sábado, 28 de março de 2020

Jogadores da NBA Rudy Gobert e Donovan Mitchell estão curados do coronavírus

Utah Jazz informou que todos seus jogadores e funcionários seguirão respeitando medidas preventivas de combate à pandemia

Gobert foi diagnosticado com Covid-19 em 11 de março
Gobert foi diagnosticado com Covid-19 em 11 de março 
O pivô francês Rudy Gobert, primeiro jogador da NBA a ser diagnosticado com Covid-19, e seu companheiro de equipe Donovan Mitchell estão curados da doença, informou nesta sexta-feira o Utah Jazz.
"O Departamento de saúde de Utah determinou que todos os jogadores do Jazz, incluindo os dois que deram positivo para o novo coronavírus, já não representam um risco de infecção para outras pessoas", anunciou o Jazz no site da franquia.
Todos os jogadores e funcionários do Jazz foram submetidos a testes de coronavírus e colocados em isolamento após Rudy Gobert dar positivo em um exame realizado em 11 de março.
O caso do francês provocou o cancelamento de última hora da partida que o Jazz jogaria contra o Oklahoma City Thunder. Horas depois, a NBA resolveu suspender a temporada completamente até segunda ordem. 
O armador Donovan Mitchell foi o único jogador do Jazz a dar positivo nos testes que seguiram o caso Gobert. Na quarta-feira, o pivô francês explicou que estava se sentindo "cada dia melhor", mas com alguns persistentes sintomas da doença, como a perda do olfato.
Para se considerado curado da doença, o paciente deve dar negativo em dois testes de Covid-19 em um intervalo de pelo menos 24 horas. O Jazz informou que todos seus jogadores e funcionários seguirão respeitando as medidas preventivas de combate à pandemia, como o distanciamento social.
Na quinta-feira, foi anunciado que outro jogador infectado da NBA, o ala-pivô Christian Wood, do Detroit Pistons, se recuperou completamente da doença.
No total, foram diagnosticados 14 casos em membros das equipes da NBA, pelo menos 10 deles sendo jogadores, incluindo o ex-MVP da Liga Kevin Durant, do Brooklyn Nets.

AFP e Correio do Povo

Veja quem tem direito ao auxílio emergencial de R$ 600 por mês

Projeto aprovado pela Câmara prevê que mães que são chefe de família recebam duas cotas, totalizando R$ 1,2 mil

