R$ 2,4 milhões em investimentos para a Fenasoja 2020

Projetos que qualificam a estrutura física da feira serão permanentes, disponíveis para o uso da população após o término do evento

Arena Fenasoja teve investimento de R$ 1,1 milhão

Arena Fenasoja teve investimento de R$ 1,1 milhão | Foto: Ivan Squinzani


Considerada uma das maiores feiras multissetoriais do Rio Grande do Sul, a Feira Nacional da Soja (FENASOJA) é vista como um dos principais agentes de desenvolvimento da região Noroeste do Estado. Neste ano, ocorrerá de 27 de novembro a 06 de dezembro, em Santa Rosa, com investimentos em infraestrutura que ultrapassam a marca de R$ 2,4 milhões. Os valores são oriundos de recursos próprios, patrocinadores e parcerias.

A data precisou ser alterada em função da pandemia do Covid-19, mas o planejamento e a execução dos projetos continuam. “O parque está remodelado, são obras que irão qualificar a estrutura para os visitantes e permanecerão para o uso da comunidade, após o termino da feira”, conta o presidente da Comissão de Infraestrutura, Daniel Dallalba.

Uma das novidades é a Arena Fenasoja, local coberto para mais de 12 mil pessoas, com uma estrutura de 3,5 mil metros quadrados. Um espaço totalmente personalizável e de grande utilização nas atrações culturais e de entretenimento. “Além da FENASOJA 2020, onde os visitantes poderão conferir diversas atrações artísticas nacionais e locais, o lugar deverá ser utilizado pela comunidade para atividades recreativas e de entretenimento. Para a Arena tivemos um investimento significativo de R$ 1,1 milhão”.

O Espaço da Cultura também terá novidades. Recebeu um investimento de R$ 110 mil para sua nova estrutura. Um ambiente coberto de 400 metros quadrados terá um palco para apresentações culturais e, também, será permanente para uso da comunidade. Além disso, será construído um novo pavilhão, com um investimento de R$ 370 mil. Este recurso é das três feiras locais: FENASOJA, Indumóveis e Encontro Estadual de Hortigranjeiros.

Os pontos de bebidas e alimentação ganham uma nova área. “Diferente dos outros anos, este contará com mais pontos de alimentação e bebidas. O Mirante é um novo espaço gourmet com comidas diferenciadas, como árabes e japonesas, por exemplo. Esse local, contou com um investimento de R$400 mil”, revela. O Mirante também terá 40 novos banheiros, masculinos e femininos.

Durante os dez dias de feira, o público poderá conferir as novidades no Parque Municipal de Exposições Alfredo Leandro Carlson. Quem circular pelo parque, encontrará inúmeros pontos de descanso. Foram instalados mais de 400 bancos, fixos, que incrementam a estrutura do próprio parque. A rede elétrica também passou por reparos e melhorias. O estacionamento terá 200 novas vagas novas.


Correio do Povo


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POLÍCIA

Homem é preso por estupro de vulnerável em Canoas

Fifa diz que plano financeiro para "beneficiar todo o futebol" está em fase final

Gianni Infantino fez um longo comunicado oficial neste sábado

Infantino disse que a ideia é apresentar o projeto na próxima reunião do Conselho da Fifa

Infantino disse que a ideia é apresentar o projeto na próxima reunião do Conselho da Fifa | Foto: Michael Bulholzer / AFP / CP


O presidente da Fifa, Gianni Infantino, fez um longo comunicado oficial neste sábado em que abordou alguns pontos sobre os efeitos da pandemia do novo coronavírus no futebol. Ele assegurou que o plano de ajuda financeira que vai "beneficiar todo o futebol" está em sua fase final de elaboração.

O dirigente ítalo-suíço afirmou que a ideia é apresentar o projeto na próxima reunião do Conselho da Fifa e pontuou que os debates sobre o calendário internacional estão mais perto de "uma solução equilibrada".

A Fifa informou que vai organizar uma série de discussões pela internet com todas as 211 federações-membro e outras partes envolvidas a fim de debater e avaliar propostas que possam contribuir "para moldar um futebol melhor para o futuro".

Entre os assuntos discutidos virtualmente estão: o número de partidas a serem disputadas após a pandemia, como devem ser organizados os campeonatos no futuro e de que maneira será possível harmonizar o calendário e as competições entre os diferentes continentes.

Infantino voltou a reiterar "a necessidade de colocar a saúde em primeiro lugar, num momento em que o futebol procura recomeçar em todo o mundo diante da pandemia de covid-19". No entanto, o mandatário da entidade máxima do futebol reconheceu que um projeto de retorno dos torcedores aos estádios precisará ser administrado "porque o futebol não é o mesmo sem as torcidas". Segundo o dirigente, esse plano deverá ser feito "de modo seguro e responsável e que siga as diretrizes e instruções dos governos e das autoridades de saúde".

