia.
Bill Gates recomenda quatro ferramentas que usa para aprender. Veja as dicas.
Nem a crise do coronavírus impediu o crescimento do mercado de carros esportivos. Confira os mais vendidos até agora.
Lives
18h30 - André Esteves, do BTG Pactual, entrevista David Rubenstein, co-fundador do The Carlyle Group (veja no YouTube)
Bolsa
HOJE | Xangai / +0,24%
Tóquio / +1,37%
Londres / +0,19% (às 7h)
SEXTA | Ibovespa / +0,86%
S&P 500 / +2,26%
Dólar / 4,99 reais (-2,80%)
O britânico Antony Cauvin estava há pelo menos dois meses sem abraçar a avó quando criou uma "tecnologia" para tal: uma espécie de cortina separadora, incluindo espaço para as mãos, que permitiu o abraço. Neste vídeo, a BBC ouviu a história da família e mostrou como funciona a invenção (em inglês).
Abraço de plástico: o britânico Antony Cauvin inventou o equipamento que o permitiu abraçar a avó | BBC/Reprodução
por Letícia Moura
Segundo levantamento, 86,9% das pessoas entrevistadas tiveram alguma perda financeira
Levantamento da Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste) constatou que 86,9% das pessoas entrevistadas, no estado do Rio, tiveram algum tipo de perda financeira devido à pandemia do novo coronavírus. Ainda segundo o levantamento, 31% dos entrevistados tiveram redução salarial, 24% entraram em férias coletivas e 16,2% foram demitidos por conta da pandemia. Essa questão foi direcionada para 92 entrevistados que trabalhavam antes da crise da covid-19. De acordo com a especialista em Relações Institucionais da Proteste, Juliana Moya, o prejuízo geral está em torno de R$ 3500 por pessoa.
Entre os dias 14 e 15 de maio, participaram da pesquisa 108 consumidores de todas as classes sociais, mas com a maior concentração da classe média (76%). Os indivíduos das classes baixa e alta representaram 13% e 11% desta análise, respectivamente.
Conforme o estudo, a redução de renda profissional (61,8%) e o cancelamento de eventos (41,5%) foram as principais causas da perda financeira em decorrência da crise provocada pela pandemia. A redução de renda profissional lidera a lista de prejuízos e impactou em média R$ 1.389 dos ganhos da renda dos que responderam ao questionário virtual.
As pessoas também foram impactadas pela perda em investimentos (24,3%), com o valor médio do dano em R$ 1042. A perda com aluguel de imóveis também afetou 25,3% dos entrevistados, o que provocou a redução de R$ 789, em média, no orçamento.
Dificuldade para pagar as despesas
A pesquisa revela que a pandemia de covid-19 também pode contribuir para a inadimplência. Das alternativas oferecidas no levantamento, cartão de crédito (40%), assistência médica (30,9%) e atividades educativas (28,3%) estão entre as despesas que as famílias estão com mais dificuldade ou totalmente impossibilitadas de pagar. As contas de gás, luz e água também ficaram em destaque, com 26,7% dos votos. O pagamento do aluguel de casa também tem sido um problema durante esse cenário crítico. Cerca de 22,3% relevaram o aperto para quitar este gasto.
Com a redução no orçamento e desemprego, as pessoas precisaram mexer em suas economias. Cerca de 59,8% dos 108 entrevistados já tiveram que recorrer ao dinheiro guardado para saldar as faturas. Outros 17,7% disseram que não usaram a reserva econômica, mas ainda vão precisar utilizar.
Fonte: O Dia Online - 06/06/2020 e SOS Consumidor
por Isabela Bolzani

Com compras no supermercado mais espaçadas, valor médio por transação ficou maior
Gastos com Uber, almoço fora de casa e também o cafezinho depois do almoço, happy hour e os passeios de final de semana desapareceram dos cartões de crédito depois da imposição de medidas de isolamento social e a crise econômica causada pela pandemia de Covid-19.
E levaram a uma redução nos gastos em geral em meio a um esforço das famílias para cortar despesas após perda de renda.
Foi o que aconteceu com Cintia Ramos, 30. Ela, que é sócia da Diaspora.Black —uma empresa de turismo voltada para a cultura negra— viu os gastos do final do mês diminuírem tanto no âmbito pessoal quanto no corporativo ante o atual momento.
“Diminuímos o número de posições que alugávamos em uma sala de coworking [modelo de trabalho com o compartilhamento de espaços] e readequamos a oferta para o online. Além disso, sem ir para o trabalho e sem passar pelas lojas nas ruas, também diminuí as compras com brincos, roupas, produtos para o cabelo e Uber”, afirma a empresária.