Auxílio serve para minimizar os impactos do coronavírus para a população de baixa renda e deverá beneficiar 24 milhões de brasileiros
Auxílio serve para minimizar os impactos do coronavírus para a população de baixa renda e deverá beneficiar 24 milhões de brasileiros 
Os trabalhadores informais vão poder receber o auxílio emergencial por três meses de R$ 600,00 e as mães que são chefe de família (família monoparental), duas cotas, no total de R$ 1,2 mil. Chamada de coronavoucher ou coronavale, a medida foi aprovada nesta quinta-feira de forma virtual pelo plenário da Câmara e deverá ser votada na semana que vem pelo Senado, antes de começar a valer.
O auxílio é uma das propostas para minimizar os impactos do coronavírus para a população de baixa renda e deverá beneficiar 24 milhões de brasileiros. Inicialmente o pagamento seria de R$ 200. Após acordo entre a Câmara e o líder do governo federal, o valor passou para R$ 600. 
A estimativa de impacto prevista pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), é de R$ 14,4 bilhões mensais. Enquanto durar a epidemia, o governo federal poderá prorrogar o benefício.
Para receber o auxílio, o trabalhador não pode receber aposentadoria, seguro-desemprego ou ser beneficiário de outra ajuda do governo. Também não pode fazer parte de programa de transferência de renda federal, com exceção do Bolsa Família.
Veja os requisitos para receber o benefício:
- Ser maior de 18 anos de idade;
- Não ter emprego formal;
- Não receber benefício previdenciário ou assistencial, seguro-desemprego ou de outro programa de transferência de renda federal, com exceção do Bolsa Família;
- Renda familiar mensal per capita (por pessoa) de até meio salário mínimo (R$ 522,50) ou renda familiar mensal total (tudo o que a família recebe) de até três salários mínimos (R$ 3.135,00);
- Não ter recebido rendimentos tributáveis, no ano de 2018, acima de R$ 28.559,70.
O interessado deverá cumprir uma dessas condições:
- Exercer atividade na condição de microempreendedor individual (MEI);
- Ser contribuinte individual ou facultativo do Regime Geral de Previdência Social (RGPS);
- Ser trabalhador informal inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico);
- Ou ter cumprido o requisito de renda média até 20 de março de 2020.
Acumular benefício
Será permitido a até duas pessoas de uma mesma família acumularem benefícios. Se um deles receber o Bolsa Família, terá de fazer a opção pelo auxílio mais vantajoso.
As mulheres de famílias monoparentais receberão duas cotas, também por três meses, com a mesma restrição envolvendo o Bolsa Família.
Já a renda média será verificada por meio do CadÚnico para os inscritos e, para os não inscritos, com autodeclaração em plataforma digital.
Na renda familiar serão considerados todos os rendimentos obtidos por todos os membros que moram na mesma residência, exceto o dinheiro do Bolsa Família.
Antecipação
Para pessoas com deficiência e idosos candidatos a receber o BPC (Benefício de Prestação Continuada), de um salário mínimo mensal (R$ 1.045,00), o INSS poderá antecipar o pagamento de R$ 600,00 (valor do auxílio emergencial) até que seja avaliado o grau de impedimento no qual se baseia o pedido ou seja concedido o benefício. Essa avaliação costuma demorar porque depende de agendamento com médicos peritos e assistentes sociais do INSS.
Quando o BPC for concedido, ele será devido desde o dia do requerimento, e o que tiver sido adiantado será descontado.
Da mesma forma, o órgão poderá adiantar o pagamento do auxílio-doença, no valor de um salario mínimo mensal, durante três meses contados da publicação da futura lei ou até a realização da perícia pelo INSS, o que ocorrer primeiro.
Para ter direito a esse adiantamento, o trabalhador precisará ter cumprido a carência exigida para a concessão do benefício (12 meses de contribuição) e apresentar atestado médico com requisitos e forma de análise a serem definidos em ato conjunto da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia e do INSS.
Forma de pagamento
Segundo o projeto, o auxílio emergencial será pago por bancos públicos federais por meio de uma conta do tipo poupança social digital.
Essa conta será aberta automaticamente em nome dos beneficiários, com dispensa da apresentação de documentos e isenção de tarifas de manutenção. A pessoa usuária poderá fazer ao menos uma transferência eletrônica de dinheiro por mês, sem custos, para conta bancária mantida em qualquer instituição financeira autorizada a funcionar pelo Banco Central.
A conta pode ser a mesma já usada para pagar recursos de programas sociais governamentais, como PIS/Pasep e FGTS, mas não pode permitir a emissão de cartão físico, cheques ou ordens de pagamento para sua movimentação.
Se a pessoa deixar de cumprir as condições estipuladas, o auxílio deixará de ser pago. Para fazer as verificações necessárias, os órgãos federais trocarão as informações constantes em suas bases de dados.

R7 e Correio do Povo

Djokovic faz doação milionária na Sérvia para combater coronavírus

Tenista sérvio doou 1 milhão de euros para a compra de respiradores e equipamentos médicos para os hospitais do país

