sábado, 16 de maio de 2020

Prefeitura prepara reforço de operações para coibir comércio ilegal em Porto Alegre

Total de 25,1 mil itens já foram apreendidos de ambulantes irregulares no período que antecedeu a pandemia,

Manhã ensolarada de sábado foi marcada novamente pela forte presença de camelôs na área central de Porto Alegre

Manhã ensolarada de sábado foi marcada novamente pela forte presença de camelôs na área central de Porto Alegre | Foto: Guilherme Almeida

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A Prefeitura Municipal de Porto Alegre está programando um reforço nas operações para os próximos dias com o objetivo de reprimir o comércio ilegal no Centro Histórico. "Diante do grande impacto econômico da Covid-19, o aumento no número de ambulantes era esperado. Mesmo assim, a Prefeitura vai agir em conformidade com a lei. Para isso, conta com um Escritório de Fiscalização que reúne as forças de fiscalização de todos os órgãos da gestão municipal", enfatizou o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Leonardo Hoff, na manhã deste sábado. Segundo ele, um total de 25,1 mil itens já foram apreendidos de ambulantes irregulares no período que antecedeu a pandemia, entre janeiro e março deste ano.

Em nota, a Prefeitura Municipal de Porto Alegre informou que “está ciente de que a crise decorrente da pandemia de Covid-19 causou um aumento repentino no número de ambulantes irregulares no Centro Histórico”. No entanto, esclareceu, os agentes de fiscalização estão “concentrados na aplicação dos decretos que visam combater a doença e salvar vidas”. O Escritório de Fiscalização, lembrou na nota, tem realizado, com o apoio da Brigada Militar, o monitoramento diário do comércio ambulante na região.

A manhã ensolarada de sábado foi marcada novamente pela forte presença de camelôs na área central de Porto Alegre. Na Rua dos Andradas, por exemplo, os ambulantes ocuparam as quadras como se fosse um shopping aberto. A maioria estava de máscara visando evitar o contágio do novo coronavírus. Já a maioria dos clientes e transeuntes também andava protegida, mas muitos não usavam nada ou estavam com as máscaras penduradas ou em posição incorreta. Enquanto isto, o comércio legalizado permanecia em sua grande maioria fechado devido às restrições em consequência da pandemia.



Correio do Povo


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