quinta-feira, 23 de setembro de 2021

Será que a Globo pode acabar?

 (Ou o jornalismo militante)

"Tudo o que é sólido se desmancha no ar"
Certamente há alguns anos muitos tenderiam a crer que o conglomerado de comunicação de Assis Chateaubriand, que na década de 50 e 60 era maior que a Globo, ou a TV Manchete e Editora Bloch, que foram grandes na década de 70 e 80 , ou que o império de Breno Caldas aqui no Rio Grande do Sul (Correio do Povo, Folha da Tarde e TV Guaíba) seriam perpétuos. Faliram!
Creio que quando um veículo resolve se divorciar do seu público ou da imagem que as pessoas estão vendo, ele encontra a receita mais eficaz para o fracasso, ele perde a credibilidade e pior, gera indignação. E ao ler os comentários das pessoas nas publicações desses veículos, a gente tem um termômetro disso.
Muitos dirão que é apenas a "bolha" ou os "haters. Vão vendo.
Acho que o mais correto é o veículo assumir lado mesmo, como a Fox faz nos USA e como a Jovem Pan resolveu fazer aqui no Brasil.
Boa quinta!
Valter Nagelstein.


Fonte: https://www.facebook.com/222966417739783/posts/4305367902832927/?sfnsn=wiwspmo

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