sábado, 19 de outubro de 2019

A arte de ensinar e a vontade de aprender (Parte 2)

A voz sábia, a que pronuncia a sublime linguagem da inteligência criadora, é a que ensina o caminho sem fazer com que o pensamento se extravie.

Quando o ser pretende escutar essa voz com os ouvidos do egoísmo, da fatuidade ou da insensatez, corre o risco de se perder, pois a própria cegueira impede toda orientação. Entretanto há seres se dispõem a encarar a questão básica do conhecimento essencial da existência humana.

Quando os aspirantes ao conhecimento iniciador das elevadas verdades acudiam às fontes onde se ministrava o ensinamento criador, eram instruídos previamente acerca de como deveriam liberar a mente de todo pré-juízo e dispor-se a receber a luz que haveria de iluminar suas inteligências ávidas pelo saber superior. Isso prova que nada deve merecer um conceito de seriedade e estima maior do que esta ciência do pensamento supremo que encarna a vida universal e que aprofunda a vida humana até os seus rincões mais obscuros.

Como é possível, então, pensar que conhecimentos de tal nível hierárquico haverão de ser obtidos como um dom do céu, sem que para isso se requeira esforço algum? Não se pode conceber seja tendência natural a de consentir que o próprio entendimento conceda tão pouca importância a esse gênero de investigações. Geralmente se utiliza para elas o escasso tempo que resta depois de terminadas as atividades do dia e, ainda assim, costumam ser relegadas a segundo plano, para se dar preferência às habituais distrações. Há os que presumem que fazem um favor se, ao cultivar o conhecimento transcendente, colaboram com outros em tão fecundo labor, pois não pensam que, enquanto se aperfeiçoam e se beneficiam, contribuem para fazer mais efetiva a obra que se desenvolve para o bem de todos.

O exercício de tão elevada docência é uma arte em que estão resumidas

as virtudes mais elevadas

Deve-se admitir, pois, que foi, é e seguirá sendo a tarefa mais difícil e delicada essa de ensinar a cada inteligência a forma de multiplicar sua força expansiva. O exercício de tão elevada docência é uma arte em que estão resumidas as virtudes mais elevadas: a sabedoria, considerada como a maior de todas, por conter a essência de todas elas; a paciência, que auspicia os processos do ensinamento sem forçar nem alterar as funções do entendimento, propiciando que ele se acentue de forma natural; a abnegação, que preside os sentimentos e tem um lugar de honra no coração dos grandes, também fortalece o espírito e permite ajudar o semelhante. Poderiam ainda ser enumeradas outras que servem à vontade posta a serviço de tão elevada docência; entretanto, haverão de bastar as enunciadas, para que se possa julgar o conceito que deve merecer quem, tirando horas do repouso depois de longas jornadas de intenso labor, dedica-as generosamente, sem exigir nada de ninguém, a ensinar com a palavra e com o exemplo a realização da mais justa e nobre das aspirações humanas.

A arte de ensinar encontra sua máxima expressão na alma daqueles cuja vontade de aprender faz possível que o bem que recebem e o saber com que se instruem sejam uma completa e efetiva realidade para seu aperfeiçoamento integral.

Extraído da Coleção da Revista Logosofia, tomo 2, pág 163.


Fonte: http://www.logosofia.org.br/artigos/a-arte-de-ensinar-e-a-vontade-de-aprender-parte-2/376.aspx

Gilmar suspende MP de Bolsonaro que dispensava publicação em jornais de editais de licitação

Gilmar Mendes suspendeu hoje medida provisória de Jair Bolsonaro que desobrigava órgãos públicos de publicar em jornais seus editais de licitação.

O ministro retirou qualquer efeito prático da MP até que o Congresso analise o tema. Assinada em setembro, a MP valia para União, estados e municípios.

Apresentada pela Rede, a ação contra a MP aponta desvio de finalidade. O partido argumenta que Bolsonaro quis somente prejudicar a imprensa, que lucra com a publicação obrigatória.

O ministro não viu desvio de finalidade, mas suspendeu a medida por ver prejuízo à transparência e falta de urgência que justificasse a edição de uma MP.


O Antagonista



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Desembargador adia depoimento de Lula

O desembargador Neviton Guedes, do TRF-1, adiou o interrogatório de Lula na ação em que o petista é réu por tráfico de influência na compra de caças para a FAB.

O depoimento, que estava marcado para a próxima terça-feira, foi adiado por mais 30 dias.

A ação se arrasta desde 2006 porque a defesa de Lula pediu depoimentos de 80 testemunhas, sendo 17 no exterior.

Para o desembargador, o número de testemunhas ouvidas no caso é “mais do que suficiente” para o direito à ampla defesa.

Neviton, porém, ampliou o prazo para a defesa de Lula informar se serão possíveis os depoimentos de testemunhas na França e no Reino Unido.


O Antagonista

Investigação sobre mandantes da facada em Bolsonaro avança

Informações foram repassadas ao presidente recentemente

Investigação continua (//Reprodução)

Jair Bolsonaro foi informado recentemente de avanços nas investigações sobre supostos mandantes da facada desferida por Adélio Bispo durante a campanha de 2018.

O presidente continua com a ideia fixa de que foi vítima de um plano maior de assassinato que o simples ato de loucura do ex-militante de esquerda.