Djokovic agradeceu ainda
Djokovic agradeceu ainda "do fundo do coração" à China pela ajuda que tem dado à Sérvia, onde já foram infectadas cerca de 460 pessoas e morreram sete 
Número 1 do ranking da ATP, o tenista sérvio Novak Djokovic resolveu seguir os passos de seus principais rivais - o suíço Roger Federer e o espanhol Rafael Nadal - e anunciou nesta sexta-feira uma doação milionária para o combate ao novo coronavírus em seu país.
O melhor do mundo na atualidade doou 1 milhão de euros (cerca de R$ 5,5 milhões) para a compra de respiradores e equipamentos médicos na Sérvia. "A nossa doação é destinada à compra de ventiladores, que são indispensáveis para salvar vidas, e para a compra de outros equipamentos sanitários. Os respiradores são agora os equipamentos mais indispensáveis para salvar vidas humanas", disse Djokovic, nesta sexta-feira, em uma videoconferência organizada pelos seus assessores.
O tenista sérvio, que tem residência em Montercalo, no Principado de Mônaco, está atualmente com a sua família em Marbella, na Espanha, onde está respeitando as medidas de isolamento decretadas pelas autoridades locais, garantindo que está se esforçando para manter "o espírito positivo" e que está aproveitando os momentos em família.
Djokovic agradeceu ainda "do fundo do coração" à China pela ajuda que tem dado à Sérvia, onde já foram infectadas cerca de 460 pessoas e morreram sete. Antes do número 1 do mundo, Federer doou mais de 1 milhão de euros para os mais necessitados na Suíça e Nadal fez o mesmo e participa de uma campanha para a Cruz Vermelha na Espanha.
"Cada um de nós trata de ajudar nesta situação na medida de suas possibilidades. Contribuindo com seu tempo, esforço, recursos, de qualquer maneira, para estar à disposição de seu país e de sua gente que mais precisa", finalizou o sérvio. 

Agência Estado e Correio do Povo

Brasil fecha fronteiras para estrangeiros


Brasil recebe 500 mil kits de teste rápido de coronavírus na segunda-feira

Unidades fazem parte do primeiro lote dos 5 milhões que será enviado pela China ao país

Primeiro lote chega ao país nesta segunda-feira
Primeiro lote chega ao país nesta segunda-feira 

A Vale recebeu na China nesta sexta-feira (27) o primeiro lote dos 5 milhões de kits de teste rápido para novo coronavírus. De acordo com a mineradora, a remessa de 500 mil unidades virá por avião, com partida prevista do Aeroporto Internacional de Guangzhou Baiyun, na província chinesa de Guangdong, no próximo domingo. A chegada no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, é esperada na segunda-feira (30) à noite.
As 4,5 milhões de unidades restantes serão entregues pelo fornecedor ao longo do mês de abril. O teste, produzido pela empresa chinesa Wondfo, tem registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Os kits foram doados pela Vale para ajudar o governo brasileiro no combate à disseminação da doença no país.
Toda a logística de distribuição dos kits no Brasil ficará sob responsabilidade do Ministério da Infraestrutura.
"A Vale oferece essa ajuda à sociedade brasileira em um momento em que o País se une pela saúde e segurança das pessoas. Estamos lançando mão da nossa rede de logística na Ásia para trazer ao Brasil insumos que poderão fazer a diferença na vida das pessoas", afirma o diretor-presidente da Vale, Eduardo Bartolomeo, em comunicado divulgado pela companhia


R7 e Correio do Povo

Inter anuncia férias até 20 de abril

Medida vale para atletas, comissão técnica e demais empregados

Inter anunciou férias até 20 de abril
Inter anunciou férias até 20 de abril 
O Inter anunciou, na noite desta sexta-feira, a concessão de férias coletivas até o dia 20 de abril em função da pandemia de coronavírus que atinge o mundo, e que já tem efeitos no Brasil. Com a paralisação de todas as competições esportivas em função da Covid-19, o Inter, assim como os demais clubes do Brasil, anunciou férias coletivas até o dia 20 de abril.
A decisão foi comunicada por meio de nota oficial do clube. No texto, o Inter cita decisão unânime após reunião do Conselho Nacional de Clubes, com participação das equipes da séries A e B do Brasileirão, que decidiu pelas férias. 
A decisão vale do dia 1° de abril até o dia 20. Ainda conforme a nota, a data pode ser prorrogada conforme necessidade do clube ou permanência do estado de calamidade decretado pelo Governo Federal no início da pandemia de Coronavírus. 
O clube afirma que a remuneração referente ao período de férias será paga até o quinto dia útil do mês de maio. Conforme o acordo, o adicional de um terço de férias será pago até o dia 20 de dezembro deste ano. 

