Político popular, Pawel Adamowicz foi atacado em cima do palco e na frente de centenas de pessoas
Assassino subiu no palco durante discursos e atacou prefeito com vários golpes de faca | Foto: Reprodução / AFP / CP
O prefeito da cidade polonesa Gdansk, Pawel Adamowicz, de 53 anos, morreu nesta segunda-feira após ficar gravemente ferido ao ser esfaqueado por um homem durante um ato público no domingo. A confirmação da morte foi repassada pelo ministro da Saúde, Lukasz Szumowski. "Que o Senhor conceda a ele o descanso eterno", disse Szumowski à imprensa na saída do hospital universitário onde estava internado.
Político liberal muito popular e prefeito de Gdansk desde 1998, Pawel Adamowicz recebeu no domingo várias facadas de um homem diante de centenas de pessoas, em um palco onde ocorreia um ato de caridade nacional para arrecadar fundos.
Veja as imagens do ataque:
Operado durante cinco horas, Adamowicz teve que ser ligado a vários aparelhos para que fosse mantido vivo. "Apesar de todos os nossos esforços, não conseguimos salvá-lo", assinalou o médico Tomasz Stefaniak, responsável do hospital universitário. Depois de ser esfaqueado, Adamowicz foi hospitalizado em "estado gravíssimo", detalhou o médico, que operou o prefeito.
O agressor foi rapidamente detido pelos agentes de segurança sem oferecer resistência. De acordo com um porta-voz da polícia de Gdansk, trata-se de um homem de 27 anos e morador desta cidade de meio milhão de habitantes, localizada na costa báltica. Vários meios de comunicação indicaram que este homem cumpriu uma pena de cinco anos de prisão por quatro ataques à mão armada contra bancos de Gdansk e que sua saúde psíquica teria piorado consideravelmente durante o período em que esteve na prisão.
O ataque chocou o país, onde praticamente não há incidentes violentos deste tipo desde a queda do comunismo, há 30 anos. O último caso de notoriedade foi um assassinato na cidade de Lodz em 2010 de um membro do partido conservador PiS que na época estava na oposição.
O presidente polonês, Andrzej Duda, o primeiro-ministro, Mateusz Morawiecki, e quase todos os responsáveis políticos poloneses expressaram a sua solidariedade com Adamowicz. Entre as personalidades que quiseram homenagear Adamowicz está o ex-presidente polonês Lech Walesa. "Adeus, Pawel, lembraremos de você", afirmou no Twitter o lendário político, nascido em Gdansk. Donald Tusk, presidente do Conselho Europeu e ex-primeiro-ministro liberal polonês, também originário de Gdansk, se referiu ao falecido prefeito dizendo: "Pawel Adamowicz, prefeito de Gdansk, homem de solidariedade e de liberdade, um europeu, meu bom amigo, foi assassinado. Que descanse em paz", tuitou.
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O FANTÁSTICO REGIME DE CAPITALIZAÇÃO
XVIII- 64/18 – 15.01.2019
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PREVIDENTE
Mais do que sabido, PREVIDENTE é o indivíduo sensato, prevenido e/ou precavido, que age com prudência. Infelizmente, no nosso empobrecido Brasil, o regime de -REPARTIÇÃO- adotado para gerir (?) a PREVIDÊNCIA SOCIAL, que consagra a existência de DUAS CLASSES SOCIAIS EXTREMAMENTE DESIGUAIS, nada tem de sensata e muito menos de prudente.
INJUSTIÇA MISTURADA COM PRIVILÉGIOS
Na realidade, o que propõe a nossa PREVIDÊNCIA SOCIAL, e aí de forma pra lá de gigantesca, é a soma de exagerada INJUSTIÇA para muitos e excesso de VANTAGENS INCONCEBÍVEIS para poucos, notadamente para quem ocupa a PRIMEIRA CLASSE, reservada apenas aos privilegiados funcionários públicos e militares.
REGIME DE CAPITALIZAÇÃO
Para sair, definitivamente, deste -IMBRÓGLIO E INJUSTO SISTEMA PREVIDENCIÁRIO-, que além de injustiça ainda produz ROMBOS IMPAGÁVEIS, é preciso abandonar o detestável REGIME DE REPARTIÇÃO e entrar, de forma triunfal, no fantástico REGIME DE CAPITALIZAÇÃO.
Considerando que a soma dos ROMBOS produzidos pelo horripilante REGIME DE REPARTIÇÃO de ambas previdências (setor público, ou PRIMEIRA CLASSE, e setor privado, ou SEGUNDA CLASSE), superou, em 2018, a marca de R$ 400 BILHÕES, não há como esperar mais para introduzir o REGIME DE CAPITALIZAÇÃO.
Observem que por ser estritamente individual, no REGIME DE CAPITALIZAÇÃO não há privilégios e/ou injustiças. Tudo porque o governo simplesmente deixa de se intrometer na decisão de quem, efetivamente, deve decidir -QUANDO- pretende se aposentar e -QUANTO- pretende receber da poupança que acumulou ao longo do período que contribuiu.
EM TESE
Em tese, o REGIME DE CAPITALIZAÇÃO, como exemplificou, dias atrás, o pensador Roberto Rachewsky, é o seguinte: quem, por exemplo, conseguiu aos vinte e cinco anos criar valor suficiente para se aposentar e viver de renda até morrer, que o faça. E quem, como eu, não gerou valor suficiente para isso, que trabalhe até morrer ou viva de caridade.
Ah, se alguém perguntar o que faremos com os pobres, Rachewsky vai direto ao ponto: – Meus amigos, olhem a realidade. O que os governantes têm feito com os pobres é explorá-los sob o pretexto, hipócrita e improvável, de que a exploração é para ajudá-los.
Não apenas os pobres são os que mais se sacrificam, proporcionalmente a sua renda, para sustentar os privilegiados do governo, como são os que mais perdem com a regulamentação e a tributação que lhes tira as oportunidades de florescer e prosperar que somente são encontradas onde há liberdade.
Liberdade de decidir o que fazer para buscar a própria felicidade, sem que sejam obrigados a sustentar sob a mira de uma arma do estado, esse verdadeiro exército de militares e civis privilegiados.
Não quero reforma. Quero um novo sistema, individualizado, privado, capitalizado, para proteger os indivíduos da ganância atávica e irrefreável do estado.
MARKET PLACE
FUNDO PARA CUSTEAR A TRANSIÇÃO – Vejam que enquanto escrevia este editorial me deparei com a notícia veiculada no jornal Valor de hoje dando conta de que o governo estuda a possibilidade de criar um fundo para custear a transição do regime de repartição simples para o de "capitalização". Dentre as ideias avaliadas estão o direcionamento para o fundo de ativos como imóveis, recursos de privatização ou vinculação com receitas futuras. Que tal?
FRASE DO DIA
A tolerância é a virtude do fraco.
Marquês de Sade
Marquês de Sade