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Egito apresenta sarcófagos de 3 mil anos

Trinta peças de madeira pintada foram encontradas por equipe egípcia

Sarcófagos foram encontrados a um metro de profundidade

Sarcófagos foram encontrados a um metro de profundidade | Foto: Khaled Desouki / AFP / CP

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Trinta sarcófagos de madeira pintada foram apresentados neste sábado, em excelente estado de conservação, depois que foram encontrados em Asasif, no Vale dos Reis, perto de Luxor (sul do Egito). "É a primeira descoberta em Asasif (feita por uma equipe egípcia) de arqueólogos, conservadores e trabalhadores", declarou o secretário-geral do Conselho Supremo de Antiguidades, Mustafa Waziri, em uma entrevista coletiva em Luxor.
Asasif é uma necrópole antiga situada na margem oeste do Nilo. Os sarcófagos foram descobertos na semana passada. Algumas fotos foram divulgadas antes do anúncio oficial, que aconteceu neste sábado diante do templo de Hatshepsut.
As 30 peças de madeira pintada, que serviram de caixão para homens, mulheres e crianças, foram encontradas a um metro de profundidade, empilhadas em duas linhas. Pertenciam a uma importante família de sacerdotes. Waziri destacou que as escavações feitas pelos ocidentais no século XIX se concentraram nas tumbas dos reis, enquanto os trabalhos recentes dos egípcios revelaram um "depósito de sacerdotes".
Os 30 objetos encontrados poderiam datar de cerca de 3.000 anos, no século X a.C. Sobre um fundo amarelo é possível distinguir marcas vermelhas e verdes e alguns traços pretos. Hieróglifos, várias divindades egípcias, pássaros, cobras e flores de lótus decoram a madeira. "Realizamos apenas alguns retoques de primeira necessidade nos caixões, em muito bom estado", declarou Salah Abdel-Galial, um restaurador local do ministério de Antiguidades, ao exibir uma das peças.
De acordo com o ministro das Antiguidades, Khaled Al Enany, este tipo de descoberta, muito importante, enfrentou problemas após a revolta popular de 2011 que expulsou Hosni Mubarak do poder. Há vários anos, as autoridades egípcias anunciam com frequência descobertas arqueológicos, com o objetivo de estimular o turismo, prejudicado pela instabilidade política e os atentados que aconteceram no país desde a revolução de 2011.
Mas várias autoridades, incluindo o presidente Abdel Fatah Al Sisi, repetiram nas últimas semanas que a estabilidade retornou ao país, após os protestos registrados em meados de setembro que, apesar do número limitado de simpatizantes, foram duramente reprimidos.
"Algumas pessoas, não queremos citar nomes, não querem que consigamos fazer estas descobertas [...] que impressionam o mundo", declarou Al Enany, em referência aos críticos do governo do Egito. "Estas descobertas são de um valor incalculável para a reputação do Egito", disse. O ministro informou que a importante coleção encontrada em Asasif será transferida em 2020 para o novo Grande Museu Egípcio.


AFP e Correio do Povo


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Erdogan ameaça acabar com curdos se não deixarem norte da Síria

Em discurso, presidente turco exige retirada imediata do território disputado

Turquia aceitou suspender ofensiva por cinco dias em troca de retirada de forças curdas

Turquia aceitou suspender ofensiva por cinco dias em troca de retirada de forças curdas | Foto: Stringer / Turkish Presidential Press Office / AFP / CP

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O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, ameaçou neste sábado "partir a cabeça" das forças curdas se não abandonarem a zona de segurança próxima da fronteira com seu país na Síria no prazo fixado por um acordo apoiado pelos Estados Unidos.
Se essa retirada não ocorrer "no próximo minuto" após o prazo na noite de terça-feira", continuaremos (a operação militar) a partir do ponto que paramos e continuaremos a partir a cabeça dos terroristas curdos", disse Erdogan num discurso.
Após conversas entre Erdogan e o vice-presidente dos Estados Unidos, Mike Pence, a Turquia concordou na quinta-feira em suspender sua ofensiva no norte da Síria por cinco dias, a partir de 9 de outubro, em troca da retirada das forças curdas nesse período de uma área de segurança ao longo da fronteira entre os dois países.
O governo turco considera como "terroristas" as forças curdas sírias por suas relações estreitas com o Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK), à frente de uma sangrenta guerrilhas contra Ancara.


AFP e Correio do Povo


MUNDO

Salvini marcha em Roma com a direita

GERAL

Feira dos Agricultores comemora 30 anos com show e abraço

Entenda a tramitação do novo acordo para o Brexit

Novo acordo enfrenta Parlamento

Votação acontece em Bruxelas

Premiê britânico Boris Johnson (esq.) e presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, em Bruxelas, após consenso sobre acordoRauters/F.Lenoir

DEUTSCHE WELLE
19.out.2019 (sábado) - 5h30
atualizado: 19.out.2019 (sábado) - 6h53

Pacto firmado entre Londres e Bruxelas vai enfrentar o crivo do Parlamento britânico, onde a versão anterior, de May, foi três vezes rejeitada. Qual é a probabilidade de aprovação de uma saída ordenada da UE? Analistas políticos preveem que o embate no Parlamento britânico neste sábado (18.out.2019), quando ocorrerá a votação sobre o acordo para o Brexit firmado pelo primeiro-ministro Boris Johnson em Bruxelas, será ainda mais acirrado do que nas ocasiões anteriores.

Nos últimos meses, os parlamentares rejeitaram por três vezes o pacto negociado pela antecessora de Johnson, Theresa May. O chefe de governo precisa convencer 320 parlamentares a apoiarem o acordo do divórcio. Mesmo em seu melhor resultado, em março, o plano apresentado por May recebeu o apoio de apenas 286 representantes.

Sem maioria parlamentar, Johnson conta apenas com os 285 membros de sua legenda, o Partido Conservador, que devem, em teoria, apoiar seu plano. Muitos dos conservadores favoráveis ao Brexit que haviam votado contra os acordos anteriores disseram que vão apoiar o novo pacto, fechado no último minuto em Bruxelas.

Entre estes estão membros do linha-dura Grupo Europeu de Pesquisa (ERG), liderado pelo influente Jacob Reed-Mogg, cujo apoio é visto como essencial para assegurar que os eurocéticos do partido estejam a favor do acordo.

