Venda de carros usados desaba e sinaliza encolhimento da economia

Fenabrave estima queda de 73,7% no volume de vendas de seminovos ante ao ano passado

Fenabrave estima queda de 73,7% no volume de vendas de seminovos ante ao ano passado

Fenabrave estima queda de 73,7% no volume de vendas de seminovos ante ao ano passado | Foto: Arquivo / Agência Brasil / CP


A venda de 318.150 automóveis e veículos comerciais leves usados em maio representou um crescimento de 118% do segmento na comparação com abril, de acordo com a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Apesar de positivo, o dado surge após quatro meses seguidos de queda e na esteira do impacto causado pela pandemia do novo coronavírus, que fez o ramo de seminovos amargar a comercialização de apenas 145.654 unidades no mês de maio.

"Nós voltamos 22 anos na comparação com o que aconteceu na segunda quinzena de março e o mês de abril, com uma leve recuperação no mês de maio em virtude do fato que alguns governadores e prefeitos permitiram a abertura de algumas concessionárias", avaliou o presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior.

Segundo o CEO da Webmotors, Eduardo Jurcevic, a melhora do setor em relação a abril já foi percebida pela plataforma. “Nós notamos, logo na primeira quinzena de março, uma queda pequena de audiência, mas a quantidade de propostas chegou a cair quase 50%. Em abril, já ocorreu uma recuperação gradual, que foi mantida de forma mais consistente em maio“, contou.

Na comparação com os mesmos dois meses do ano passado, o indicador da Fenabrave aponta para uma queda de 73,7% no volume de vendas de automóveis e veículos comerciais leves usados, o que deve refletir no crescimento econômico brasileiro.

Historicamente, os dados da venda de seminovos no Brasil refletem o desempenho econômico nacional. Nos últimos anos, as duas quedas mais significativas do índice ocorreram em 2008/2009 e 2015/2016, períodos marcados por recessões econômicas.

Apesar de reconhecer o índice como um sinalizador que acompanha o desempenho do Produto Interno Bruto (PIB) — soma de todos bens e serviços produzidos pelo País —, Assumpção afirma que ainda é muito cedo para avaliar se a forte queda na venda de veículos usados vai ocasionar efetivamente em uma crise pior do que as enfrentadas anteriormente.

"Lamentavelmente, com apenas um trimestre ainda não é possível identificar a redução efetiva. [...] provavelmente, vamos ter perda de receita, de volume, de empregos e, consequentemente, do PIB", analisou Assumpção. Ele destaca a participação de 5,12% do segmento na soma total de riquezas produzidas pelo Brasil no ano passado.

Na breve comparação trimestral entre os dados do PIB e da venda de automóveis usados, a queda de 1,5% da economia nacional entre janeiro e março já foi acompanhada pelo menor volume de venda de seminovos desde 2016: 2,336 milhões.

Os dados da Fenabrave apontam ainda que as comercializações de automóveis e veículos comerciais leves usados devem fechar o segundo trimestre abaixo dos 2 milhões pela primeira vez desde o primeiro trimestre de 2010.

Adaptação

Para manter a plataforma ativa e proporcionar vendas de veículos durante a pandemia, Jurcevic afirma que foi necessário inovar para garantir segurança a compradores e vendedores. Entra as medidas adotadas, ele destaca a criação do CarDelivery, que leva o automóvel até o endereço do interessado.

O CEO da Webmotors destaca que a necessidade de desenvolver o sistema de delivery surgiu após uma pesquisa identificar a insegurança de sair de casa e a possibilidade de contaminação pelo coronavírus. “O carro é levado até a casa do cliente, que pode fazer o test drive com tudo higienizado", explicou o CEO, que garante a manutenção do sistema após o fim da pandemia.

Ele contou que foi lançado também um sistema de vídeo chamada para oferecer a interação entre as partes. “Isso tudo nos ajudou a passar por esse momento e garantir a conexão entre compradores e as melhores opções de veículos”, completou.