O Campeonato Alemão foi a primeira das grandes ligas europeias a ser reiniciada e as outras principais - Espanha, Grã-Bretanha, Itália - com exceção da França, já anunciaram as datas de retorno. Todas as partidas dos principais torneios não terão torcida.

"O futebol está de volta, ou prestes a retornar, em vários países. Isso traz esperança com relação ao futuro para todos nós e para os torcedores mundo afora. No entanto, é preciso entender e respeitar as diferentes decisões, particularmente aquelas tomadas por quem ainda necessita de mais tempo para assegurar-se de que o retorno às competições será feito de um modo seguro para todos", avaliou Infantino na mensagem enviada às federações-membro.

Ainda que as principais competições de clubes seja a prioridade, Infantino garantiu que a Fifa não vai esquecer das seleções, do futebol feminino, dos campeonatos nacionais de divisões inferiores, além das competições juvenis e de base. A afirmação vale tanto para a organização do calendário quanto para o repasse financeiro.

"Devemos mostrar união em todos os aspectos do futebol e assegurar-nos de que o futebol possa ser retomado em sua globalidade. Esta é nossa prioridade, e nosso plano de assistência financeira também seguirá este princípio", disse. "Queremos que o plano de assistência financeira tenha um amplo alcance e inclua também o futebol feminino, enquanto possa operar de forma moderna, eficiente e transparente", completou o dirigente.


Agência Estado e Correio do Povo

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Manifestação de torcidas organizadas termina em confrontos em Roma

Atos foram convocados por grupos de extrema-direita contrários à administração da crise do coronavírus pelo governo italiano

Manifestação de extrema-direita acabou em confronto com a polícia na Itália

Manifestação de extrema-direita acabou em confronto com a polícia na Itália | Foto: Alberto Pizzolli / AFP / CP


Breves confrontos ocorreram em Roma neste sábado durante uma manifestação organizada por grupos de torcedores e movimentos de extrema-direita contra a administração do governo italiano da crise do coronavírus. Os manifestantes, reunidos no Circo Massimo, no centro da capital italiana, jogaram garrafas e sinalizadores de fumaça na direção das forças de segurança e jornalistas.

A polícia respondeu com bombas de gás lacrimogêneo. Os incidentes, que foram controlados rapidamente, começaram com uma briga entre manifestantes depois que um dos líderes decidiu responder a perguntas da imprensa, disse um fotógrafo da AFP.

A manifestação, que reuniu várias centenas de pessoas, foi organizada pelos grupos "I Ragazzi d'Italia" e "Dalle Curve alle Piazze" como resposta à gestão do governo da crise do coronavírus.

"Nós nos reunimos para fazer nossas vozes serem ouvidas e gritarem a esse governo que estamos prontos para ir à rua com os que mais precisam, os mais fracos", escreveram os organizadores em uma mensagem no Facebook.

O manifesto foi divulgado, entre outros, pelo partido neofascista Forza Nuova.


AFP e Correio do Povo

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Crise é assunto entre os jogadores do Inter

Após redução de salários, profissionais se dizem preocupados e dispostos a ajudar o clube a passar por momento difícil

Acordo entre a direção e os jogadores foi anunciado em 13 de maio, dois meses após a paralisação das competições

Acordo entre a direção e os jogadores foi anunciado em 13 de maio, dois meses após a paralisação das competições | Foto: Ricardo Duarte / Divulgação / Inter / CP


Cercados de todos os tipos de cuidados, ostentando grandes salários, os jogadores de futebol têm acesso ao melhor que o dinheiro pode oferecer. Mas isso não os afasta da realidade – pelo menos não a todos.

Em geral, os atletas estão preocupados com o futuro do futebol no Brasil após a pandemia e, em alguns casos, aceitam abrir mão de alguns privilégios para manter a “máquina funcionando”. O tema não é novo no vestiário do Inter, conforme confirmou Marcelo Lomba em uma inédita entrevista por videoconferência na última semana.

Um dos líderes do grupo, o goleiro confirmou que o assunto é tratado pelos jogadores do clube, mas que não há, ainda, uma conversa com colegas de outros times para uma articulação em conjunto. “Está todo mundo meio cauteloso ainda. Acho que cada clube está vivendo uma situação diferente. Alguns já voltaram a treinar, outros não”.