Na 5ª feira, ele declarou no Parlamento que todos os que prometeram defender o resultado do referendo de 2016, onde os eleitores optaram pelo Brexit, “podem apoiar com confiança” o acordo de Johnson.

Menos garantido é o apoio dos 20 parlamentares conservadores que ele próprio impediu de se candidatarem nas próximas eleições, após o envolvimento do grupo na aprovação de uma legislação que bloqueia a hipótese de um Brexit sem acordo com Bruxelas.

Neste grupo estava a ex-ministra do Interior, Amber Rudd, que renunciou ao cargo em protesto. Esses parlamentares, agora independentes, poderão votar contra o novo acordo.
Johnson se reunirá com o grupo nesta 6ª feira.

Os rebeldes poderão apoiar o acordo se o primeiro-ministro os reinstituir no partido. Apesar de serem fundamentalmente pró-UE, a maioria deles votou a favor do acordo apresentado por May nas três ocasiões.
Para que tenha chances realistas de êxito, Johnson terá de manobrar para acrescentá-los aos aproximadamente 259 votos considerados como garantidos dentro de seu próprio partido.

Jeremy Corbyn, líder do Partido Trabalhista, que ocupa 245 cadeiras no Parlamento, já anunciou sua rejeição ao acordo. Apesar da possibilidade de que cerca de 20 apoiadores do Brexit dentro do partido possam se rebelar e votar a favor do plano de Johnson, espera-se que a maioria se posicione contra.

Líderes do Partido Nacional Escocês (SNP), com 35 cadeiras, e dos Liberais Democratas, com 19, também já se disseram contrários ao acordo de Johnson. Enquanto isso, o Partido Unionista Democrático (DUP) da Irlanda do Norte, que vinha apoiando Johnson na maioria das votações, informou que seus dez parlamentares não apenas rejeitam o acordo como vão tentar convencer os indecisos a votarem contra.

O apoio do DUP era considerado vital para as pretensões do primeiro-ministro. As questões envolvendo a fronteira entre a Irlanda do Norte, que integra o Reino Unido, e a República da Irlanda, Estado-membro da UE, se tornaram os principais entraves para o fechamento do acordo entre Londres e Bruxelas.

“Sem o DUP, Johnson parece estar com 15 a 20 votos a menos do que os 320 necessários para garantir a vitória”, previram os analistas do Eurasia Group.

Como se os problemas no parlamento britânico não fossem espinhosos o bastante, o acordo também terá de ser aprovado pelo Parlamento Europeu e, posteriormente, pelos Legislativos dos 27 Estados-membros da UE.

O encarregado do Brexit no Parlamento Europeu, Guy Verhofstadt, alertou que os eurodeputados podem precisar de mais tempo do que a data limite de 31 de outubro para aprovar o divórcio.

Apesar de os Estados-membros deverem apoiar amplamente o plano, a Espanha, por exemplo, poderá levantar a questão de como o Brexit afeta o território de Gibraltar, disputado entre o país e o Reino Unido. É possível ainda que um bloqueio surja de fontes inesperadas. Um acordo comercial entre a UE e o Canadá quase fracassou em 2016, após ser questionado e ameaçado pelo governo da Valônia, a região francófona da Bélgica.


DW e Poder 360

Novo protesto separatista mantém Barcelona sob tensão

Cidade é palco de violentos distúrbios desde que o Tribunal Supremo condenou nove líderes do movimento

Milhares de separatistas participam de uma manifestação neste sábado em meio a um ambiente tenso em Barcelona

Milhares de separatistas participam de uma manifestação neste sábado em meio a um ambiente tenso em Barcelona | Foto: Oscar Del Pozo / AFP / CP

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Milhares de separatistas participam de uma manifestação neste sábado (19) em meio a um ambiente tenso em Barcelona, palco de violentos distúrbios desde que o Tribunal Supremo condenou na segunda-feira passada nove líderes do movimento a penas de até 13 anos de prisão por seu papel na tentativa frustrada de secessão. Na mesma região no centro da cidade turística espanhola onde ocorreram confrontos na noite de sexta-feira, os manifestantes se reuniam convocados pela esquerda radical separatista e outros grupos que apoiam o movimento.

Repudiando a condenação de seus líderes, mas também a "repressão" das forças de segurança, alguns manifestantes gritavam "somos pessoas de paz" e "fora forças de ocupação", em referência à polícia, que acompanha a ação com um grande número de efetivos e veículos. "Para mim, não é violência (confrontos com a polícia), é legítima defesa, eu vou às ruas todos os dias desde a segunda-feira", disse um jovem de 20 anos à AFP, que se definiu como antifascista e não quis se identificar.

Após cinco dias de protestos, com quase 600 feridos, a região teme que sejam desencadeados atos de violência como os que ocorreram desde terça-feira à noite, com cenas de guerrilha urbana e confrontos duros entre manifestantes radicais e agentes de segurança. "Faço um apelo para que essa manifestação seja conduzida de maneira cívica e pacífica", disse o chefe regional do Interior, o separatista Miquel Buch.

A menos de um mês das eleições legislativas de 10 de novembro, esta onda de protestos coloca em situação delicada o governo do primeiro-ministro Pedro Sánchez que, entre críticas de falta de ação lançadas pela oposição, enviou à Catalunha o ministro do Interior, Fernando Grande-Marlaska.

Cinco dias de protestos

Nascida da frustração de parte da base independentista, dois anos depois da tentativa de secessão da Catalunha de 2017, a violência representa um ponto de inflexão para o movimento separatista que celebrava sua natureza pacífica. Os distúrbios começaram na segunda-feira, quando o Tribunal Supremo condenou nove líderes independentistas a penas de até 13 anos de prisão por seu papel na tentativa frustrada de secessão. No mesmo dia foram registrados incidentes no aeroporto del Prat, parcialmente bloqueado pelos separatistas, e nas noites seguintes os distúrbios aconteceram no centro de Barcelona.

