sexta-feira, 15 de julho de 2022

Preço do aluguel residencial sobe 1,58% em junho e supera inflação acumulada em 12 meses

 


O preço do aluguel residencial, acompanhado pelo Índice FipeZap, teve aumento de 1,58% em junho, mostrando desaceleração ante maio (1,7%) e abril (1,84%). Apesar da alta com menor força no último mês, o custo de locação aumentou 12,86% em 12 meses, superando a variação da inflação medida pelo IPCA (11,89%) e pelo IGP-M (10,7%) no mesmo período.

Em junho, entre as 25 cidades monitoradas, apenas Joinville (-1,37%), Pelotas (-1,31%) e Brasília (-0,31%) registraram redução no valor dos alugueis residenciais.

Considerando as 11 capitais onde os preços são acompanhados, as maiores altas foram em Florianópolis (+2,95%), Recife (+2,09%), Fortaleza (+2,05%), Belo Horizonte (+2,00%). Rio de Janeiro (+1,98%), Curitiba (+1,84%), São Paulo (+1,75%), Salvador (+1,49%) também registraram aumento acima da inflação, de 0,67%.

Nos últimos 12 meses, as cidades que sentiram mais os reajustes foram Florianópolis (+27,53%), Goiânia (+25,46%), Fortaleza (+23,79%), Curitiba (+20,64%), Recife (+19,64%), Belo Horizonte (+17,77%), Salvador (+17,24%) e Rio de Janeiro (+13,45%). São Paulo (+9,02%), Porto Alegre (+6,06%) e Brasília (+4,22%) tiveram aumentos menos intensos.

Com base nos dados apurados nas 25 cidades monitoradas pelo Índice FipeZap de Locação Residencial, o preço médio do aluguel ficou em R$ 34,45/m², em junho. São Paulo apresentou o preço médio de locação mais elevado, de R$ 42,84/m², seguida por Recife (R$ 39,64/m²), Rio de Janeiro (R$ 35,50/m²) e Florianópolis (R$ 35,25/m²).

Entre as capitais monitoradas com menor valor de locação residencial, estão Fortaleza (R$ 21,59/m²), Goiânia (R$ 23,47/m²), Porto Alegre (R$ 25,67/m²) e Curitiba (R$ 26,93/m²).

O Sul

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