quinta-feira, 14 de julho de 2022

Incêndio atinge loja de agropecuária no Centro de Porto Alegre

 Chamas começaram durante a madrugada desta terça



Uma loja de agropecuária foi atingida por um incêndio durante a madrugada desta terça-feira, no Centro de Porto Alegre. As chamas destruíram o estabelecimento, localizado na avenida Júlio de Castilhos e conhecido por comercializar animais. Conforme o Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Sul (CBMRS), o fogo começou por volta das 3h30min. O trabalho de rescaldo prosseguia em torno das 8h. “Serão cinco horas de combate no total”, estimou.

O oficial de serviço do 1º Batalhão de Bombeiros Militar (1º BBM), tenente Rafael Mellos, explicou que, no momento do incêndio, os animais não estavam no local, porque no dia anterior haviam sido retirados por conta de uma dedetização. “Por essa sorte, não teve a morte de nenhum animal”, comentou.

O vento registrado na Capital dificultou o trabalho dos bombeiros. “Tivemos o emprego de dez bombeiros, duas viaturas de grande porte e duas viaturas leves”, calculou. Segundo ele, o combate ao fogo, que atingiu o andar térreo e o mezanino da loja, necessitou do uso de cerca de 100 mil litros de água.

Alguns dos bombeiros militares foram obrigados a usar máscaras com cilindros de oxigênio para ingressar no interior da loja. “Todo o equipamento completo”, frisou o tenente Rafael Mellos, observando que foi preciso arrombar as cortinas de ferro da agropecuária. No começo da tarde, o efetivo do 9º BBM retornou ao local para um novo rescaldo.

Uma equipe da Defesa Civil Municipal foi para o local com o objetivo de interditar e avaliar a situação estrutural do imóvel, entre outras providências. O agente Jorge Brito confirmou a interdição e adiantou que o proprietário terá de apresentar um laudo estrutural do imóvel. "O prédio vai ficar isolado até a apresentação desse laudo o mais rápido possível, não pode usá-lo", enfatizou. "Já solicitamos a presença da Unidade de Manutenção Predial da Secretaria Municipal de Serviços Urbanos", acrescentou.

A Polícia Civil foi acionada junto com a Divisão de Engenharia Legal do Departamento de Criminalística do Instituto-Geral de Perícias (IGP).

Correio do Povo

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