Na sexta-feira, após um dia pacífico de greve geral e de uma grande passeata em Barcelona, com 525.000 manifestantes segundo a polícia municipal, a violência atingiu o ponto máximo durante a noite. "Isto não pode continuar assim. Barcelona não merece", afirmou neste sábado a prefeita da cidade, Ada Colau, partidária da celebração de um referendo sobre a independência na região.

Durante horas, milhares de manifestantes cercaram um cordão policial impotente que protegia o acesso à delegacia central da Polícia Nacional. Centenas deles construíram barricadas em chamas e jogaram paralelepípedos, objetos de metal e fogos de artifício na direção dos policiais. Os agentes responderam com gás lacrimogêneo.

Na manhã de sábado, entre jornalistas e moradores, funcionários do serviço de limpeza tentavam retirar os escombros deixados pela confusão de sexta-feira. No chão era possível observar pedaços de vidro, pedras e latas, além dos projéteis utilizados pela polícia. Pontos de ônibus quebrados, semáforos e lojas danificadas completavam a paisagem. Depois de 10 anos avanço da campanha independentista, a região de 7,5 milhões de habitantes permanece dividida sobre a questão.

AFP e Correio do Povo

Justiça nega pedido para instalação de barreiras no litoral de Sergipe

Juíza defendeu avaliação adequada de cada ponto para instauração de medida

Decisão prevê aumento no número de auxiliares para limpeza de praias

Decisão prevê aumento no número de auxiliares para limpeza de praias | Foto: Felipe Brasil / Alagoas State Government / AFP / CP

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A Advocacia-Geral da União (AGU) informou na última sexta-feira que a Justiça Federal em Sergipe negou pedido do Ministério Publico Federal (MPF) para que o governo federal implantasse barreiras de proteção em todo o litoral sergipano para conter manchas de óleo que apareceram na região.
No entendimento da juíza Telma Maria Santos Machado, da 1ª Vara Federal de Sergipe, a instalação de barreiras deve ser feita após avaliação adequada de cada ponto do litoral que foi atingido pelo óleo. Segundo a magistrada, a proteção das áreas vulneráveis de forma genérica não seria efetiva e poderia potencializar danos.
Na mesma decisão, a magistrada determinou que o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) aumente para 120 o número de pessoas que deverão auxiliar no trabalho de limpeza das praias do estado.
De acordo com o Ibama, o petróleo cru que chegou ao litoral do Nordeste está em uma camada superficial, que não pode ser visualizado em imagens de satélites, sobrevoos e monitoramento por sensores. Dessa forma, o uso indistinto de barreiras de contenção pode evitar a dispersão natural das manchas de óleo.
"Nos casos em que o óleo derramado é de origem conhecida e sua dispersão é prevista, a instalação de barreiras em águas calmas é tecnicamente recomendável para proteger pontos sensíveis, como manguezais. Contudo, se os manguezais já estiverem oleados, a medida poderá provocar o efeito inverso e impedir a depuração natural do ambiente", explica o órgão.
De acordo com o ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles, as manchas de óleo nas praias do Nordeste são um caso de poluição "sem precedente" no país e de origem ainda desconhecida. Segundo Salles, o governo federal tem tomado todas as medidas necessárias à identificação do óleo e sua origem, além do recolhimento e destinação do produto desde o início de setembro.


AFP e Correio do Povo

Homens invadem aeroporto do Galeão para assaltar terminal no Rio

Trio em um carro entrou armado na área de cargas domésticas, na Ilha do Governador

Três homens roubaram dois caminhões na manhã deste sábado (19) do terminal de cargas do aeroporto internacional Tom Jobim, conhecido também como Galeão, na Ilha do Governador, zona norte do Rio de Janeiro. Segundo informações da Record TV Rio, os suspeitos passaram por revista, mas as armas não foram encontradas. 

Entretanto, a assessoria do RIOgaleão informou que a equipe de segurança do aeroporto conseguiu impedir a ação dos suspeitos, que não teriam conseguido levar a carga desejada do terminal doméstico da Latam Cargo Brasil. Testemunhas afirmaram que os suspeitos souberam o caminho exato que deveriam fazer para chegar até o local onde estavam os caminhões que foram roubados. Não houve perseguição durante a fuga.

A Polícia Militar declarou que foi informada que o grupo de assaltantes entrou no terminal de cargas e praticaram o roubo. A corporação fez buscas no entorno do Galeão, mas não localizaram os suspeitos.

Os presentes no terminal de cargas no momento da chegada das equipes das polícias Civil e Militar não puderam sair do local. Segundo as testemunhas, elas ficaram trancadas em uma sala e eram consideradas suspeitas.

As investigações do assalto serão feitas pela DRFC (Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas). Segundo a Polícia Civil, ações para apurar o caso estão sendo realizadas e pessoas envolvidas no roubo prestarão depoimento.

Em nota, a Latam Cargo Brasil não confirmou se alguma carga foi levada pelos assaltantes e apenas declarou que “está colaborando com as autoridades responsáveis nas investigações”.


R7 e Correio do Povo

Gilmar suspende MP que desobriga publicação de atos públicos em jornais

Ministro cita risco à mídia impressa

MP foi contestada pela Rede

Medida Provisória alterava publicidade de atos públicosSérgio Lima/PODER 360

NESTOR RABELLO e VICTORIA COCOLO
18.out.2019 (sexta-feira) - 22h21
atualizado: 19.out.2019 (sábado) - 15h57

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes derrubou na noite desta 6ª feira (18.out.2019) a Medida Provisória 896/19 que desobriga órgãos públicos –nas esferas federal, estadual e municipal– de publicar seus atos em jornais de grande circulação.

A MP permitia que órgãos da esfera pública comunicassem seus atos administrativos –como a abertura de editais e licitações, entre outros– nos próprios endereços na Internet. A medida foi contestada em setembro pela Rede Sustentabilidade.