Jurcevic relatou que a leve recuperação na plataforma ainda não foi refletida nas compras entre pessoas físicas devido ao que ele classifica como um “receio ao processo de segurança“. “Em termos de anunciantes, ainda não temos o mesmo nível pré-covid-19, mas em relação às lojas, já temos o mesmo patamar”, afirmou.


R7 e Correio do Povo

Tubarão mata surfista na Austrália

Homem surfava em Kingscliff quando foi atacado na perna por animal de três metros

Um surfista morreu após ser atacado por um tubarão de três metros de comprimento, em uma praia muito frequentada na costa leste da Austrália, informou a polícia neste domingo. O homem surfava em Kingscliff, cerca de 100 quilômetros ao sul de Brisbane, nesta manhã de domingo, quando o tubarão o feriu na perna.

"A polícia foi informada de que vários surfistas vieram em seu auxílio e fizeram o tubarão fugir antes que o ferido pudesse ser transportado para a costa", relataram as forças de segurança em comunicado. "Ele recebeu primeiros socorros por lesões graves na perna esquerda, mas morreu no local", acrescentaram.

A vítima ainda não foi oficialmente identificada, mas seria um morador do estado de Queensland, com idade em torno de 60 anos. Este foi o terceiro ataque letal de tubarões em 2020 na Austrália, um país onde eles são frequentes, mas raramente mortais.

Segundo o zoológico Taronga, de Sydney, houve 27 ataques de tubarão na Austrália em 2019, nenhum deles fatal.


AFP e Correio do Povo


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STF decide se estados podem autorizar descontos em mensalidade escolar

Processos tentam suspender leis do Maranhão, Pará e Ceará

Processos serão decididos pelos ministros Alexandre de Moraes, Marco Aurélio e Edson Fachin

Processos serão decididos pelos ministros Alexandre de Moraes, Marco Aurélio e Edson Fachin | Foto: Dorivan Marinho / SCO / ST / Divulgação / CP


O Supremo Tribunal Federal (STF) recebeu nas últimas semanas pelo menos três ações que contestam a constitucionalidade de decretos estaduais que permitiram descontos nas mensalidades escolares durante a pandemia do novo coronavírus (Covid-19). Os processos tentam suspender leis do Maranhão, Pará e Ceará que estabeleceram a redução.

Em todo o país, os efeitos econômicos da pandemia provocaram demissões ou redução de salários de diversos trabalhadores. Sem recursos suficientes para pagar as mensalidades, alguns pais pediram descontos no pagamento ou retiraram seus filhos das escolas. Os que mantiveram a renda também passaram a cobrar a redução diante da proibição das aulas presenciais.

De acordo com a Confederação Nacional dos Estabelecimentos de Ensino (Confenen), a receita das escolas particulares de pequeno porte caiu mais de 50%, e o pagamento das mensalidades é necessário para manter o funcionamento das empresas.

Em uma das ações protocoladas no STF, a Confenen sustenta que as escolas particulares estão cumprindo as regras definidas pelo Ministério da Educação e disponibilizando aulas virtuais e outras atividades. Além disso, a confederação argumenta que os estados não podem legislar sobre contratos, tarefa que é da União, por tratar-se de um tema de direito civil.

“Destacamos que o ensino privado possui melhor desenvoltura em relação ao público, de forma que as instituições não interromperam a prestação de seus serviços, tendo inclusive passado por grande investimento e remodelação para que pudesse providenciar a manutenção do ensino. Desta feita, temos que não houve interrupção, mas sim troca na modalidade da prestação dos serviços, tudo isso em face das diretrizes sanitárias impostas pelo próprio estado”, argumentou a entidade.

Os processos foram distribuídos para decisão dos ministros Alexandre de Moraes, Marco Aurélio e Edson Fachin. Ainda não há data para o julgamento das ações.