Dados do Banco Central para abril apontam uma redução de 16,2% nas concessões totais no cartão de crédito para pessoas físicas, para R$ 85,8 bilhões —o menor patamar desde junho de 2018.
Apenas nas concessões à vista, quando o consumidor usa o cartão para as compras do mês e quita integralmente a fatura, a queda foi de 23,5%.“Vimos uma queda grande no uso do cartão nas primeiras semanas da crise. O volume vem aos poucos se recuperando, porém abaixo ainda do período anterior às medidas de isolamento”, afirma o diretor do Itaú Unibanco, Fernando Amaral.
Ele notou também uma mudança de comportamento: as compras são menos frequentes, mas mais caras: o tíquete médio subiu 6% em relação ao mesmo mês de 2019.
Segundo a Abecs (Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços), mesmo que a queda nas transações no varejo superem 50%, as pessoas têm usado menos dinheiro de papel na pandemia. O resultado é que, agora, a entidade prevê que o cartão acelere sua participação no consumo das famílias —que atingiu 43% em 2019.
“Vemos um consumidor mais digital e mais aberto a experimentar compras online e isso deve ter reflexos na indústria também. Com o movimento que temos, não me impressionaria se a expectativa que tínhamos de que os cartões respondessem por 60% do consumo das famílias em 2022 fosse adiantada para 2021”, diz Pedro Coutinho, presidente da Abecs.
Conforme o uso de cartão aumenta, especialistas alertam o risco de inadimplência. Ainda segundo os dados do Banco Central, o índice total de calotes do crédito nos cartões para pessoas físicas atingiu 7,5% em abril —o maior patamar desde junho de 2017.
Essa inadimplência é global: quando o cliente entra no que o BC chama de rotativo não regular (ou seja, não paga nem o mínimo da fatura), a taxa de inadimplência bate 36%.
Já o juro médio de quem atrasa a fatura encerrou abril em 339% ao ano —a linha mais cara do sistema financeiro.
Segundo o diretor de meios de pagamentos do Banco do Brasil, Edson Costa, ainda que o banco ainda não sinta nenhuma pressão negativa para a inadimplência do cartão, a mudança no comportamento de consumo e na utilização dos cartões já é vista e ainda pode mudar os indicadores.
Ele aponta que o banco investiu em renegociação da fatura para evitar que clientes se tornem inadimplentes.
A maior consciência acerca dos gastos do cartão também começou a fazer parte da rotina do administrador Rodrigo de Jesus, 32. Ele afirma que começou a se preparar para reduzir os gastos mesmo antes de a pandemia chegar no Brasil e que agora, já com a fatura menor, adotou um controle das compras que faz.
“Eu comecei a ter o costume de registrar o histórico de preços das coisas que eu compro, por exemplo. Também comecei a trocar o débito pelo crédito, tanto pela segurança quanto para ter mais prazo para o pagamento das minhas compras”, afirma.
O movimento também acontece entre os usuários dos bancos digitais. Segundo estimativa do C6 Bank, o volume financeiro transacionado nos cartões de débito e crédito de seus clientes de alta renda teve uma queda de 25% em abril conta fevereiro, antes do começo da quarentena. Na baixa renda, o recuo foi de 9%. Assim como o visto pelo Itaú, porém, quando o consumidor faz uma compra, ela é mais cara.
“Também vemos um aumento no tíquete médio de 24% na alta renda e de 16% na baixa renda”, diz Maxnaun Gutierrez, chefe da área de pessoa física e produtos do C6 Bank.
Ele resume com a leitura já relatada por outros indicadores, como o de vendas no varejo: as pessoas gastam principalmente no supermercado. E, com a pandemia, elas saem menos vezes e fazem compras maiores.
Fonte: Folha Online - 07/06/2020 e SOS Consumidor
Texto do Pensador Percival Puggina - 06.06.20
Na encíclica Rerum Novarum, publicada em 1891, época em que o comunismo era apenas uma tese ainda distante um quarto de século de sua primeira experiência, o papa Leão XIII, referindo-se a esse modelo, escreveu: “Além da injustiça do seu sistema, vêem-se bem todas as suas funestas conseqüências, a perturbação em todas as classes da sociedade, uma odiosa e insuportável servidão para todos os cidadãos, porta aberta a todas as invejas, a todos os descontentamentos, a todas as discórdias; o talento e a habilidade privados dos seus estímulos, e, como conseqüência necessária, as riquezas estancadas na sua fonte; enfim, em lugar dessa igualdade tão sonhada, a igualdade na nudez, na indigência e na miséria”. Foi profeta. A história veio lhe dar inteira razão.
