sábado, 12 de outubro de 2019

PT faz planos para ‘quando voltarmos ao governo’

O PT acha que vai voltar ao poder.

O deputado Paulo Pimenta, em vídeo nas redes sociais, disse o seguinte:

“O pré-sal é um patrimônio do povo brasileiro, por isso quando voltarmos ao governo, temos o compromisso de rever tudo que está sendo feito pelo governo Bolsonaro.”

Depois, o petista completou:

“É um aviso aos oportunistas que estão levando o nosso pré-sal a preço de banana.”


O Antagonista


PONTO CRITICO - 18 ANOS FOCADOS
NO LIBERALISMO
XIX- 001/19 -11.10.2019

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18 ANOS EM DEFESA DA LIBERDADE

Hoje, 11 de outubro de 2019, o PONTO CRITICO completa 18 ANOS DE INTENSA E CONTÍNUA ATIVIDADE. Ao longo deste período, que iniciou lá em 2001, foram publicados mais de 4.850 editoriais, todos eles, vale frisar, absolutamente fiéis aos saudáveis princípios da LIVRE INICIATIVA, do LIVRE MERCADO e/ou da -LIBERDADE INDIVIDUAL-.

MENSAGENS ESCLARECEDORAS

Vale lembrar que bem antes de criar o site -PONTOCRITICO.COM-, mais precisamente a partir de 1986, quando passei a atuar como comentarista e/ou apresentador de programas de rádio e televisão no RS, em todas as edições sempre tratei de levar MENSAGENS ESCLARECEDORAS sobre as indiscutíveis vantagens que o LIBERALISMO propõe, e produz, para o crescimento e desenvolvimento -SOCIAL e ECONÔMICO de qualquer país.

ROBERTO CAMPOS

Naquela ocasião, é sempre oportuno recordar, a voz maior que até então se levantava em defesa do LIBERALISMO era o saudoso economista Roberto Campos, com o qual fiz uma boa amizade resultante de ótimas e seguidas entrevistas.

Com o falecimento de Roberto Campos, no dia 9 de outubro de 2001 (dois dias antes do nascimento do Ponto Critico), achei por bem que a melhor homenagem que poderia prestar ao grande mestre e inspirador, ainda que de forma muito tímida, seria através de uma continuidade da sua insistente pregação.

ESTADO DE DELÍRIO

Como estamos vivendo um período bastante estimulante, no qual a maioria do povo brasileiro dá a entender muito daquilo que quer e, principalmente,  tudo aquilo que não mais suporta, estou convencido de que, se ainda estivesse no nosso convívio, Roberto Campos estaria em pleno ESTADO DE DELÍRIO.


HOMENAGEM

Como são inegáveis os avanços liberais que estão em andamento no nosso Brasil com o governo Bolsonaro, por mais que a mídia esteja fazendo um grande esforço para negar e/ou destruir, entendo que esta é a maior homenagem que Campos poderia receber. Soa, inclusive, como um atendimento ao que Campos vinha defendendo com unhas e dentes.

PARCEIROS FIÉIS

Além de Roberto Campos, decisivo inspirador para a existência do Ponto Critico, estendo as minhas entusiasmadas homenagens e/ou gratidão aos leitores e, principalmente, aos parceiros que apoiaram o Ponto Critico durante esta longa jornada de 18 anos, em especial a Família Florense (leia-se Gelson Castellan e Mateus Corradi); Família Morandi (Jimo Química Indl.) e Família Zaffari & Bourbon (Airton Zaffari).

ESPAÇO PENSAR+

Eis o texto do pensador Mateus Bandeira - UM PEQUENO MAS DECISIVO PASSO -:
A aprovação da Reforma da Previdência pela Câmara dos Deputados foi provavelmente o que de melhor aconteceu para o Brasil, em termos de administração pública, neste século 21. Como na conquista da Lua, o passo de Neil Armstrong foi custoso e penoso, mas abriu o caminho para o homem desbravar o universo.

No entanto, dada a natureza do buraco que o Brasil cavou, a reforma está longe de ser o lenitivo para nossos problemas estruturais. Buraco cavado por nós, brasileiros. Não pelo imperialismo norte-americano ou soviético das teorias conspiratórias arcaicas.

Reformar as aposentadorias foi uma construção coletiva e que demonstrou maturidade. Do presidente da República, do Congresso Nacional e da sociedade civil. Apesar de ter ficado aquém do desejável – pois não cobriu o imenso fosso que separa servidores públicos dos trabalhadores –, foi um avanço. Embora não represente dinheiro novo, trará substancial economia de recursos.

Os debates, que começaram com mais vigor no governo Temer, indicavam que o caminho rumo à solvência do erário não seria fácil.

Diferente da ingestão de remédios que trazem alívio imediato, mudar a Previdência não implica benefício instantâneo; mas abre o caminho à cura. O Brasil é um país à beira da ruína fiscal. Estados como o Rio
Grande do Sul são apenas um estágio avançado do que acontecerá com o Brasil se nada for feito.

O nível de desemprego nacional é alarmante: 28,5 milhões de subutilizados, no conceito do IBGE. Nossa ascendente dívida pública beira os 80% do PIB.

Nosso orçamento é disfuncional, pois não dá margem ao investimento – essência propulsora do crescimento econômico. Pior, ele é direcionado para atender as corporações de servidores e os setores escolhidos do empresariado.

Nosso sistema econômico inibe a livre concorrência e freia a inovação. Nosso regime tributário desestimula a livre iniciativa. Nossas despesas públicas crescem mais do que cresce a economia. Pior: os gastos aumentam para dentro, para autossustentar o Estado perdulário, não para investir em saúde, educação e segurança.

Nosso Estado, enfim, em vez de servir ao cidadão, serve-se dele. Numa inversão absoluta de valores, funciona como se o cidadão existisse para financiar a opulenta e inoperante engrenagem do Estado. Não somos um país pobre.

Somos um país injusto. É nesse contexto, aparentemente desanimador, que a aprovação da reforma surge como fator estimulante. Com as mudanças nas aposentadorias, teremos dado o indispensável primeiro passo. Agora, há de se pensar no dia seguinte. De imediato, mais do que a economia, ela mudará as expectativas. Expectativas positivas, no entanto, têm data de validade.

FRASE DO DIA

O mundo não será salvo pelos caridosos, mas pelos eficientes.
Roberto Campos

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