Agência Brasil e Correio do Povo


GERAL

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GERAL

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MUNDO

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Objetor de consciência

Pedra Dedicada Em Memória a objetores homens e mulheres em todo o mundo - no Dia Internacional dos Objetores de Consciência - 15 de maio de 1994

Objetores de consciência são pessoas que seguem princípios religiosos, morais ou éticos de sua consciência, princípios estes que são incompatíveis com o serviço militar, ou as Forças Armadas como uma organização combatente. No primeiro caso[carece de fontes], os objetores podem estar dispostos a aceitar um serviço alternativo ao serviço militar. No segundo caso[carece de fontes], a objeção do objetor é todo o papel dentro das forças armadas, resultando na rejeição completa do serviço militar, e em alguns casos, objetando também a um serviço civil alternativo como substituto para o serviço militar. Além disso, alguns objetores podem considerar-se pacifistas ou antimilitaristas.

Historicamente, muitos objetores de consciência foram executados, presos ou receberam sanções, quando seus princípios os levaram à ações em oposição ao sistema legal ou ao governo da sua sociedade. A definição e o status legais da objeção de consciência, tiveram mudanças durante os anos, bem como de nação para nação. A opinião religiosa, muitas vezes foi o factor principal que levou governos de muitos países a conceder legalmente o status de objeção de consciência.

Segundo a Suprema Corte dos Estados Unidos, os motivos que qualificam um registrante com o status do objetor de consciência, podem ser religiosos, mas não têm que ser. A opinião pode ser moral ou ética; entretanto, as razões de um homem para não querer participar em uma guerra não devem ser baseadas na política. No geral, antes de fazer sua reivindicação deve refletir seriamente sobre quais são suas reivindicações.

A objeção de consciência pode se referir também a outros aspectos relacionados com questões éticas ou morais como aborto, eutanásia e aplicação da pena de morte. Por exemplo, diante da pressão exercida pelo governo para que seja retirado do código de deontologia médica a afirmação de que o "o aborto constitui uma falta deontológica grave" o presidente da Ordem dos Médicos, que representa cerca de 35.000 médicos, defendeu o direito dos médicos à objeção de consciência no caso de aborto. Afirmou que "os médicos têm o direito de manter a sua própria opinião".

"Ter uma opinião e princípios éticos é o que separa os seres humanos de um rebanho de ovelhas", afirmou. Sob a ameça de que a questão seja levada aos tribunais, o presidente da Ordem redarguiu que o "o Código só pode ser modificado pelos médicos e não pelo ministro da Saúde." Nunes disse que um médico tem direito a perguntar-se se uma vida humana começa na concepção e, se assim o crê, "não deveria realizar abortos".[1]

Segundo dados da Ordem dos Médicos,[2][3] relativos ao ano de 2009, foram contabilizados 1.341 clínicos objectores de consciência, sendo 934 médicos de medicina geral e familiar e 407 ginecologistas obstetras.

A Justiça Federal nos Estados Unidos suspendeu a vigência de um regulamento de farmácia, aprovado no estado de Washington, que obrigava aos farmacêuticos a dispensar a pílula do dia seguinte, sem que fosse respeitado o direito à objeção de consciência. A decisão é uma medida cautelar que protege tanto os proprietários como os empregados das farmácias.

A alegação apresentada é de que é contrário à constituição obrigá-los a atuar em desacordo com as suas convicções morais e éticas sob pena de perder o negócio. A ordem judicial permite aos farmacêuticos a negar-se a vender a pílula com a condição de que encaminhem quem a peça a outra farmácia próxima em que possa ser atendido. A pílula do dia seguinte, também denominada de "anticoncepção de emergência", foi autorizada nos Estados Unidos em 1988 e desde 2006 pode ser fornecida sem receita médica a maiores de 18 anos. [4]

As razões que levam uma pessoa a se tornar um objetor de consciência, e a recusar o serviço militar, são variados. Muitos objetores o são por razões religiosas. Muitos são membros de religiões que historicamente são pacifistas em sua doutrina.

