quinta-feira, 10 de outubro de 2019

Servidores do Imesf pedem mediação da Câmara para reunião com Marchezan

Presidente do Legislativo da capital, vereadora Mônica Leal disse que Casa está sempre à disposição para ajudar

Extinção do Instituto acarretará na demissão de 1,8 mil agentes de saúde

Extinção do Instituto acarretará na demissão de 1,8 mil agentes de saúde | Foto: Alina Souza

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Representação de entidades sindicais da saúde solicitou, nesta quarta-feira, mediação por parte da Câmara Municipal de Porto Alegre junto ao prefeito Nelson Marchezan Júnior para que este receba comissão de servidores do Instituto Municipal de Estratégia de Saúde da Família (Imesf), que está paralisado. O pedido foi apresentado à vereadora Mônica Leal (PP), presidente do Legislativo da capital, em ofício assinado pelo Sindicato dos Profissionais de Enfermagem, Técnicos, Duchistas, Massagistas e Empregados em Hospitais e Casas de Saúde do Rio Grande do Sul (Sindisaúde-RS).

• Greve de servidores do Imesf afeta dezenas de postos em Porto Alegre

No texto, onde também são citados os sindicatos dos Enfermeiros (Sergs), dos Odontologistas (Soergs), e dos Agentes Comunitários de Saúde (Sindacs), é pedido que os vereadores que assinaram proposta de lei de criação de uma nova empresa pública em substituição ao Imesf intercedam junto à prefeitura pela reunião com o prefeito.

Segundo Júlio Jesien, secretário-geral do Sindisaúde, a intenção dos servidores do Imesf é estender a paralisação até a sexta-feira (11/9). “Ficaremos mobilizados até lá e, posteriormente, faremos uma avaliação. Caso necessite, continuaremos em estado de greve”, afirmou. Na oportunidade, Mônica Leal disse que a Câmara está sempre à disposição para ajudar no que for necessário. “Continuem mobilizados”, enfatizou ressaltando que submeterá o documento à Mesa Diretora da Casa. “Vou compartilhar com meus colegas”, prometeu a presidente.

Foi lembrado ainda que a paralisação vem deixando dezenas de postos de saúde fechados na Capital. Os profissionais protestam contra a extinção do Instituto que acarretará na demissão de 1,8 mil agentes de saúde.


Correio do Povo


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