Bolsonaro fala com apoiadores e evita comentar sobre manifestações em Brasília

Presidente voltou a atacar a imprensa e ONGs "que estão de olho é na riqueza e diversidade" da Amazônia

Bolsonaro conversou com apoiadores na entrada do Palácio da Alvorada, mas evitou fazer comentários sobre as manifestações

Bolsonaro conversou com apoiadores na entrada do Palácio da Alvorada, mas evitou fazer comentários sobre as manifestações | Foto: Isac Nóbrega / PR / Divulgação / CP


O presidente da República, Jair Bolsonaro, conversou com apoiadores na entrada do Palácio da Alvorada neste domingo, mas evitou fazer comentários sobre as manifestações que ocorrem em Brasília e outras cidades do País.

Bolsonaro, que tem participado de aglomerações aos fins de semana, voltou a dizer aos apoiadores que as medidas de isolamento social são de responsabilidade dos prefeitos e governadores e vão causar desemprego.

"O Supremo Tribunal Federal decidiu que governadores e prefeitos são responsáveis por essa política, inclusive, de isolamento. Agora está vindo um maior desemprego, enorme aí, de formais e pessoal informal também. Não queiram botar no meu colo", disse. "Isso compete aos governadores, a solução desse problema que está acontecendo quase que no Brasil todo", acrescentou.

Em novo ataque a meios de comunicação, o presidente disse que "a imprensa é desonesta". "Tem imprensa ouvindo aqui e eu não posso ficar muito à vontade. Você entende o que estou fazendo aqui e o que eu não estou fazendo", disse a um apoiador.

A um grupo de eleitores que vieram do estado da Amazônia que criticavam a atuação do Ibama, Bolsonaro disse que o governo está "preocupado". Ele voltou a dizer que índios são utilizados como "massa de manobra" por organizações não-governamentais e que países interessados na região.

"A Amazônia é visada pelo mundo todo, não é à toa que tem várias ONGs lá, não é de hoje. Pretendem nos tornar mais fracos na Amazônia. O que vários países que estão de olho é na riqueza e diversidade que tem lá. Eu dei um freio de arrumação. Todo mundo aqui é favorável a índio, que é nosso irmão, mas o índio sempre foi massa de manobra nessas questões aí", disse Bolsonaro.

Bolsonaro comentou, ainda, a prisão de um ex-secretário estadual em Santa Catarina, Douglas Borba, em uma operação que investiga a compra, sem licitação e com pagamento adiantado de R$ 33 milhões, de 200 respiradores usados no tratamento da covid-19. "Roberto Jefferson falou do Covidão", disse o presidente, citando o ex-deputado condenado no mensalão e, agora, seu aliado.

O presidente rebateu um apoiador que falou sobre preocupações da sociedade civil. "Vou corrigir. Não tem sociedade civil, é sociedade. Isso (sociedade civil) inventaram para tirar militar de fora. Quando quer sacanagem, tira militar de fora", disse o presidente.


Agência Estado e Correio do Povo


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Marcha antifascista percorreu ruas centrais de Porto Alegre | Foto: Alina Souza


Com informações do repórter Gabriel Guedes

Em mais um domingo, o Centro Histórico de Porto Alegre foi palco de manifestações. Protestos a favor e contra o governo Bolsonaro percorreram ruas de região. Neste domingo, somou-se ao grupo que fez o ato do movimento antifascista integrantes do ato Vidas Negras Importam, que concentraram-se inicialmente na Praça do Tambor.

Um forte aparato de segurança foi montado para evitar um possível confronto entre os grupos de ideologias diferentes, porém não houve registro de confusões.

Os manifestantes contra Bolsonaro, após encontrarem-se na Andradas, foram para a Riachuelo, desceram até a Orla do Guaíba e o protesto terminou no Largo da Epatur.


Correio do Povo


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Mais de 160 organizações lançaram documento que mostra 20 obstáculos encontrados na implementação do auxílio emergencial da Caixa

Documento é assinado por mais de 160 organizações

Numa mobilização nacional, 162 organizações e movimentos lançam, neste domingo, um documento que aponta 20 obstáculos encontrados na implementação do auxílio emergencial de R$ 600 que precisam ser pensados com urgência para a prorrogação do benefício e a elaboração de uma base para tirar do papel a criação de um programa de renda básica para os brasileiros mais vulneráveis.
No documento, as organizações cobram uma resposta imediata dos órgãos do governo federal responsáveis pela efetivação do auxílio e alertam os parlamentares que estão discutindo projetos de lei que prorrogam a política ou propõem um novo benefício para ampliar a rede de proteção social depois da pandemia para a necessidade de corrigir os problemas.
O movimento "A Renda Básica que Queremos!" vem no rastro das seguidas descobertas, nas últimas semanas, do recebimento indevido do auxílio por centenas de milhares de militares, sócios de empresas e cidadãos de alta renda, enquanto cerca de 10 milhões de pessoas aguardam a análise, algumas há mais de 50 dias.
Outras 42,7 milhões de pessoas foram consideradas inelegíveis pelo cruzamento de dados do governo, segundo o Ministério da Cidadania, mas são muitos os casos de requerentes que discordam da justificativa para a recusa dada na resposta.
Entre os obstáculos apontados estão também a falta de articulação com Estados e municípios, a ausência de um canal de contestação para quem teve o auxílio negado, a não atualização do Cadastro Único de programas sociais e restrições a grupos específicos. Mais de 12 milhões de famílias fizeram a última atualização no CadÚnico há mais de um ano, e um milhão delas, há mais de dois anos, segundo relatório do Tribunal de Contas da União (TCU).
A exigência de telefone, conexão à internet, e-mail e uso de aplicativos para o auxílio e a falta de um canal de atendimento à população que precisa do benefício também foram apresentados como entraves. Outro problema é a existência de um limite ao número de tentativas de solicitação, que não foi previsto na lei.
"Tenho ouvido muito das pessoas que estão em desespero esperando uma resposta como o CPF delas é negado, e do dono da Havan é aprovado. Tem algum problema nesse processo de cruzamento. Concorda comigo?" disse a assistente social e diretora de relações institucionais da Rede Brasileira de Renda Básica, Paola Carvalho, que no dia a dia lida com relatos dramáticos de quem precisa e não consegue o auxílio.