Em sua decisão, Gilmar afirmou que a medida provisória “não parece ter sido precedida de estudos” que comprovem que a redução de custos com a publicidade é imprescindível para o controle dos gastos públicos, o que retira a urgência da medida.

Ao se substituir o regime anterior por 1 novo, o legislador deve ter cautela para que as novas regras sejam precisamente definidas, de modo a garantir que as informações públicas cheguem à maior extensão possível de cidadãos“, diz o despacho.

Gilmar também afirma que a medida pode gerar graves danos financeiros às mídias impressas, em especial as municipais, uma vez que essa publicidade é importante fonte de renda para os jornais.

Ele classificou ainda a medida como “genérica“, disse que não especifica como o processo será alterado, o que pode prejudicar o acesso da população a informações de interesse público.

Os efeitos da medida estão suspensos até que o Congresso Nacional termine de analisá-la ou o pleno do STF julgue o mérito da matéria.

EMPRESAS ABERTAS

Em agosto, o presidente Jair Bolsonaro assinou outra medida provisória que desobriga empresas de capital aberto de publicar seus balanços financeiros em publicações impressas de grande circulação, o que caiu como uma bomba no setor.

A estimativa da cifra faturada por jornais impressos com a prática era de R$ 600 milhões, 1 valor importante para as empresas de mídia. Ao assinar a medida, o presidente não escondeu a insatisfação com as reportagens que tinham como foco a distribuição por sua família de cargos públicos a parentes ou pessoas com parentesco:

” Até sobre a matéria de domingo, sobre 102 parentes, eu queria dizer que eu não sou o Deus priapo. Então ontem [5.ago], assinei uma Medida Provisória que fala sobre publicação de balanços referentes às empresas de capitais aberto”, disse, à época.

Autores

NESTOR RABELLO

REPÓRTER

enviar e-mail para Nestor Rabello

VICTORIA COCOLO

REDATORA

enviar e-mail para Victoria Cocolo


Poder 360

Dia D contra o sarampo imuniza ao menos 1,5 mil em Porto Alegre

No RS, 17 casos da doença já foram registrados em 2017

Dia D ocorreu em diversos postos de saúde de Porto Alegre

Dia D ocorreu em diversos postos de saúde de Porto Alegre | Foto: Guilherme Testa

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Pelo menos 1.551 pessoas foram imunizadas em Porto Alegre contra o sarampo no Dia D da vacinação, realizado neste sábado, em todo o país. Dados parciais foram divulgados pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS). ara atualizar o calendário vacinal individual dessas pessoas, foram administradas 2.557 doses de vacinas diversas. No Rio Grande do Sul, já foram registrados 17 casos de sarampo em 2019. 

No Centro de Saúde Modelo, região central da Capital, o movimento foi reduzido no início do dia, mas aumentou depois das 10h30min. Muitos pais aproveitaram para atualizar a carteira de vacinação dos pequenos. Durante a manhã, a dupla Zé e Maria Gotinha distribuíram pirulitos e divertiram as crianças.

O coordenador da Unidade de Saúde Modelo, Francisco Mazzuca, alertou que o sarampo é muito contagioso. Conforme o médico, a doença começa como se fosse uma gripe. “Ela tem algumas características: a febre alta, muita coriza e lacrimejamento. Depois de quatro ou cinco dias aparecem as manchinhas vermelhas, começando na face e depois tronco, braços e pernas”, destacou. “O sarampo incomoda bastante pois a pessoa fica abatida. Ele pode ter complicações como pneumonia e encefalite, podendo até virar óbito. Ele não pode ser menosprezado”, acrescentou.

Em São Paulo, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, pediu neste sábado consciência à população brasileira sobre a importância da vacinação e afirmou que não imunizar uma criança é um "ato de negligência".


Correio do Povo

Cheia do rio causa retirada de 38 famílias em Alegrete (RS)

Ibirapuitã continuará subindo, estima a Defesa Civil

Por Fred Marcovici

Residências de áreas ribeirinhas foram atingidas pelas águas ainda nessa sexta-feira

Residências de áreas ribeirinhas foram atingidas pelas águas ainda nessa sexta-feira | Foto: Defesa Civil Alegrete / Divulgação / CP

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Após fortes chuvas ao longo a semana, o rio Ibirapuitã ainda sobe neste sábado, em Alegrete, e o nível do manancial já chega a 9,91 metros, de acordo com a última medição realizada pela Defesa Civil. Segundo a coordenadora do órgão, Maysa Moreira, 38 famílias já foram retiradas da área ribeirinha dos bairros Vila Nova e Santo Antônio. Essas são as localidades mais afetadas pelo transbordamento.

As chuvas já pararam no município, mas o rio segue recebendo água de mananciais da região, em especial, de Santana do Livramento.  As remoções estão sendo realizadas por equipes da Secretaria de Infraestrutura Urbana e Secretaria da Agricultura. Há 11 famílias abrigadas no Ginásio do Instituto Estadual Oswaldo Aranha, três em barracas em pontos do entorno do rio Ibirapuitã, seis em casas volantes tracionadas e 18 em casa de parentes.

A Defesa Civil estima que o nível do rio ultrapasse os 10 metros durante o fim de semana. Essa é a terceira cheia no município em 10 meses, lamenta Maysa.


Correio do Povo


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Bombeiros encontram nona vitima de desabamento em Fortaleza

Edifício residencial Andréa desabou na última terça-feira

Nove pessoas morreram no desabamento de prédio em Fortaleza

Nove pessoas morreram no desabamento de prédio em Fortaleza | Foto: Rodrigo Patrocinio / AFP / CP

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O Corpo de Bombeiros encontrou hoje (19) o corpo da nona vítima do desabamento do edifício Andrea, em Fortaleza, ocorrido na última quinta-feira (15).  No final da tarde, as equipes retiraram dos escombros o corpo da síndica do prédio, Maria das Graças Rodrigues, de 53 anos, última pessoa que estava desaparecida.

