sexta-feira, 11 de outubro de 2019

DESASTRE AMBIENTAL - PETRÓLEO - COMO IDENTIFICAR O AUTOR DO CRIME (E-mail recebido no RS Notícias)

Olá amigos

Sugiro que repassem ao Comando da Marinha.

A Marinha informa que a extensão do dano causado pelo óleo nas 138 localidades de nove estados do Nordeste é inédita.

Como é um desastre ambiental perceptível a olho nu, não resta dúvida quanto ao ineditismo. Mas o ineditismo é o que de menos importa.

Importa a reparação dos danos que exigirá enorme empenho e despesa.

A Diretoria de Portos e Costas da MB instaurou inquérito.

Ibama, ICMBio, Polícia Federal, ANP, Petrobras, FAB e entidades estaduais e municipais unem-se para identificar a origem do óleo.

Nem se pode afirmar que tenha sido despejado por um petroleiro, e é até razoável supor que seja um ato de sabotagem, afinal ninguém emporcalha 2.000 km (1/5 do nosso litoral / fractal coastline pardox) só para fazer gracinha.

Quando se toma conhecimento de um crime mas não se sabe quem é o autor, a primeira pergunta que se faz é: a quem o crime beneficia?

O óleo é venezuelano, já sabemos ou quase temos certeza, e daí?

Interessa à Venezuela causar um dano ambiental ao Brasil? O Maduro é um idiota, mas...

A Venezuela vende petróleo para os EUA, China e Índia, e daí?

Seja como for, é imprescindível identificar o autor para cair de pau em cima dele.

Se for descoberto, não repetirá a maldade.

Se em todo o mundo houver a certeza de que sempre será possível descobrir o autor dessa modalidade de poluição, ela diminuirá sensivelmente.

TIVE UMA IDEIA

Alguns dirão que é inviável.

De repente, é mesmo, então que se ofereça outra melhor.

O QUE NÃO PODEMOS É DEIXAR COMO ESTÁ PARA VER COMO É QUE FICA; essa opção é sempre reprovável.

DADOS CONHECIDOS

[ dados colhidos na internet ]

CHIPS

- a Intel produz processadores com transistores de 32 nanômetros, ou seja, medem a metade do tamanho de um vírus da gripe.

- a IBM produz transistores do tamanho de um grão de sal.

- anualmente para cada um dos 7,3 bilhões de habitantes do mundo são produzidos 400 milhões de transistores.

- um chip pode ser formado por 12 transistores e outros componentes super miniaturizados ou por 1 milhão, dependendo da sua finalidade.

- a IBM pode fabricar chips com os menores componentes que se possa imaginar. Alguns medem 7 nanômetros. Um nanômetro é igual a um bilionésimo do metro.

NAVIOS SUPER PETROLEIROS

Os computadores cuidam da maior parte do trabalho dos petroleiros modernos.

PELO CANO

O convés do petroleiro é forrado de canos interligados, que distribuem o óleo igualmente entre os diferentes tanques para garantir o equilíbrio do navio. No carregamento, o óleo flui por esta rede de canos naturalmente, seguindo a força da gravidade. Já no descarregamento entra em ação um sistema de bombeamento de alta pressão

Capacidade de petróleo: 330 milhões de litros

ENTRA E SAI

O petróleo entra e sai do navio por uma das duas tomadas de carga – pontos de conexão do petroleiro com os reservatórios em terra. No fundo dos tanques, serpentinas aquecem o óleo para diminuir sua viscosidade e acelerar o descarregamento, que leva em média um dia. Contudo, dependendo do tipo de petróleo e da temperatura em que ele chega, esse processo pode levar três dias

CASCA GROSSA

Comparados com outros navios de grande porte, petroleiros são mais largos e menos fundos, para carregar volumes maiores e conseguir navegar em águas mais rasas. Para não perder a estabilidade, ele precisa estar sempre cheio: quando está sem óleo, os tanques de lastro ficam cheios de água do mar. E o casco é duplo, para aumentar a segurança contra vazamentos

HORA DA LIMPEZA

Após o descarregamento, os tanques são limpos com jatos de água que arrancam o óleo das suas paredes. Durante essa operação – que acontece durante a viagem de volta – o barco navega “torto”, com a parte de trás e um dos lados mais fundos, para que a água suja de óleo escoe por “ralos” e seja armazenada para descarte em terra.