No entanto, se as previsões do sábio pontífice foram confirmadas e pouca gente esclarecida rejeita suas afirmações sobre a ineficácia do sistema comunista, tem passado meio despercebida a relação entre comunismo e inveja (e poderíamos acrescentar “entre os totalitarismos e a inveja”) cuja existência ele tão fortemente sublinhou.
A inveja nasce da comparação e se afirma como um duplo sentimento negativo: a alegria pelo mal alheio e a tristeza pelo bem alheio. Os moralistas (estudiosos das questões relativas à moral) afirmam que o invejoso é a principal vítima desse sentimento. De fato, a inveja mata. Ela é um canhão que dispara para frente e para trás. Quando força motriz de um modelo político, ela se torna genocida e pode se voltar para a extinção de uma raça, de uma classe social ou da própria nação em nome de quem se expressa. Ao longo da história, centenas de milhões de seres humanos morreram em guerras e campos de concentração por conta do 5º pecado capital.
Foi esse pecado que deu causa ao holocausto. Foi ele que explodiu as Torres Gêmeas. É ele que hoje sai às ruas quebrando vitrinas. É ele que não consegue esconder o gozo perante tais fatos. É ele que nutre em tantos o ódio mortal aos Estados Unidos. Não podem os invejosos conviver com tamanha evidência dos equívocos em que se afundaram. O ódio que têm a Trump não guarda relação com humanismo e anseios de paz. Estiveram calados durante a Primavera de Praga, durante a invasão comunista do Tibet, assistiram desolados à queda do Muro de Berlim e só têm louvores aos regimes cubano, venezuelano e outros que tais.
Há cerca de 15 anos, uma emissora de TV exibiu reportagem feita com jovens da periferia de Paris protagonistas de arruaças que, de lá para cá, foram mudando a face da capital francesa. Aquela matéria me explicou muita coisa. Inclusive sobre certo jornalismo militante que já ganhara força entre nós. Um dos jovens entrevistados levou a repórter para ver onde vivia. Era um edifício popular, muito melhor do que as moradias de qualquer favela brasileira. Sem muito que dizer, e percebendo a inconsistência das imagens para os fins a que se destinavam, a moça disparou: “Já se nota o contraste entre isto aqui e os palácios de Paris”. Acho que ela queria levar a rapaziada para morar em Versailles. Enquanto isso, seu revolucionário guia apontava as más condições do prédio: paredes tomadas por pixações, a sinalizarem o caráter pouco civilizado dos moradores, e um balde, no meio da sala, marcando a existência de uma goteira, como se fosse dever do morador do Palais de l’Élysée subir no telhado para reparar tão complexo problema. No fundo, é tudo inveja.
Explorando esses vícios da alma, alguns governos se instalam. Também assim se corrompem, conduzidos pelos mesmos sentimentos maléficos. É assim que não se conformam com a perda do poder.
Pontocritico.com

QUEM TEM MEDO DOS CONSERVADORES?
Ontem à noite, assisti a ótima live -QUEM TEM MEDO DOS CONSERVADORES? - que contou com a participação de três pensadores - Fernanda Barth, Ives Gandra Martins e Percival Puggina.
LEI DA MORDAÇA
Como está para ser votada no Congresso Nacional a Lei 2630/2020, conhecida por LEI DAS FAKE NEWS, ou LEI DA MORDAÇA, os três pensadores deram uma visão clara, com argumentos convincentes, do quanto será prejudicial para todos se esta estúpida lei for aprovada.
NOTÓRIO SABER?
Confesso, no entanto, que me causou enorme espanto quando o pensador/ jurista, Ives Gandra Martins, afirmou, em diversas oportunidades, que os ministros do STF, ainda que estejam errando muito, com intromissões indevidas nos Poderes Executivo (principalmente) e Legislativo, são considerados por ele como competentes e dotados de notório saber.
HARMONIA ENTRE OS PODERES
Ora, todos aqueles que usam de um mínimo de discernimento entendem que esta tal competência e notório saber, como admitiu Ives, só é utilizada, e aí com enorme vigor, para o mal. Mal da Instituição e mal do Brasil. Primeiro, porque a Constituição Federal, no seu art. 2º, diz: "são poderes da União, independentes e harmônicos entre si, o Legislativo, o Executivo e o Judiciário."