Confrontado com a pergunta, Lomba explicou o processo que levou o grupo a sugerir uma redução nos próprios salários, mas isso após o clube anunciar a demissão de 44 funcionários. O acordo entre a direção e os jogadores foi anunciado em 13 de maio, dois meses após a paralisação das competições.

Segundo o goleiro, a redução não ocorreu antes, o que poderia evitar as demissões, porque o clube não tinha finalizado o relatório dos impactos da parada. “Sempre esperamos um estudo do Inter sobre as finanças, sobre a realidade do clube. Quando o Inter mapeou o estudo, nos adiantamos e, vendo a real situação, dissemos que os jogadores estavam dispostos a fazer uma boa redução, uma redução que ajudaria a equilibrar momentaneamente o clube”, explicou o camisa 1. “Não é um momento simples, nem fácil, mas a gente espera uma retomada. Os jogadores estão esperançosos. Temos uma sintonia com a direção. Está todo mundo no mesmo barco para fazer o Inter forte”.

Além de aceitar uma redução de 25% dos salários por três meses, os jogadores do Inter também acordaram adiar para 2021 a parcela dos seus vencimentos referente aos direitos de imagem. As duas medidas, juntas, ajudaram o clube a manter os salários em dia até aqui – ontem, jogadores e funcionários receberam o mês de maio – mas não é possível precisar até quando haverá fôlego para mantê-los assim.

Os conselheiros foram convocados para uma reunião que avaliará os impactos causados pela pandemia nas finanças coloradas. O encontro ocorrerá de forma virtual em 15 de junho, com uma apresentação por parte da diretoria dos números dos quatro primeiros meses de 2020, quando houve um déficit de R$ 51,2 milhões. Só em abril, único dos meses sem nenhum jogo cobertos pelos cálculos, o prejuízo foi de R$ 16 milhões.


Correio do Povo


PITLANE

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Grêmio prioriza equilíbrio financeiro em meio à pandemia

Clube não cogita reduzir salários dos jogadores, mas medida pode ser adotada dependendo do tempo que ficar sem jogos

Grêmio não cogita reduzir os salários do elenco profissional, mas essa medida poderá ser adotada no futuro

Grêmio não cogita reduzir os salários do elenco profissional, mas essa medida poderá ser adotada no futuro | Foto: Lucas Uebel / Grêmio / Divulgação / CP


O sucesso desportivo deixou de ser prioridade em 2020. Com tantas incertezas quanto ao futuro próximo, a falta de perspectiva de reinício das competições e a queda vertiginosa de receitas, o Grêmio colocou a saúde financeira em primeiro plano. Isso não significa que o clube deixará de brigar pelos títulos e ser competitivo nos campeonatos que terá pela frente, mas os maiores esforços, até o final do ano, estarão voltados para o enfrentamento da crise com o menor trauma possível.

O presidente Romildo Bolzan Júnior tem defendido a ideia de que os clubes que conseguirem atravessar 2020 de uma maneira mais sólida no aspecto financeiro entrarão 2021 como fortes candidatos a ganhar campeonatos. E o trabalho do Conselho de Administração tem se pautado nesse sentido.

“O Grêmio tem uma governança muito estabilizada e competente. Nós jogamos pela última vez no dia 15 de março, no dia seguinte o Conselho de Administração (CA) aprovou um primeiro plano de contingência, que vem sendo acompanhado diariamente. Tivemos um enxugamento muito sério dos nossos recebíveis, não estamos entregando o nosso produto, que é o futebol”, diz o vice de futebol do clube, Paulo Luz, que também é integrante do CA.

“É uma situação muito delicada, mas que está sendo tratada com seriedade e responsabilidade, no sentido de priorizar que o clube mantenha a solidez”, confirma o dirigente. A partir de julho, o Grêmio entrará em uma segunda fase de contingenciamento e seguirá repactuando pagamentos com fornecedores, reduzindo custos, entre outras medidas.

“Nós levamos anos para construir essa solidez, que é a sustentabilidade econômica e financeira do Grêmio. O futebol é importante, mas teremos que achar um ponto de equilíbrio entre cuidar das finanças e ter um time e elenco fortes, vitorioso, fazer essa condução com sabedoria quando do retorno do futebol”, finaliza Paulo Luz.

Por enquanto, o Grêmio não cogita reduzir os salários do elenco profissional, mas essa medida poderá ser adotada dependendo do tempo que o clube ainda ficar sem os jogos.