Correio do Povo

Grêmio anuncia férias ao grupo de jogadores até 21 de abril

Tricolor chegou a um acordo com os atletas, que aceitaram a proposta de readequação financeira

Reapresentação está prevista para ocorrer no dia 21 de abril
Reapresentação está prevista para ocorrer no dia 21 de abril 
Para evitar uma deterioração das contas do clube durante a pandemia do coronavírus e com todas as competições da temporada suspensas, a direção do Grêmio e o grupo de jogadores chegaram a um acordo na noite desta sexta-feira. O clube, por meio de um comunicado oficial, informa que concederá férias aos atletas, comissão técnica e demais profissionais vinculados ao Departamento de Futebol Profissional e de Transição do Clube, entre 1º e 20 de abril. 
De acordo com o Tricolor, após as reuniões, os jogadores se mostraram sensíveis "ao momento de incerteza da economia" e aceitaram a proposta de readequação financeira realizada pela direção "visando assegurar condições de preservação e integridade dos contratos de trabalho do quadro funcional da instituição". Desta forma, o clube pretende minimizar os impactos econômicos que serão sofridos nos próximos meses e seguir as recomendações de autoridades sanitárias de todo o mundo.
Leia o comunicado na íntegra:
Considerando o cenário de pandemia relacionada à COVID-19, as recomendações das autoridades governamentais e sanitárias e  a suspenção temporária de competições,  o Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense comunica que concederá férias aos atletas, comissão técnica e demais profissionais vinculados ao Departamento de Futebol Profissional e de Transição  do Clube,  entre  1º e 20 de abril, nos termos da Medida Provisória 927/2020, com reapresentação prevista para o dia 21/04.
O Grêmio também informa que após diálogo, os Atletas Profissionais do Clube, sensíveis ao momento de incerteza da economia e visando assegurar condições de preservação e integridade dos contratos de trabalho do quadro funcional da insituição, durante este período de calamidade pública, aceitaram a proposta de readequação financeira realizada pela direção. Tal readequação contribuirá substancialmente para minimizar os impactos econômicos que serão suportados pelo Grêmio nos próximos meses.
Por fim, em face das férias que serão concedidas ao Departamento de Futebol Profissional, as atividades dos demais setores do Clube durante aquele período serão adequadas a esta realidade.

Correio do Povo

Brasil tem menor índice de letalidade dos 25 países com mais casos

Pandemia é "casa incendiando", diz secretário do Ministério da Saúde

Número dois da pasta, João Gabbardo evitou comentar campanha de publicidade do governo federal com a fala "o Brasil não pode parar"

Gabbardo evitou entrar em conflito direto com as declarações de Bolsonaro
Gabbardo evitou entrar em conflito direto com as declarações de Bolsonaro 

Questionado nesta sexta-feira (27) sobre a campanha do governo federal defendendo que "o Brasil não pode parar" durante a pandemia, o secretário-executivo do Ministério da Saúde, João Gabbardo, comparou a crise do coronavírus no país a "uma casa que está incendiando".
"Nossa função [do Ministério da Saúde] nessa história é retirar o máximo de pessoas que estão lá dentro. Infelizmente, nem todas vão conseguir sair de lá."
No entanto, ele disse aos jornalistas para não pensarem que o ministério "vai incendiar uma coisa que já está na nossa frente".
A declaração acontece em meio a um desalinhamento entre o que vinha sendo proposto pelo Ministério da Saúde para combater a epidemia do coronavírus no país e o que passou a ser defendido pelo presidente Jair Bolsonaro.
Bolsonaro critica medidas de isolamento adotadas por governadores e diz que estas ações podem ter graves efeitos no emprego e na economia.
O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, já adotou nos últimos dias um discurso mais moderado em relação ao afastamento social, assunto que tem sido cada vez menos abordado nas entrevistas coletivas diárias da pasta.
Gababardo, que é o número dois da Saúde, afirmou que "as recomendações que estão sendo dadas [pelo presidente] não modificam em nada as orientações do Ministério da Saúde".
O Brasil registrou até hoje 3.417 casos de covid-19, incluindo 92 mortes, que ocorreram em dez estados. 
Neste sábado (28), o Ministério da Saúde fará uma apresentação sobre o primeiro mês da epidemia de coronavírus no país e projeções para os próximos meses, o que poderá balizar eventuais medidas dos governadores em relação à circulação e aglomeração de pessoas. 

