quinta-feira, 23 de junho de 2022

Milton Ribeiro dormirá em carceragem da PF e terá audiência de custódia em São Paulo nesta quinta

 Ex-ministro da Educação foi alvo de prisão preventiva e magistrado decide se ele continua detido


ex-ministro da Educação, Milton Ribeiro, passa por audiência de custódia nesta quinta-feira (28) em São Paulo. Inicialmente, o juiz Renato Morelli, da 15ª Vara Federal de Brasília, tinha determinado que a audiência ocorresse na capital federal. No entanto, ele atendeu pedido da defesa para que o cliente continuasse no estado onde foi preso na manhã desta quarta-feira (27). 

Ele foi preso por uma equipe da corporação em Santos-SP, no âmbito de uma operação que investiga um esquema de tráfico de influência que teria sido montado no Ministério da Educação. Além de Milton, foram presos os pastores Gilmar Santos e Arilton Moura. Arilton será ouvido por videoconferência e Gilmar Santos passa por audiência em Brasília.

A investigação apura um suposto esquema de corrupção para a liberação de dinheiro público do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), que tem a destinação dos valores definidas dentro do Ministério da Educação.

O juiz Renato Borelli, que determinou a prisão preventiva, decide se mantém ou não o ex-ministro encarcerado enquanto duram as investigações. Outra motivação para a decisão do magistrado seriam dificuldades logísticas da PF para realizar a transferência até o Distrito Federal.

O advogado de Ribeiro, Daniel Bialski, informou que o ex-ministro "já assinou a procuração" e que está em busca das cópias do processo para poder fazer um habeas corpus. "Mesmo sem conhecer profundamente o caso, parece-me que essa prisão preventiva não possui contemporaneidade (os fatos ocorreram há muito tempo) e não haveria nem razão e/ou motivo concreto para essa custódia antecipada", defendeu, acrescentando que acompanhará Ribeiro na audiência de custódia designada.

Ribeiro pediu demissão do ministério no fim de março, em meio a intensa pressão, após ser revelada a existência de um "gabinete paralelo" dentro do MEC com os pastores. Os religiosos atuariam indicando ao ex-ministro nomes de prefeitos que deveriam receber recursos. A suspeita é que, em troca, os pastores cobravam propina. 


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