Os bombeiros também anunciaram que encerraram as buscas por sobreviventes. Em entrevista coletiva, o comandante da operação de resgate, Edurado Holanda, disse que sete pessoas foram resgatadas com vida durante os trabalhos das equipes salvamento. Ao final do trabalho, os soldados prestaram uma homenagem às vítimas do desabamento.

Também morreram no desabamento Vicente de Paulo Menezes, de 86 anos, Rosane Marques de Menezes, de 56 anos; Frederick Santana dos Santos, de 30 anos; Izaura Marques Menezes, de 81 anos; Antônio Gildásio Holanda Silveira, de 60 anos; Nayara Pinho Silveira, 31 anos, e Maria da Penha Bezerril Cavalcante, de 81 anos.

O Edifício Andrea desabou na manhã de terça-feira (15), por volta das 10h30min. Localizado no cruzamento da Rua Tibúrcio Cavalcante com Rua Tomás Acioli, no Bairro Dionísio Torres, as informações são de que o imóvel vinha passando por obras.


Agência Brasil e Correio do Povo

Papo com Hiltor Mombach: Chegamos ao fundo do poço

Publicado em 18 de out de 2019

Sem mais perspectivas de levantar algum caneco nesta temporada, a torcida Gre-Nal comemora o nada.
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PSL, 99% fiel ao governo, ameaça pauta de Bolsonaro

Deputados ligados a Bivar afirmam atuação independente na Câmara

Bivaristas crontrariam Planalto sobre CPIs da Lava Toga e Fake News

Bivaristas crontrariam Planalto sobre CPIs da Lava Toga e Fake News | Foto: Mayri Pimentel / AFP / CP Memória

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A crise entre o presidente Jair Bolsonaro e a cúpula do PSL implodiu o único apoio fiel que o governo tinha na Câmara. Incomodados com a ofensiva do Palácio do Planalto para derrubar o líder da bancada, Delegado Waldir (PSL-GO), deputados do partido ligados ao presidente da sigla, Luciano Bivar (PE), afirmam que passarão a atuar de forma independente, o que significa contrariar os interesses do governo em alguns casos, informa O Estado de S. Paulo.
Segundo levantamento do jornal utilizando a ferramenta Basômetro, que mede o governismo de deputados e partidos, o PSL é o partido que mais deu suporte às propostas de interesse do governo na Câmara. Parlamentares da sigla votaram com Bolsonaro em 99% das vezes - índice superior a DEM e Novo, que deram 94% dos votos alinhados ao governo.
Entre os temas que os "bivaristas" prometem encampar contrariando interesses do Planalto está a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê a prisão após condenação em segunda instância e a defesa das comissões parlamentares de inquérito (CPIs) da Lava Toga e das Fake News. "Não haverá consenso em todas as pautas com o presidente Bolsonaro, o partido terá seu posicionamento", afirmou Waldir. Segundo ele, o apoio às medidas econômicas, no entanto, está garantido.
Dos 53 deputados do PSL, apenas dez foram 100% fiéis a Bolsonaro até agora. Na lista estão Waldir e Bivar, principais alvos do presidente. "Vamos apoiar as bandeiras de Bolsonaro na campanha e que defendemos também. Mas, se aparecer algum projeto que diverge do que ele defendeu, vamos votar contra", afirmou o deputado Charles Evangelista (PSL-MG).
Parlamentares apontam como exemplo propostas que afrouxam o combate à corrupção. Na lista, a transferência do antigo Conselho de Controle de Atividades Financeiros (Coaf) do Ministério da Justiça para o Ministério da Economia. A mudança, que representou uma derrota ao ministro Sérgio Moro, foi aprovada pelo Congresso em junho, com aval do Planalto.
"Quando houver flexibilização daquilo que o Brasil quer, merece e precisa, por óbvio que ninguém contará comigo. Eu não faço jogo, não faço esquema", afirmou a deputada Joice Hasselmann (PSL-SP), destituída do posto de líder de governo no Congresso anteontem após não endossar uma lista contra Waldir.
Bolsonaro atuou pessoalmente para retirar o atual líder da bancada e emplacar no lugar o filho, Eduardo Bolsonaro (PSL-SP). Os pedidos do presidente a deputados para que assinassem um documento de apoio a Eduardo foram gravados e divulgados por bivaristas, o que acirrou a crise entre as duas alas do partido.
O pano de fundo da disputa é o controle do PSL, que se tornou uma superpotência ao receber o maior número de votos para a Câmara no ano passado, na onda do "bolsonarismo". Apenas neste ano, a legenda deve receber R$ 150 milhões do Fundo Partidário, o maior valor entre as 32 siglas do País.
Entre os deputados que defenderam a permanência de Waldir na liderança, porém, há quem mantenha a fidelidade ao governo. "Meu apoio ao presidente Jair Bolsonaro é incondicional. Neste momento, o Brasil precisa do nosso trabalho e não de picuinhas que não levam a nada", afirmou a deputada Soraya Manato (PSL-ES).

CCJ

O deputado Felipe Francischini (PSL-PR), que preside a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), afirma que a postura "independente" já era adotada por ele na condução do colegiado - o mais importante da Câmara. "Eu já tenho independência na CCJ. Até porque hoje tudo o que eu pautei foi porque eu fui atrás", afirmou o parlamentar. "E vou continuar assim. Se a insanidade de alguns está ofuscando a vista para um projeto de nação, não vai acontecer isso comigo."
Nesta semana, em uma reação ao Supremo Tribunal Federal (STF), Fracischini decidiu acelerar a discussão da PEC que prevê a prisão antecipada de réus após condenação em segunda instância. A intenção é se antecipar a uma eventual mudança de entendimento do Supremo, que começou na quinta-feira a julgar três ações sobre o tema.
Embora o governo não tenha se posicionado sobre o assunto, uma postagem anteontem na conta de Bolsonaro no Twitter em defesa da PEC foi apagada. Minutos depois, o vereador do Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro (PSC), filho do presidente, admitiu ter sido o autor da publicação no perfil do pai, mas sem autorização.
O Planalto tem adotado cautela na relação com o STF e, em alguns casos, atuado para evitar que o Congresso tome medidas que visem atingir ministros da Corte. É o caso, por exemplo, da CPI da Lava Toga, que mira no chamado "ativismo judicial" de magistrados. O pedido de criação da comissão foi enterrado no Senado com a ajuda do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), primogênito do presidente.