R7 e Correio do Povo

Impasse sobre fim do Gauchão deixa clubes preocupados

Clubes receberam três das quatro parcelas dos valores de transmissão

Disputa do segundo turno do Campeonato Gaúcho não tem data para voltar
Disputa do segundo turno do Campeonato Gaúcho não tem data para voltar
 

Uma das possibilidades da reunião de quinta-feira na Federação Gaúcha de Futebol, que definiu a suspensão por tempo indeterminado do Gauchão, era encerrar a edição de 2020 com o Caxias campeão, mas a maioria dos clubes foi contrária. A emissora que transmite a competição exigiu a realização do restante do certame para pagar a última parcela dos direitos dos clubes, o que preocupou os dirigentes.
Até agora, os donos dos direitos de transmissão pagaram três das quatro parcelas e só irão fazer o depósito da última se a competição for finalizada. Segundo o repórter Rafael Pfeiffer, que conversou com dirigentes do futebol gaúcho, a intenção é fazer que os jogos restantes sejam disputados nas quartas-feiras.
Ao questionar um representante de clube que não é da dupla Gre-Nal sobre como fica a sobreposição de jogos, já que os dias do meio da semana são reservadas para a Libertadores e Copa do Brasil, o jornalista escutou: “Eles que resolvam”. Um dirigente do Grêmio ouvido pelo repórter confirmou que a competição precisa terminar, sem revelar como será o planejamento para quando o futebol retornar.
Após a liberação dos jogos de futebol pelos órgãos de saúde, os clubes terão que realizar uma intertemporada, já que todos os atletas ficarão afastado dos gramados por mais de duas semanas. Ainda não há prazo para o retorno.
O Gauchão foi interrompido na terceira rodada do returno. Para ser concluído, ainda faltam disputar mais três partidas da fase de grupos, uma da semifinal e uma da final do returno. O vencedor enfrenta o Caxias, campeão do primeiro turno, em duas finais. Caso o time da Serra ganhe também o returno, conquista o título do Estadual de forma antecipada.

Rádio Guaíba e Correio do Povo



Rio Grande do Sul chega a 197 casos confirmados de coronavírus

Números foram atualizados no início da noite desta sexta-feira


Ao todo, Rio Grande do Sul tem 194 casos de Covid-19
Ao todo, Rio Grande do Sul tem 194 casos de Covid-19 

A Secretaria Estadual da Saúde (SES) divulgou, em boletim epidemiológico publicado no início da noite desta sexta-feira, que o Rio Grande do Sul registra 197 casos confirmados da Covid-19 e duas mortes. Em seu informe no final da tarde de quinta-feira, a pasta registrava 190 casos.
Segundo a SES, o maior número de casos confirmados, no levantamento por faixa etária, fica com pacientes que tem idade entre 30 e 39 anos, com 40. Seguido de perto daqueles que tem entre 50 e 59 anos, com 39. Somando os índices acima dos 50 anos, o número sobe para 94 casos. Do total, 72 são do sexo feminino e 125 do masculino.
Conforme o informe da pasta estadual, Porto Alegre segue liderando o número de casos no Rio Grande do Sul com 107. Bagé é a segunda cidade com o nove, seguido de Canoas com sete e Caxias do Sul e Torres, com seis. A Covid-19 já foi detectada em 45 municípios do Estado.




RS já registra pelo menos 206 casos 

A Secretaria Municipal de Saúde de Porto Alegre divulgou em seu último boletim epidemiológico na noite de quinta-feira, publicado às 22h15min, que a cidade registra 115 casos confirmados de coronavírus. No informe estadual, da SES, divulgado nesta sexta-feira, ainda não estavam contabilizados os 115 casos de Porto Alegre, que, na ocasião, registrava 106. A SES explica que "em Porto Alegre, muitos exames são realizados por laboratórios privados reconhecidos pelo Ministério da Saúde" e que por isso há, em alguns momentos, uma defasagem dos dados.