NOTA DO AUTOR DESTE E-MAIL:

DEVE SER DESCONFORTÁVEL NAVEGAR "TORTO".

DEPENDENDO DO ESTADO DO MAR, PIOR AINDA.

NÃO É DE HOJE QUE SE TEM NOTÍCIAS DE QUE PETROLEIROS DESCARREGAM ILEGALMENTE NO MAR A ÁGUA SUJA DE ÓLEO DECORRENTE DA LAVAGEM DOS TANQUES.

QUANDO DESCOBERTOS, SÃO PUNIDOS.

MAS QUANDO DESCARREGAM EM ÁGUAS INTERNACIONAIS, E NINGUÉM VIU, FICA POR ISSO MESMO.

TANQUES ANTIONDAS

O interior do petroleiro é formado por 8 a 12 tanques enormes, separados por anteparas vazadas, cuja função é evitar a formação de ondas dentro da embarcação. Uma onda formada por mais de 300 milhões de litros de petróleo poderia até fazer o navio emborcar.

PETRÓLEO NO MUNDO

Cerca de dois terços do petróleo produzido e comercializado no mundo chegam aos países importadores pelo mar. São mais de 2,4 bilhões de toneladas de óleo atravessando os oceanos em cerca de 3 500 petroleiros. Sem a fonte de energia que eles carregam, o mundo sofreria um apagão global.

PROPOSTA

CRIAR UM SISTEMA, DE ADOÇÃO INTERNACIONAL MANDATÓRIA FISCALIZADO PELA ONU, OBRIGANDO A QUE, NA FASE DE TRANSFERÊNCIA DO ÓLEO DA TERRA PARA O PETROLEIRO SEJA MISTURADA AO ÓLEO UMA GRANDE QUANTIDADE DE CHIPS (ENCAPSULADOS EM CERÂMICA PARA RESISTIREM AO CALOR).

SE PROPOSITALMENTE OU ACIDENTALMENTE VIER A SER DESPEJADA NO MAR UMA QUANTIDADE DE ÓLEO QUE VENHA DAR NO LITORAL, COMO OCORRE NA TRAGÉDIA CORRENTE, O(S) CHIP(S) NELE ENCONTRADOS PODERÃO LEVAR À DESCOBERTA DA AUTORIA DO CRIME.

PARA TAL, É EVIDENTE, CONTERIAM DADOS, TAIS COMO: O PORTO DE EMBARQUE, A DATA, O NOME, A BANDEIRA DO NAVIO E O PORTO DE DESTINO.

NO LUGAR DE CHIPS

A PROPOSTA DE MISTURAR CHIPS AO ÓLEO PODE SER INVIÁVEL POR RAZÕES TECNOLÓGICAS.

ASSIM, PODEM SER SUBSTITUÍDOS POR FINÍSSIMAS LÂMINAS DE ALUMÍNIO ANODIZADO, AÇO INOX AUSTENÍTICO OU OUTROS MATERIAIS, NAS QUAIS  DADOS INDELÉVEIS POSSAM SER GRAVADOS EM BAIXO RELEVO OU ARMAZENADOS MEDIANTE GRAVAÇÃO MAGNÉTICA, OU AINDA SUBSTITUÍDOS POR MOLÉCULAS ARTIFICIAIS INTELIGENTES, PETROSPY, ETC.

Lúcio Wandeck

PS – só agora, ao terminar de escrever este texto, me lembrei de que, há 70 anos, quando aluno do Colégio Militar, muitas vezes matávamos as aulas e íamos tomar banho de mar na praia da Urca.

Catávamos mariscos nas pedras, cozinhávamos em um palmo de água salgada em latas de banha, era o nosso almoço. A AREIA DA PRAIA ÀS VEZES ESTAVA COM BORRAS DE ÓLEO! Lembro-me que limpávamos os pés com gasolina obtida por ali. Enfim, não é de hoje que esses navios emporcalham o mar com petróleo. Meu pai era almirante. Tinha vontade de contar para ele que tinha petróleo na água do mar da Urca. Mas como não podia dar bandeira...

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