Agência Estado e Correio do Povo

Bolsonaro trata de crise no PSL com Augusto Aras e com ex-deputado Alberto Fraga

Reunião não estava prevista na agenda oficial do presidente

Bolsonaro também não teria tratado da situação de seu

Bolsonaro também não teria tratado da situação de seu "filho 03", Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) | Foto: Antonio Cruz / Agência Brasil / CP

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O presidente Jair Bolsonaro (PSL) recebeu na manhã deste sábado, 19, no Palácio da Alvorada, o procurador-geral da República, Augusto Aras, e o ex-deputado federal Alberto Fraga, amigo do presidente. Segundo Fraga, a visita foi uma cortesia, pois Bolsonaro partirá na noite deste sábado para a sua mais longa viagem internacional, mas a implosão do PSL entrou em pauta. "Claro que o assunto surge", disse o ex-deputado.

A reunião não estava prevista na agenda oficial do presidente. Bolsonaro não teria indicado se deixa o partido, disse Fraga. O ex-deputado afirmou ter dado conselhos ao presidente. "É preciso ter calma e amenizar os ânimos", declarou.

Ainda segundo o ex-deputado, Aras não fez comentários sobre a crise no PSL. "Não caberia ao procurador se envolver neste assunto", disse.

Bolsonaro também não teria tratado da situação de seu "filho 03", Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), que perdeu a disputa nesta semana para assumir a liderança do PSL na Câmara. Além disso, sem apoio para aprovação no Senado, está suspensa a indicação de Eduardo a embaixador do Brasil nos Estados Unidos. "Sobre a Embaixada, quem vai decidir é o próprio Eduardo", disse Fraga.

Amigo de Bolsonaro, o ex-deputado apresentou Aras ao presidente antes da escolha para sucessão na PGR. Neste sábado, o procurador-geral da República chegou ao Palácio em carro pilotado por Fraga.

Bolsonaro não deixou o Alvorada até o final da manhã deste sábado. É costume do presidente ir até a portaria de sua residência oficial para tirar selfies com fãs. Segundo Fraga, há uma festa de aniversário dentro do Palácio para a filha mais nova de Bolsonaro, Laura, que completou 9 anos nesta semana.


Agência Estado e Correio do Povo

Governadores do Sul e Sudeste querem recursos do pré-sal em 2019

Encontro do Cosud ocorreu em Florianópolis

Quinto encontro do Cosud ocorreu em Santa Catarina

Quinto encontro do Cosud ocorreu em Santa Catarina | Foto: Felipe Dalla Valle / Palácio Piratini / CP

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Os sete governadores que integram o Consórcio de Integração Sul e Sudeste (Cosud) pediram neste sábado que os recursos da cessão onerosa do pré-sal sejam distribuídos aos Estados e municípios ainda em 2019. A medida consta nas conclusões da Carta de Florianópolis, assinada pelos sete chefes de Executivo ao final do evento realizado na capital catarinense. O próximo encontro do Cosud será em Foz do Iguaçu, no Paraná, em janeiro de 2020.

Para Eduardo Leite, a integração permite que os governador articulem uma alternativa caso a reforma da Previdência incluindo Estados e municípios não vingue no Senado. “Não adianta um Estado fazer a lição de casa: se os outros tiverem problemas, o país tem problema. Somos uma União, que é a soma de partes. Se uma parte estiver doente, teremos um todo doente. Se a reforma nacional não ocorrer, é importante que a maioria dos Estados possa promover os ajustes necessários”, alertou.

Os Estados ainda assinaram termos de cooperação técnica na área de infraestrutura e agropecuária. Além disso, Santa Catarina e Espírito Santo firmaram um terceiro acordo que envolve o meio ambiente.

O acordo em prol da defesa da agropecuária fortalece ações de defesa sanitária animal e vegetal nos estados integrantes do Cosud, compartilhando informações técnicas e aprimorando os serviços prestados.

O termo que se refere à infraestrutura visa a implementação da Modelagem da Informação da Construção (conhecida pela sigla em inglês BIM), que permite a integração de forma sistêmica e transversal das diversas fases do ciclo de vida de uma obra de construção com o gerenciamento de todas as informações disponíveis em projeto.


Correio do Povo

Papo com Luiz Gonzaga Lopes: A nova Garota de Ipanema

Publicado em 18 de out de 2019

Com participação especial de Zeca Pagodinho na nova versão da musica Garota de Ipanema.
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Governo britânico envia carta à UE pedindo extensão do prazo para saída do bloco

Primeiro-ministro Boris Johnson não assinou o documento

Primeiro-ministro Boris Johnson não assinou a carta enviada ao presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk (foto)

Primeiro-ministro Boris Johnson não assinou a carta enviada ao presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk (foto) | Foto: Aris Oikonomou / AFP / CP

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O governo britânico pediu formalmente à União Europeia um adiamento do prazo para a saída do Reino Unido do bloco. O primeiro-ministro Boris Johnson, que rejeita a extensão do Brexit, não assinou a carta, enviada na noite deste sábado ao presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk. O premiê enviou também uma segunda carta pedindo aos líderes da UE que não concedam a extensão.

"A solicitação de extensão acabou de chegar. Agora vou começar a consultar os líderes da UE sobre como reagir", disse Tusk, em sua conta no Twitter.