No livro History of Christianity (História do Cristianismo)[5] Edward Gibbon escreveu que os cristãos do primeiro século negavam-se a ter qualquer participação ativa na administração civil ou na defesa militar do império”, e que “era impossível que os cristãos, sem renunciarem a um dever mais sagrado, pudessem assumir a posição de soldados, de magistrados ou de príncipes.

Testemunhas de Jeová, Cristadelfianos e outros grupos religiosos menores por exemplo, não se envolvem em política, recusam participar nas forças armadas nos países onde vivem, não usam armas, pois acreditam que os cristãos devem ser neutros em conflitos mundiais e que não devem matar pessoas em hipótese alguma. Acreditam nesses conceitos baseados em seu entendimento da Bíblia.

Outras objeções podem estar ligadas a um sentimento profundo da responsabilidade para a humanidade como um todo, ou da simples negação que todo o governo deva ter esse tipo de autoridade. Por causa da objeção conscienciosa à participação no serviço militar, armado ou não, alguns religiosos frequentemente enfrentaram prisões ou outras penalidades.

Vem crescendo nessas primeiras décadas do século 21 o número de pessoas que pedem objeção de consciência para não participar de atividades acadêmicas que envolvam o uso de animais vivos ou mortos violentamente e o manejo ou estudo de alimentos de origem animal, predominantemente em cursos superiores médico-biológicos (Medicina, Farmácia, Ciências Biológicas, Medicina Veterinária, Biomedicina etc.) e ambientais (Gestão Ambiental, Ciências Ambientais). Dá-se como o motivo da recusa o respeito à ética dos Direitos Animais, que preconiza o fim de todos os meios de exploração animal, incluindo o uso de cobaias e a pecuária.

O objetor de consciência adepto da ética animal argumenta que a vivissecção, geralmente praticada com fins didáticos e científicos, é uma forma de escravizar e assassinar animais e causa-lhes um sofrimento evitável, e que não se pode obrigar o indivíduo a usar animais vivos ou matá-los para um fim acadêmico se isso lhe fere os princípios éticos. No caso da objeção ao manejo ou estudo de alimentos de origem animal, algo ainda pouco frequente, alega-se como fundamento ético o veganismo, que preconiza o não-consumo de qualquer produto, alimentício ou não, que tenha ingredientes de origem animal ou tenha sido testado em animais. Um vegano, graças ao direito à objeção de consciência, não pode ser obrigado a fazer trabalhos que sirvam de apoio a atividades pecuárias ou pesqueiras por envolver o manejo de alimentos ou produtos de origem animal.

Assim como na objeção ao serviço militar, os objetores defensores dos animais exigem métodos didáticos alternativos que permitam o cumprimento de todas as disciplinas sem que se recorra à vivissecção, à dissecção ou ao manejo pecuário-pesqueiro. Casos em que a universidade negue ao objetor de consciência o direito a essas alternativas vêm sendo questionados na Justiça em países como o Brasil.[6]

Alguns objetores de consciência são totalmente contra servir às forças armadas em qualquer função, mas outros aceitam papéis de não-combatentes. As alternativas ao serviço militar ou civil incluem servir numa prisão, hospitais, desativar minas terrestres,[7] dentre outros serviços. Ainda outros procuram refúgio num país que não extradite aqueles que são objetores ao serviço militar.

A objeção de consciência é um direito reconhecido pela ONU que fez do 15 de maio o dia internacional dos objetores de consciência. A objeção de consciência é válida quando uma norma jurídica ou de autoridade pública agride a ordem social. É o caso, por exemplo, de soldados que recebem ordem para invadir acampamentos e ameaçam a vida e a paz de senhoras, crianças e pessoas doentes apenas para garantir o direito de propriedade que, neste caso, passa acima do direito à vida e à segurança das pessoas.

Internacionalmente, a objeção de consciência é permitida quando o não cumprimento de ordens decorre do foro íntimo e da consciência religiosa ou ética da pessoa. Conforme a ONU, quem faz objeção de consciência deve oferecer uma alternativa de ação pacífica. Em vários países, desde meados do século XX, existem serviços militares alternativos, através dos quais os objetores de consciência cumprem sua obrigação como auxiliares em instituições filantrópicas, enfermeiros e outras profissões humanitárias.