Correio do Povo

Opep + prorroga reduções na produção de petróleo em julho

Medida foi tomada para enfrentar uma queda sem precedentes na demanda agravada pela pandemia

Desconfinamento não trouxe o consumo de volta ao seu nível pré-crise

Desconfinamento não trouxe o consumo de volta ao seu nível pré-crise | Foto: Mark Felix / AFP / CP


Membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e seus aliados (Opep +) decidiram neste sábado manter os atuais cortes na produção de petróleo em julho, anunciou o ministro deo Petróleo dos Emirados, Anwar Gargash. A redução histórica, que permitiu uma recuperação nos preços de mercado, foi adotada em abril e continuará ao longo do próximo mês julho, disse Gargash no Twitter.

Os aliados da Opep nesta corrida para manter os preços planejavam participar da reunião, realizada por videoconferência, para opinar sobre essa proposta. Entre os países participantes desse formato ampliado, conhecido como Opep +, estão produtores como a Rússia ou o México.

A arma habitual

A arma habitual do cartel, fechar as torneiras para sustentar os preços, foi usada este ano com um vigor marcante. Após um acordo alcançado em 12 de abril, os países da Opep e seus aliados decidiram retirar do mercado, de 1º de maio a final de junho, 9,7 milhões de barris por dia (mbd), ou seja, cerca de 10% do oferta mundial antes da crise. A medida foi tomada para enfrentar uma queda sem precedentes na demanda agravada pela pandemia.

Segundo o acordo, essa medida seria suavizada a partir de julho e a redução passaria para 7,7 mbd de julho a dezembro e depois para 5,8 mbd de janeiro de 2021 a abril de 2022.

Em andamento em muitas partes do mundo, o desconfinamento não trouxe o consumo de volta ao seu nível pré-crise, que já estava abaixo da oferta na época.

"Esforços complicados"

Como de costume, as negociações se previam complicadas entre a Rússia e a Arábia Saudita, os dois pesos pesados do grupo, que já provocaram uma guerra de preços curta, mas intensa, após o fracasso das negociações anteriores no início de março.

A consonância entre os compromissos dos países e sua implementação pode ser o principal obstáculo: essa questão espinhosa "complica os esforços" de todo o grupo, segundo Al Stanton, analista da RBC.

Segundo a empresa de inteligência de dados Kpler, a Opep + reduziu a produção em cerca de 8,6 milhões de bpd em maio, um corte menor do que o planejado, com o Iraque e a Nigéria sendo os principais culpados.

O Ministério de Recursos Petrolíferos da Nigéria disse em um tuíte no sábado que apoia as discussões para permitir que os países que não estivessem em conformidade total com os cortes acordados em maio e junho o compensassem em julho, agosto e setembro.

O México descartou na sexta-feira qualquer novo corte em sua produção. "Não conseguimos ajustar ainda mais nossa produção", disse o presidente mexicano Andrés Manuel López Obrador, e sem nomeá-los, criticou os países que "não cumpriram totalmente" seus compromissos.

Apesar dessas dúvidas, a política da Opep mostrou sua eficácia, pois os preços subiram no início de junho para cerca de US $ 40 o barril de petróleo de referência nos EUA, o West Texas Intermediate (WTI) e seu equivalente europeu, o Brent do Mar do Norte.

Os preços atingiram o nível mais baixo de todos os tempos em 20 de abril, cruzando o limite de US $ 15 para o Brent e até ficando negativo para o WTI.


AFP e Correio do Povo


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Não informar significa o estado ser mais nocivo que a doença, avalia Mandetta

Ex-ministro também criticou a possibilidade de o país deixar a Organização Mundial de Saúde (OMS)

Mandetta criticou diretamente a gestão militar no comando da saúde

Mandetta criticou diretamente a gestão militar no comando da saúde | Foto: Isác Nóbrega / ABr


O ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta (DEM-MS) chamou de "tragédia" e de "pior dos mundos" a alteração pelo governo federal da forma de divulgação dos dados da pandemia da Covid-19. "Me parece que estão querendo fazer uma cirurgia nos números dos protocolos públicos. Não informar significa o Estado ser mais nocivo do que a doença", disse Mandetta, em uma live da faculdade IDP, de Brasília.

Em sua fala, Mandetta também criticou a possibilidade de o país deixar a Organização Mundial de Saúde (OMS). Neste sábado, o Ministério da Saúde passou a restringir as informações disponíveis em sua página na internet que mantém sobre informações a respeito da pandemia.

Depois de retirar do ar por um dia, o site exibe agora apenas as informações sobre os casos de pessoas recuperadas da doença, os casos de novas contaminações e os óbitos das últimas 24 horas.

Todas as demais informações históricas da doença no País, dados acumulados, foram omitidas da população brasileira pelo governo do presidente da República, Jair Bolsonaro.