Vazamentos

O empresário Luciano Hang, dono da rede varejista Havan, foi cadastrado e aprovado para recebimento do auxílio emergencial de R$ 600. O caso veio à tona após dados do empresário terem sido vazados por supostos hackers. Embora o cadastro de Hang ter sido aprovado, ele afirmou em post em rede social que não recebeu o benefício.
O TCU sugeriu em relatório técnico a criação de um mecanismo de prestação de contas anual por beneficiários de programas sociais, a exemplo da declaração de Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF), em que os contribuintes fazem o ajuste anual de tributos devidos ou a serem restituídos.
Na visão dos técnicos, o instrumento pode funcionar como uma malha fina de beneficiários que eventualmente descumprirem os requisitos. A medida ajudaria a cobrar pagamentos indevidos. Para Paola, as falhas revelam não só incompetência do governo, mas também uma tentativa de inviabilizar uma política nacional de renda que o Brasil tem condições de fazer. "Temos uma tarefa agora de pegar todas essas pessoas que cadastraram no aplicativo e incluí-las num grande cadastro", propõe.
Para o presidente da Rede Brasileira de Renda Básica, Leandro Ferreira, o auxílio emergencial é um ensaio para um programa de renda mínima permanente. "Um dos ganhos do auxílio foi mostrar que as políticas de transferência de renda devem estar na ordem do dia da proteção social no momento", disse Ferreira.
Segundo ele, é preciso aumentar a porta de entrada do Bolsa Família (um programa de renda mínima) para o País caminhar na direção de um programa de renda básica no País.


R7 e Correio do Povo

Hospital de campanha em SP é quase cenográfico, atestam deputados

Deputados não encontraram sequer um respirador e quase não viram camas, e quando as acharam estavams em colchões

Hospital de campanha em SP é quase cenográfico, atestam deputados

Bastou uma visita de inspeção de deputados estaduais de São Paulo para descobrir que é praticamente cenográfico o “hospital de campanha” instalado pela prefeitura paulistana no Anhembi. Só a montagem custou R$12 milhões, além dos R$10 milhões mensais para sua “manutenção”. Pareciam esconder alguma coisa: tentaram impedir o acesso dos deputados à força, segundo eles relataram. Márcio Nakashima (PDT), chegou a ser empurrado. A prefeitura chamou o caso de “invasão” e informou que promoverá “queixa-crime” contra os parlamentares. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
Uma das observações mais graves, feita pelo deputado Coronel Telhada (PP), é que nesse festejado “hospital de campanha” não há um só respirador.
O hospital de campanha do Anhembi foi montado para receber 1.800 pacientes, mas os deputados conferiram: só havia 10% disso.
Os deputados quase não viram camas e, quando as encontraram, estavam sem colchões. Viram também geladeiras ainda embaladas.
Veja o vídeo da visita não guiada do deputado Coronel Telhada à “cidade fantasma” do Anhembi:
A propósito desse assunto, a prefeitura de São Paulo enviou a seguinte mensagem:
A Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal da Saúde, informa que cinco deputados e assessores invadiram nesta tarde, quinta-feira (04/06), o HMCamp do Anhembi de maneira desrespeitosa, agredindo pacientes e funcionários verbal e moralmente, colocando em risco a própria saúde porque inicialmente não estavam usando EPI e a própria vida dos cidadãos que estão internados e em tratamento na unidade.
Além da invasão e das atitudes violentas, os parlamentares filmaram as alas do HMCamp do Anhembi que ainda não foram ativadas, mas que estão prontas para serem colocadas em funcionamento caso seja necessário. E também gravaram pacientes sem autorização prévia, muitos dos quais estavam sendo higienizados em seus leitos.
O HMCamp do Anhembi foi preparado para atender 1.800 mil pacientes, atualmente está com 397 pacientes na enfermaria, 10 em estabilização e, desde que entrou em funcionamento, já atendeu 3.700 mil paulistanos, dos quais 2.800 foram curados e tiveram alta.
A Prefeitura de São Paulo mantém transparência pública, tanto o é que vários veículos de imprensa nacional e de outros países já visitaram as instalações, respeitaram as regras sanitárias para garantir a própria saúde, dos pacientes e dos profissionais, bem como parlamentares que respeitaram as regras vigentes também já foram atendidos.
A Prefeitura de São Paulo reitera total repúdio a atitudes violentas e ações deliberadas para tentar enganar a opinião pública.”
Diário do Poder

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