A objeção de consciência militar no Brasil é um direito, em regra, pouco conhecido na sociedade, seja quanto a legislação pertinente ou quanto a escassa doutrina.

Segundo o Centro de Mídia Independente, a liberdade de consciência constitui o núcleo de partida para a fundamentação da objeção de consciência. A questão de consciência, sob o ponto de vista jurídico, significa a soma de motivos alegados por alguém, a fim de desonerar-se da obrigação que lhe é imposta, ou evite a responsabilidade do ato jurídico, que lhe é atribuída.[8]

Além da questão ética, o objetor deve invocar uma questão de convicção filosófica ou política como imperativo de consciência. O que vem a ser essa alegação de consciência? Toma-se algo difícil de aferir, pois o objetor de consciência, geralmente, invoca razões morais e religiosas. A obrigação jurídica não implica absolutamente a atribuição de um valor moral à todas as leis, caso contrário, a objeção de consciência se intensifica para a desobediência civil. Esse tipo de violação à obrigação jurídica do Estado é caracterizada por um teor de consciência razoável e de pouca publicidade, objetivando, no máximo, um tratamento alternativo da lei.[9]

Ainda segundo Ácrata [10]: O serviço alternativo poderá ser recusado pelo optante convocado. O objetor, neste caso, se recusa à prestação alternativa ou não o completa por motivo que deu causa; novamente peticiona à autoridade militar competente e terá, como pena a suspensão dos direitos políticos, punição amparada no art. 15, IV, da Constituição Federal. O convocado ou optante que se recusa ao Serviço Alternativo terá de volta o respectivo Certificado de Alistamento Militar (CAM), com a devida anotação, válido por dois anos. Ao término desse prazo, a autoridade militar o encaminhará ao Juiz Eleitoral competente para processar e julgar a suspensão dos direitos políticos, e o fará publicar no Diário Oficial.

A suspensão dos direitos políticos se dará por sentença judicial eleitoral e importa na perda temporária de dois anos da cidadania política, deixa de ser eleitor ou torna-se inalistável e fica privado de todos os direitos fundados na qualidade de eleitor. Esta privação despoja a pessoa dos atributos de cidadão, atingindo o status activae civitatis.

O restabelecimento do serviço militar se dará após dois anos da suspensão dos direitos políticos do inadimplente que poderá, a qualquer tempo, regularizar sua situação, mediante cumprimento das obrigações devidas (art. 4a. §§ 1°, 2°, da Lei 8.239/91), onde receberá o Certificado de Recusa de Prestação do Serviço Alternativo.

A objeção de consciência não se apresenta contra as normas sociais, e sim, contra a determinada obrigação jurídica. Dentre os ângulos de visão político-jurídica, a controvérsia sobre a justificação do objeção da consciência reflete com certeza uma determinação de limites diferentes do direito do Estado e da sociedade. Quem admite uma flexibilidade parcial da obrigação jurídica, imediatamente incorpora a objeção de consciência ao sistema jurídico como instrumento de solução de conflitos sociais.

A objecção de consciência é reconhecida pela legislação portuguesa, inclusive com um departamento próprio no seio da Administração Pública, Comissão Nacional de Objecção de Consciência, actualmente o Gabinete do Serviço Cívico dos Objectores de Consciência, que funciona no âmbito do Instituto Português da Juventude.

O regime do objector de consciência abrange somente a objecção ao cumprimento do serviço militar, apesar de algumas tentativas para que passe também a incluir alguns actos médicos, como o aborto.

O apoio do Estado Português aos objectores de consciência ao serviço militar é prestado através do Instituto Português do Desporto e Juventude..[11] Segundo informações do ano de 2009,[12] cerca de uma centena de jovens portugueses recorre anualmente à Comissão Nacional de Objecção de Consciência para solicitar o estatuto que lhes permite passar de imediato à reserva territorial, em termos militares.