Correio do Povo

Ação conjunta para os próximos passos da quarentena

Prefeitos da Região Metropolitana garantem manter restrições contra Covid-19

Gestores reconheceram pressões econômicas, mas enfatizaram importância de salvar vidas

Comércio deve seguir com restrições de horário ou, até, funcionamento
Comércio deve seguir com restrições de horário ou, até, funcionamento 

Os prefeitos das principais cidades da Região Metropolitana indicaram, em comunicado nesta sexta-feira, que não vão acatar as medidas de flexibilização da quarentena. A decisão dos líderes municipais respeita a orientação técnica dos profissionais da saúde, tendo como exemplo o que vem sendo feito em nações que conseguiram frear a difusão do Covid-19.
“Nossa atitude diante dessa crise é de prevenção e segurança para a população. A vida não é antagônica aos empregos. Não há vida sem emprego e não há emprego sem vida”, enfatizou o presidente da Granpal e prefeito de Cachoeirinha, Miki Breier.
Conforme nota da Granpal, os efeitos da doença precisam ser considerados sob aspectos científicos e estatísticos. “Cuidar das pessoas é o nosso maior compromisso”, avaliou o prefeito de Esteio, Leonardo Pascoal.
O grupo garantiu respeita o decreto do governo estadual, mas que cada gestor municipal avaliará quando aliviar as medidas de restrição. “Manter o isolamento social e estender por mais alguns dias as determinações que restringem a circulação, a aglomeração e a aproximação das pessoas é priorizar vidas”, comentou o prefeito de Porto Alegre, Nelson Marchezan. “Seguiremos preservando e dando estrutura para amparar quem mais precisa de ajuda”, acrescentou Marco Alba, gestor municipal de Gravataí.
Na avaliação dos prefeitos da Granpal, dificilmente os decretos municipais serão flexibilizados antes de 5 de abril. Também estiveram presentes os prefeitos Margarete Ferreti (Nova Santa Rita), Valdir José Elias (Viamão) e Luis Link (Sapucaia do Sul).

Correio do Povo



SMS: Porto Alegre chega a 118 casos confirmados de coronavírus

Leitos de UTI são usados por 38 pessoas que já tiveram diagnóstico de Covid-19 confirmado ou são casos suspeitos da doença


Porto Alegre registra 118 casos de Covid-19
Porto Alegre registra 118 casos de Covid-19 

Porto Alegre chegou a 118 casos confirmados de coronavírus. A informação foi publicada pela Secretaria de Saúde da cidade na noite desta sexta-feira, pelas redes sociais da pasta. Além dos casos confirmados, a Capital soma 401 descartados e 68 suspeitos, conforme os números divulgados.
A Capital registra duas mortes por coronavírus. No total, 17 pessoas já estão curadas da Covid-19 em Porto Alegre.
As duas mortes ocorridas no Rio Grande do Sul pela Covid-19 aconteceram em Porto Alegre. No Estado, são 197 pessoas com diagnóstico confirmado. O Brasil tem 92 mortes e mais de 3,4 mil casos confirmados da doença.

Pacientes em UTI

O boletim atualizou os números de pacientes em Unidades de Terapia Intensiva (UTI) com problemas respiratórios. São 10 casos confirmados de Coronavírus, enquanto outros 28 têm suspeita de Covid-19.

Correio do Povo

Brasileiro teme bem mais o coronavírus do que efeitos econômicos, indica pesquisa

“Dados mostram que a população está preocupada mesmo é com a própria vida”, afirma diretora da QualiBest

Pesquisa mostra que brasileiro está mais preocupado com a saúde do que com a economia
Pesquisa mostra que brasileiro está mais preocupado com a saúde do que com a economia 

Os brasileiros estão com mais medo de serem infectados pelo coronavírus, ou de terem alguém da família contaminado, do que da crise econômica que resulta da pandemia. É o que mostra levantamento feito pelo Instituto QualiBest, uma empresa de pesquisa de mercado, que entrevistou cerca de 2 mil pessoas em dois períodos do mês de março, por meio de uma plataforma digital.
Segundo o levantamento, 73% dos que responderam afirmam que o maior temor com a pandemia é ser ou ter alguém da família infectado. O segundo receio mais apontado, por 63% das pessoas, é que o sistema do saúde do País não seja suficiente para atender todos os doentes. A preocupação com a crise econômica aparece em terceiro lugar, mencionada por 35% dos entrevistados.
"Os dados mostram que a população está preocupada mesmo é com a própria vida. A questão é muito mais de sobrevivência neste momento, tanto no caso de ficarem doentes como em como vai ser o cotidiano delas diante no momento de crescimento da doença no Brasil", afirma Daniela Malouf, diretora geral do QualiBest.
A pesquisa foi feita em dois momentos. No primeiro, foram ouvidas 1.098 pessoas, entre os dias 10 e 11 de março. Depois, outras 1.005 pessoas foram entrevistadas entre os dias 20 e 21 de março. Para fazer a pesquisa, o instituto envia questionários a uma base própria de 250 mil pessoas cadastradas. Antes, faz um filtro de quem vai participar da pesquisa, para que a amostra seja semelhante ao perfil da população brasileira.