AUTORITARISMO DO STF
Ora, se o STF entende que tem o absurdo e ilegal DIREITO DE INTERVIR no Poder Executivo, contrariando o que está posto na CF, aí, como manda o art. 142 da Carta Maior, o Executivo tem o DEVER de usar as Forças Armadas para reestabelecer a ORDEM e/ou a HARMONIA ENTRE OS PODERES. E se assim não fizer, significa que está desrespeitando flagrantemente a CF.
De novo: a INTERVENÇÃO do STF, desrespeitando o art. 2, da CF, é GOLPE. JÁ a INTERVENÇÃO das FFAA, como manda o art. 142 da CF, é CONTRAGOLPE!
7 MINISTROS FORAM INDICADOS PELO PT
Observem, para concluir, que dos 11 ministros que compõe o trágico STF, 7 foram indicados pelo PT, por pura afinidade ideológica. E até agora, sem a menor ponta de dúvida, todos mostraram NOTÓRIO SABER apenas para proteger o Partido dos Trabalhadores e boa parte dos envolvidos nas falcatruas. Basta ver quantos dos envolvidos na Lava Jato foram julgados no STF e quantos estão soltos aguardando um julgamento que jamais acontecerá.
Pontocritico.com
Estado terá aberturas de sol e marcas amenas ao longo do dia

Porto Alegre deve ter máximas de 21ºC | Foto: Alina Souza
O Rio Grande do Sul terá sol e nuvens nesta segunda-feira, mas com períodos de céu nublado a encoberto em algumas regiões. O tempo, entretanto, não estará firme e há chance de chuva em alguns pontos, especialmente do Oeste, Noroeste e do Norte do Estado.
A umidade segue muito alta com chance de neblina em diversas localidades na madrugada e começo da manhã. Não chega a fazer muito frio nesta segunda na maioria das cidades e a temperatura estará predominantemente amena ao longo do dia no Rio Grande do Sul com as menores marcas na Serra e nos Aparados
As mínimas rondam os 5ºC em São José dos Ausentes e os 8ºC em Uruguaiana. As máximas, por sua vez, podem chegar a 21ºC em Pelotas e 22ºC em Santa Rosa. Em Porto Alegre, os termômetros variam entre 12ºC e 21ºC.
O Rio Grande do Sul teve episódio de chuva significativa no final da semana que passou, com quase 100 mm em algumas áreas. E vai ter mais água nos próximos dias. Vai chover todos os dias desta semana no Estado.
Em alguns, as precipitações se limitarão a um menor número de pontos, caso de segunda-feira. Em outros, a instabilidade será mais generalizada. A chuva deve ganhar força na Metade Norte gaúcha entre terça e quinta-feira, quando são esperados acumulados mais altos.
MetSul e Correio do Povo
Empresa se prepara para entregar milhões de doses de imunização após a divulgação dos resultados de testes com voluntário em setembro

Objetivo da empresa é ter milhões de doses da vacina prontas quando testes terminarem | Foto: Pierre-Phillipe Marcou / AFP
A vacina contra Covid-19 desenvolvida por pesquisadores da Universidade de Oxford, na Inglaterra, está sendo produzida em massa em fábricas na Índia, na Suíça, na Noruega e também no Reino Unido.
Segundo o Daily Mail, a empresa farmacêutica AstraZeneca estima distribuir milhões de doses de imunização contra o novo coronavírus a partir de setembro deste ano, quando devem ser divulgados os resultados dos testes com voluntários.
Se os resultados forem promissores, a empresa já tem contratos assinados para produzir 400 milhões de doses para os EUA e 100 milhões para o Reino Unido. “Estamos começando a fabricar esta vacina agora. Temos que ter tudo pronto para ser usada quando tivermos os resultados”, disse Pascal Soriot, diretor executivo da AstraZeneca, ao programa Today da BBC Radio 4
A vacina, que entrou na terceira fase de testes clínicos, será aplicada em pelo menos 10 mil pessoas em todo o mundo, inclusive no Brasil. Segundo o Ministério da Saúde, os testes por aqui serão iniciados neste mês de junho com 2 mil voluntários, em São Paulo e no Rio de Janeiro, que não tiveram contato com o novo coronavírus.
R7 e Correio do Povo
FHC, Ciro Gomes e Marina Silva defendem 'frente ampla' contra Bolsonaro
Em um debate na GloboNews, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e os ex-candidatos à presidência em 2018 Ciro Gomes (PDT) e Marina Silva (Rede) comentaram sobre uma união de lideranças políticas contra o atual governo. Jornalistas ressaltaram a ausência de representantes do PT na conversa.