Referências

  1. Portugal doctors stand by anti-abortion principles Thu Nov 15, 2007 3:32pm
  2. Notícia no Semanário Sol, de 16 de Maio de 2011: Aborto: mais de 1.300 médicos são objectores de consciência
  3. Notícia no Diário de Notícias, de 16 de Maio de 2011: Aborto: mais de 1.300 médicos são objectores de consciência[ligação inativa]
  4. Pharmacists can refer Plan B, says Washington judge Wed, 14 Nov 2007.
  5. History of Christianity (História do Cristianismo)
  6. «Justiça julga procedente ação contra vivissecção em Porto Alegre, de autoria de Róber Bachinski - 23 de maio de 2008 - Guia Vegano». Consultado em 11 de fevereiro de 2011. Arquivado do original em 15 de fevereiro de 2011
  7. MUÑOZ, Ricardo e TERRANOVA, Juan. Stalingrado – la tumba blanca del Reich. Bogotá: Planeta, 2007. P. 156.
  8. «Objeção de consciência (a lei)] (sic)». CMI Brasil. 12 de abril de 2006
  9. Centro de Mídia independente,Por Ácrata 12/04/2006
  10. Ácrata
  11. Página da Objecção de Consciência, no Portal da Juventude do Instituto Português do Desporto e Juventude
  12. Notícia do Jornal Público, de 14 de Maio de 2009: Pedidos de objectores de consciência aumentaram apesar de fim de serviço militar obrigatório[ligação inativa]

Wikipédia

Vaso à venda




Valor: R$ 480,00
Mais informações:
Judite Sandra La Cruz
(51) 9 8502.8080 
Teia de Aranha
Endereço: Av. João Pessoa, 1040 -  Porto Alegre - RS, 90040-001
A loja funciona de quarta a  domingo a partir das 10 horas.

Cremes quentinhos para aquecer os dias frios

| Foto: Divulgação/Senac

Confira duas receitas especiais do chef Mamadou Sène

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Vem chegando o inverno e com ele as famosas “comfort foods”, aquelas comidinhas quentes que quase parecem com um abraço e ficam ainda mais deliciosas nas baixas temperaturas. As sopas e cremes são alguns exemplos de pratos aconchegantes, além de serem ótimas pedidas para aquecer os dias frios.

O chef e docente de gastronomia da Faculdade Senac Porto Alegre, Mamadou Sène, compartilhou conosco duas receitas fáceis e rápidas de cremes de legumes que podem ser preparados em casa. Confere:

Creme de moranga com camarão

Rendimento: até 10 porções

Ingredientes:

500g de moranga cortada em cubos grandes

3 dentes de alho picado

1 cebola pequena picada

1L de caldo de galinha ou de legumes

300g de nata

200g de camarão graúdo

40g de manteiga

Modo de preparo:

Enrolar os cubos de moranga com papel alumínio e assar no forno. Retirar a polpa e desmanchar com um garfo. Em uma panela, fritar o alho e a cebola, juntar os camarões e refogar por 3 minutos. Adicionar metade do caldo de galinha ou legumes e cozinhar por mais 5 minutos. Bater a polpa de moranga com o caldo de galinha ou legumes restante no liquidificador. Adicionar na preparação, incorporar a nata e cozinhar por mais 5 minutos. Temperar com sal e pimenta à gosto.

Dica do chef: servir o creme com croûtons.

Creme de ervilha

Rendimento: até 10 porções

Ingredientes:

900g de ervilha congelada

1,5L de caldo de legumes ou de galinha

50g de cebola picada

3 dentes de alho picados

350 ml de creme de leite fresco ou nata

60g de manteiga

Modo de preparo:

Derreter a manteiga na panela e esquentar. Fritar a cebola e o alho. Juntar o caldo e ferver por 5 minutos. Retirar do fogo, incorporar a ervilha e bater no liquidificador até ficar bem liso. Levar de volta ao fogo e assim que ferver, incorporar o creme de leite fresco. Misturar e cozinhar por mais 5 minutos.