O ex-chefe da pasta da Saúde desferiu uma série de críticas após ser questionado, na live, especificamente, sobre a restrição das informações. Ele classificou como estratégia política com intenção de "esconder números, manipular os números, não deixar notícias ruins" e disse que isso é prejudicial para o cidadão.

"O direito à informação é quase como um direito que ele o cidadão tem para saber como pode se prevenir daquela doença infecciosa, como ele contrai, o que ele pode fazer. O que acontece na sua cidade, nos seus bairros, no serviço público, como está funcionando é uma informação valiosa para que ele possa se portar enquanto cidadão, sabedor dos riscos", disse o ex-ministro.

Noite da ciência

Mandetta criticou diretamente a gestão militar no comando da saúde. O atual ministro da Saúde é o general Eduardo Pazuello e há dezenas de militares na pasta.

"O SUS não foi conquistado. Ele está sendo temporariamente ocupado por pessoas que têm uma excelente formação para o campo militar, mas não têm nenhuma formação para o campo da saúde pública", disse. "Em guerras, militares são muito acostumados a construir bunkers de segredos inacessíveis. Mas, na guerra contra vírus, a informação compõe a primeira linha de defesa do indivíduo", afirmou o ex-ministro, que se disse preocupado que os atuais responsáveis por conduzir a saúde possam estar lá apenas "cumprindo missão". "E se essa missão passa por sonegar informações, colocá-las em horário inacessível, ou rever, torturar os números para que eles confessem verdades que eles entendam que sejam as que melhor se encaixam para o momento, talvez seja isso que a gente vá presenciar, uma grande noite da ciência", afirmou.

Fazendo um paralelo, o ministro disse que o regime militar escondeu informações sobre uma epidemia de meningite em 1975. "É uma tragédia o que a gente está vendo agora, o desmanche da informação", afirmou Mandetta. "Podem os conselhos nacionais de secretários estaduais de Saúde transmitir as informações. É da transmissão de informações que se ganha credibilidade, frisou.

O Tribunal de Contas da União deve discutir a possibilidade de passar a reunir e divulgar as informações das secretarias estaduais de saúde, por proposta do ministro Bruno Dantas.

Genocídio indígena

Mandetta afirmou também que pode estar havendo um genocídio da população indígena, por meio do novo coronavírus. "No caso dos indígenas, que tem um importância internacional muito elevada, tenho certeza que o Supremo vai, em algum momento, se debruçar sobre esse tema, que pode flertar com o genocídio, já que são povos alguns isolados que nunca tiveram e relação e não construíram um arcabouço de anticorpos contra a família do coronavírus", disse.

OMS

Ele criticou também a possibilidade de saída do Brasil da OMS. "Sair da OMS é nos colocar como párias mundiais na saúde, é sair completamente da mesa. É igual a um menino mimado que fala: se eu não posso jogar, vou embora pra minha casa. E ele não sabe que o melhor não é ser dono da bola, o melhor é jogar futebol e, para isso, você precisa de 22", disse o ex-ministro da Saúde.

O Brasil perderia muito no trânsito internacional e no acesso a mecanismos de produção e acesso a vacinas, segundo o ex-ministro. "Não somos uma superpotência para ficar de fora de um grande espaço de discussão como é a OMS, embora ela tenha cometido erros no início da pandemia", disse.


Agência Estado e Correio do Povo


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Chuva deve atingir alguns pontos do RS neste domingo

Chuva deve atingir alguns pontos do RS neste domingo | Foto: Alina Souza


O domingo terá nebulosidade variável no Rio Grande do Sul. Sol deve chegar a aparecer com nuvens no decorrer do dia na maioria das regiões, mas ainda ocorrem períodos de nublado a encoberto em que não se pode descartar chuva ou garoa em parte do Estado. A chance maior de instabilidade é do Centro para o Leste gaúcho.

Neblina e nevoeiro ocorrerão em algumas áreas no começo do dia. A temperatura se eleva mais e a tarde terá marcas amenas, mas faz um pouco de frio no começo da manhã e novamente à noite. Em Porto Alegre, os termômetros devem marcar entre 13°C e 19°C.

Mais chuva no RS

Após uma breve trégua, a instabilidade começa a retornar pelo Oeste gaúcho durante a segunda-feira. Todos os dias da próxima semana terão chuva no Rio Grande do Sul, em alguns dias em menos localidades e em outros em quase todo ou todo o Estado.

Os acumulados mais altos são esperados de quarta-feira em diante e devem se concentrar principalmente na Metade Norte. Os acumulados até a metade do mês devem superar os 200 mm em algumas cidades gaúchas.


MetSul e Correio do Povo


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