Agência Estado e Correio do Povo



Itália tem quase mil mortes causadas pela Covid-19, o recorde diário

Senado votará renda mínima na próxima segunda, diz Anastasia

Quantia de R$ 600 para trabalhadores informais foi aprovada pela Câmara dos Deputados nesta quinta


Anastasia diz que Senado votará renda mínima na próxima segunda
Anastasia diz que Senado votará renda mínima na próxima segunda 

O vice-presidente do Senado, Antônio Anastasia, afirmou nesta sexta-feira que a renda mínima de R$ 600 aos trabalhadores informais será votada pela Casa na próxima segunda-feira.
“Vamos convocar nova sessão remota para próxima segunda-feira, às 16h, para votarmos o pagamento de auxílio emergencial. O Congresso continuará atuante para ajudar todo o Brasil nesse momento de dificuldades”, disse Anastasia.



matéria foi aprovada na noite desta quinta-feira pela Câmara dos Deputados. Inicialmente, na primeira versão do relatório, o valor era de R$ 500 (contra os R$ 200 propostos pelo governo federal). Após negociações, o Executivo aceitou aumentar para R$ 600.
Para as mães que são chefe de família, o projeto permite o recebimento de duas cotas, totalizando R$ 1,2 mil. O poder Executivo poderá prorrogar o pagamento do auxílio enquanto durar a pandemia do coronavírus, doença que já causou a morte de 77 pessoas no Brasil.


R7 e Correio do Povo

Vacina para novo coronavírus deve demorar ao menos 18 meses, diz OMS

Tedros Adhanom Ghebreyesus afirmou que há mais de meio milhão de casos confirmados da doença no mundo

Comando da OMS informou que pacientes da Espanha e Noruega já estão envolvidos nos testes que estão sendo realizados para encontrar uma vacina
Comando da OMS informou que pacientes da Espanha e Noruega já estão envolvidos nos testes que estão sendo realizados para encontrar uma vacina 
A Organização Mundial de Saúde (OMS) afirmou nesta sexta-feira que há mais de meio milhão de casos confirmados de coronavírus reportados à entidade, com mais de 20 mil mortes, e voltou a alertar para a necessidade de que os países façam mais testes, para controlar a doença. O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, disse em entrevista coletiva que uma vacina para coronavírus ainda deve demorar "pelo menos 18 meses", mas lembrou que há testes em andamento.
O comando da OMS informou que pacientes de Espanha e Noruega já estão envolvidos nos testes que estão sendo realizados.

Remédios

Ghebreyesus insistiu, porém, para que pessoas não usem remédios que não tenham eficácia comprovada, diante dos riscos à saúde com esse comportamento. Ele também lembrou que participou na última quinta-feira, de uma videoconferência com líderes do G-20. Ele agradeceu o compromisso dessas nações na luta contra a pandemia e elogiou o esforço global nessa causa.

Testes

A OMS insiste na importância de que países realizem testes para identificar casos, isolar os positivos e cuidar dos casos mais graves. "Muitos países mostram que o vírus pode ser controlado, com medidas agressivas" nessa linha, disse a entidade. "O coronavírus pode causar doença leve, moderada, grave ou matar", lembrou a OMS, comentando também que a doença é "significativa", por causar "doença severa em muitas pessoas".

Crianças

Mesmo no caso das crianças, em que a maioria desenvolve doenças leves, há registros de casos graves, advertiu a OMS.

Importância do distanciamento

A entidade lembrou ainda que a doença já é transmitida em seus estágios iniciais, por isso a importância do distanciamento para conter os contágios. "A distância física é recomendada para impedir que o vírus passe de uma pessoa para outra", reafirmou a OMS. 

Agência Estado e Correio do Povo