Quer deixar o creme de ervilha ainda mais especial? Acrescente presunto parma crocante. Confere a sugestão do chef Mamadou:

Ingrediente:

100g de presunto parma

Modo de preparo:

Forrar uma assadeira com papel manteiga. Esticar as fatias de presunto parma, cobrir com outra folha de papel manteiga e colocar um peso por cima Levar ao forno pré-aquecido (190°), até ficar bem crocante.

Dica do chef: servir o creme com as fatias de presunto parma quebradas em pedacinhos e o pão torrado.


Correio do Povo


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Morre o político e professor Sanchotene Felice

Ex-prefeito de Uruguaiana estava internado desde 8 de maio no Hospital Mãe de Deus em virtude de uma pneumonia

Sanchotene Felice estava internado desde o dia 8 de maio devido a pneumonia

Sanchotene Felice estava internado desde o dia 8 de maio devido a pneumonia | Foto: Arquivo Pessoal / Divulgação CP


Faleceu ao meio-dia deste domingo, em Porto Alegre, o professor e político José Francisco Sanchotene Felice, 84 anos de idade. Ele estava internado desde 8 de maio no Hospital Mãe de Deus em virtude de uma pneumonia e, posteriormente, sofreu com complicações neurológicas.

Economista, sociólogo, educador, administrador público, Sanchotene Felice atuou a partir dos anos 80 na política. Foi eleito pela primeira vez como deputado Estadual em 1987, período em que assumiu a secretaria da Administração do Governo Pedro Simon e, na segunda em 2003-2004, quando renunciou para assumir a Prefeitura de Uruguaiana. Ele permaneceu no cargo entre os anos de 2005 e 2012.

Como deputado estadual foi autor da Lei dos Transplantes de Órgãos, da lei que delimita as áreas de lazer, desporto e pesca na orla marítima gaúcha, conhecida como Lei do Surfe, da Lei do Menor, que previa estímulos às empresas que empregassem menores carentes e da lei que determina a vacinação contra a rubéola.

Sanchotene também foi presidente da Fundação Estadual do Bem-Estar do Menor entre os anos de 1975 e 1979. Na Febem (atualmente, Fase), aumentou de 6,5 mil para 76 mil o número de menores carentes atendidos, idealizando projetos pioneiros em todo país, como os Lares Vicinais, Centros de Bem-Estar e Profissionalização Rural.

Felice era Doutor em Ciências Econômicas e Livre Docente em Sociologia do Desenvolvimento e professor da UFRGS (Graduação) desde 1961 e também foi Pró-Reitor Acadêmico da UFRGS, por várias vezes. Ele era casado com a psicóloga Elisabete Brettas Felice e deixou três filhos: Isabel Marília (Tina), Pedro Ênio e Laura, além de netos. O velório ocorre das 9h às 13h nesta segunda-feira, na Assembleia Legislativa do Estado, e após haverá o sepultamento, no Cemitério Ecumênico João XXIII, em Porto Alegre.

O governador Eduardo Leite lamentou a passagem de Sanchotene Felice em uma rede social.


Em nota, o prefeito Ronnie Mello lamentou a morte de Sanchotene Felice e decretou luto oficial de três dias no município.


Correio do Povo


GERAL

Onda de manifestações contra racismo chega à Espanha e à Itália

Polícia Civil irá investigar caso de homem nu que teria depredado carros e prédios em Porto Alegre

Delegado Paulo César Jardim destacou que caso não é inédito e que homem deve ser "inimputável"

Fato ocorreu na região central de Porto Alegre

Fato ocorreu na região central de Porto Alegre | Foto: Cristine Rochol / PMPA / Divulgação / CP


Um homem nu teria depredado carros e portarias de prédios no Centro Histórico de Porto Alegre. Os fatos ocorreram na madrugada de sexta-feira para sábado e o homem foi apreendido pela Brigada Militar. De acordo com o delegado Paulo César Jardim, a Polícia Civil deve investigar o caso. A ocorrência foi registrada através de boletim online no site da Polícia Civil.