O pedido do governo britânico marca um revés político para Johnson apenas alguns dias depois de ele ter concluído com êxito uma renegociação dos termos de retirada do Reino Unido da UE. Neste sábado, parlamentares britânicos votaram para adiar a decisão se apoiam ou não o acordo Brexit fechado por Johnson com a União Europeia, atrapalhando os planos do governo de deixar o bloco no fim deste mês.


Agência Estado e Correio do Povo


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Piñera anuncia suspensão de aumento da tarifa de metrô de Santiago

Protestos seguem em vários pontos de Santiago

Presidente Sebastán Piñera anunciou neste sábado a suspensão do aumento da tarifa do metrô de Santiago

Presidente Sebastán Piñera anunciou neste sábado a suspensão do aumento da tarifa do metrô de Santiago | Foto: Ludovic Marin / AFP / CP

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O presidente Sebastán Piñera anunciou neste sábado a suspensão do aumento da tarifa do metrô de Santiago, que resultou em violentos protestos na capital chilena. "Quero anunciar hoje que vamos suspender o aumento das passagens do metrô", disse o presidente do Chile, em uma mensagem no palácio presidencial de La Moneda, enquant os protestos aconteciam em vários pontos de Santiago.


AFP e Correio do Povo

Chile é alvo de novos protestos apesar do "estado de emergência"

Convocadas pelas redes sociais, manifestações começaram por conta do aumento nos bilhetes do metrô

Ônibus são queimados durante protestos no Chile

Ônibus são queimados durante protestos no Chile | Foto: Martin Bernetti / AFP / CP

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Novos confrontos entre manifestantes e a polícia começaram neste sábado (19) em várias partes de Santiago, apesar de o governo chileno ter decretado "estado de emergência" e ordenado a presença de militares nas ruas da capital após os violentos protestos registrados na véspera contro o aumento da passagem do metrô. O que começou como um pacífico panelaço, com milhares de pessoas nas ruas, acabou virando um confronto entre manifestantes mascarados e policiais e militares em vários pontos de Santiago.

Em outras regiões e cidades do país, como Valparaíso e Viña del Mar, também ocorreram manifestações com milhares de pessoas gritando palavras de ordem contra o presidente Sebastián Piñera mas sem causar tumulto.

Convocados inicialmente pelas redes sociais, os protestos começaram por conta do aumento nos bilhetes do metrô, que passaram de 800 para 830 pesos (cerca de 4,80 reais) nos horários de pico. Desde 2010, não havia um reajuste dessa proporção. Segundo informações oficiais, o acerto foi feito por conta da alta do preço do petróleo e do dólar e pela modernização do sistema.

Por conta dos confrontos, os ônibus pararam de circular na cidade, deixando a população praticamente sem transporte público, pois o serviço de metrô está paralisado devido à destruição de várias estações. O protesto que inicialmente era sobre o reajuste no preço da passagem do metrô logo derivou para reclamação contra o modelo econômico do país, onde o acesso à saúde e à educação é praticamente privado, contra a desigualdade social, contra os baixos valores das aposentadorias e a alta dos serviços básicos, entre outras críticas ao presidente Sebastián Piñera.

Na véspera, uma foto de Piñera jantando numa pizzaria ao lado da família durante os protestos em Santiago elevou a fúria dos ativistas num país com um longo histórico de protestos violentos mas que nos últimos anos seguia em relativa calma. O presidente também foi alvo de críticas por demorar em tomar uma decisão em relação a virulência das manifestações, decretando apenas no início da madrugada deste sábado o estado de emergência.


Foto: Pablo Vera / AFP / CP

Caos

O metrô de Santiago está paralisado por conta da destruição de mais de 40 estações durante os violentos protestos realizados na sexta-feira contra o aumento da passagem, que levou o governo a ordenar a presença de militares nas ruas pela primeira vez no período democrático. O centro de Santiago amanheceu neste sábado em meio a destroços, com muito lixo espalhado, carcaças de ônibus queimados e várias bicicletas de aluguel destruídas nas ruas.

No início da manhã, os militares já patrulhavam alguns pontos da cidade, mas não havia um cordão de isolamento em frente ao palácio presidencial, apesar da segurança reforçada no local, onde o presidente Sebastián Piñera decretou durante a noite de ontem "estado de emergência" por 15 dias.

Os violentos protestos e a depredação de estações do metro e sede de órgãos públicos levaram o presidente a ordenar a presença de militares nas ruas pela primeira vez desde o retorno da democracia (1990) por protestos sociais. Segundo o general a cargo da operação, Javier Iturriaga, cerca de 500 militares estão patrulhando a capital, que na véspera foi palco de saques, confrontos e incêndios em vários pontos.

Destruição na sexta

As manifestações contaram inicialmente com a participação de estudantes que foram às estações e tentavam pular catracas de acesso às plataformas de embarque. Horas mais tarde, os protestos aumentaram e geraram incidentes maiores, com manifestantes atirando paus e pedras em direção às forças policiais, que reagiram com o uso de carros de choque. A sede do governo foi cercada por um perímetro de segurança.

Mas o maior alvo da destruição foi o metrô, que teve 41 estações destruídas, algumas delas completamente queimadas. A sede da ENEL - empresa de energia elétrica do Chile - foi incendiado e um supermercado próximo foi atacado e saqueado. De acordo com as informações oficiais, os incidentes na capital deixaram 308 detidos e 156 policiais e 11 civis feridos.

Com a maior extensão da América do Sul, com cerca de 140 km, o metrô é uma fonte de orgulho para os chilenos e o principal meio de transporte público, utilizado diariamente por cerca de três milhões dos sete milhões de habitantes da capital. O sistema permanecerá fechado neste sábado e domingo, e as autoridades não têm previsão de retorno da operação.


AFP e Correio do Povo



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