sexta-feira, 22 de março de 2019

Rodrigo Maia diz que não vê consequência para Previdência com prisão de Temer | Clic Noticias

Ex-presidente foi preso pela Força Tarefa da Lava Jato nesta quinta-feira
Maia disse que Câmara só iria analisar projetos de segurança após aprovação da reforma da Previdência
Maia disse que Câmara só iria analisar projetos de segurança após aprovação da reforma da Previdência | Foto: Luis Macedo / Câmara dos Deputados / CP
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse nesta quinta-feira que a prisão do ex-presidente da República Michel Temer não deve atrapalhar a reforma da Previdência, em tramitação na Casa. Há um temor no mercado financeiro e também na classe política de que os acontecimentos desta quinta-feira tenham um efeito similar ao que ocorreu em 2017, com as delações da JBS, que acabaram impactando negativamente a tentativa anterior de reformar a máquina previdenciária do País.
Em relação ao adiamento da indicação do relator da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) da Nova Previdência na Comissão de Constituição, Cidadania e Justiça (CCJ), Maia disse apenas que, no colegiado, a responsabilidade é do PSL. A comissão é presidida pelo deputado Felipe Francischini (PSL-PR), que decidiu nesta quinta adiar a escolha do relator até que o governo dê mais explicações sobre o projeto de lei dos militares. “CCJ é do partido do presidente. Lá é com ele”, disse Maia.
O presidente da Câmara está nesta quinta sofrendo ataques nas redes sociais, inclusive no perfil do filho de Bolsonaro, o vereador do Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro (PSL-RJ). No Instagram, Carlos escreveu: “Por que o presidente da Câmara está tão nervoso?” e reproduziu um texto que fala sobre o embate recente entre Maia e o ministro da Justiça, Sergio Moro.
Na quarta-feira, Maia respondeu com firmeza as declarações de Moro. O ministro da Justiça queria que Maia revisse o prazo dado ao pacote de medidas de segurança pública enviado à Câmara. No entanto, o parlamentar já havia decidido anteriormente que a Casa só iria analisar os projetos de segurança, após a aprovação da Previdência.
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Em nota, Moro afirmou que “talvez alguns entendam que o combate ao crime pode ser adiado indefinidamente, mas o povo não aguenta mais”. A frase foi interpretada como um recado para Maia sobre os episódios desta quinta. Questionado se ele vê nas declarações de Moro e Carlos Bolsonaro um ataque à classe política, Maia disse que não. “Eu apenas estou respeitando a Constituição. Os poderes são independentes”, declarou.
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