"Este não é um fato incomum no Centro, não é uma excepcionalidade, volta e meia acontece. Normalmente são pessoas com desequilibro mental, são pessoas doentes, inimputáveis. Para se ter uma ideia, volta e meia eles colocam bilhetes na viatura, amassam a viatura com pedras ou batem no capô", afirmou o delegado. Segundo ele, os casos são observados pela Polícia através de filmagens e é possível verificar que "são pessoas desequilibradas".

As depredações homem nu foram compartilhadas também por moradores do bairro, através de um grupo em uma rede social. O número de carros e prédios atacados ainda não foi contabilizado.

"Mas o fundamental é: isso não é inédito, não vou dizer que é comum, mas acontece seguido. Este homem vai ser identificado, vamos examinar a ficha e vai aparecer, seguramente, inimputável. É uma pessoa que não pode ser imputada a ela um crime, por deficiência mental. Provavelmente teremos que tentar localizar os familiares, ver se conseguem interná-lo, se é que não fugiu de alguma clínica", reiterou o delegado.

"Me parece que não estamos lidando com bandido, estamos lidando com uma doença, é um caso clínico. A corrida é no sentido de, já que ele foi identificado, vamos contatar os parentes para tentar ver qual a situação dele", enfatizou. A Polícia Civil declarou que está apurando as circunstâncias das depredações.


Correio do Povo


Escândalo sobre estudo científico da hidroxicloroquina abre divisão desnecessária

Jogo de Panelas Tramontina Antiaderente - de Alumínio Vermelho 10 Peças Turim 20298/722

Jogo de Panelas Tramontina Antiaderente - de Alumínio Vermelho 10 Peças Turim 20298/722

As dez peças do jogo de panelas compacto vermelho 20298/722 Turim, da Tramontina, vão fazer muito sucesso na sua cozinha. Feitas em alumínio, essas panelas possuem revestimento antiaderente Starflon T1, fazendo com que elas sejam muito mais simples de limpar e ainda ficam bonitas por mais tempo. E o melhor de tudo: podem ser usadas em fogão à gás, elétrico ou vitrocerâmico. É só escolher!


Link: https://www.magazinevoce.com.br/magazinelucioborges/p/jogo-de-panelas-tramontina-antiaderente-de-aluminio-vermelho-10-pecas-turim-20298722/144129900/

Criança de dois anos morre após cair do 4º andar de prédio no Rubem Berta

Segundo relato do padrasto para a Polícia Civil, o fato ocorreu em um momento de descuido dele e da mãe do menino

Uma criança de dois anos morreu após cair da janela de um apartamento no bairro Rubem Berta, na zona Norte de Porto Alegre. Conforme a Polícia Civil, a criança chegou a ser resgatada com vida e foi levada para atendimento de urgência no Hospital Cristo Redentor, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu no hospital. A ocorrência foi registrada na tarde de sábado.

De acordo com o delegado Sílvio Huppes, a mãe do menino e o padrasto dele tinham ido até o local pela manhã ainda, para organizar o apartamento que pertencia à mãe do padrasto. Já à tarde, por volta das 16h, segundo relato do padrasto para a Polícia Civil, em um momento de descuido do casal, o menino caiu. Ainda de acordo com ele, o menino deve ter subido na cama que estava próxima da janela. “Ele foi socorrido e faleceu no início da noite”, afirmou o delegado.

De acordo com Huppes, foi realizada perícia no local. A investigação para apurar as circunstâncias do fato está em andamento. “Conseguimos ouvir o padrasto no início da madrugada, mas a mãe não tinha condições e deve ser ouvida nesta segunda-feira”, explicou, reforçando que até o momento não há indícios de algo intencional e que estão sendo apuradas todas as circunstâncias.


Correio do Povo