terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

Professores do IPA iniciam greve por falta de pagamento | Clic Noticias

Atraso na folha das férias e oito dias do mês de janeiro motivaram paralisação da categoria
Por
Eduardo Amaral
Professores do IPA decidiram por greve geral por falta de pagamento integral das férias
Professores do IPA decidiram por greve geral por falta de pagamento integral das férias | Foto: Mauro Schaefer
O começo do ano letivo para os estudantes do Centro Universitário Metodista – IPA será com atraso em razão da greve dos professores. A decisão foi tomada em assembleia dos educadores da instituição, realizada nesta segunda-feira, quando 34, de 36 presentes, votaram por iniciar o ano de braços cruzados. O principal motivo para a paralisação é o atraso do pagamento das férias, além de oito dias se salário referente ao mês de janeiro que ainda não foram pagos.
Mas os problemas com o atraso de salários, uma situação recorrente na instituição nos últimos anos, outras reivindicações também serão pautadas durante a paralisação. Entre os temas apontados durante a assembleia, que aconteceu na sede do Sindicato dos Professores do Ensino Privado do Rio Grande do Sul (Sinpro/RS), está a exigência para abertura de turmas no primeiro semestre.
“Nós teremos 21 turmas de primeiro semestre a menos”, reclamou um dos professores que pediu para não ser identificado. O receio em se identificar é fruto do receio em sofrer retaliações, algo que bastante relatado durante a assembleia. Os professore presentes temiam sanções diversas, desde redução de carga horária até demissão. O motivo da redução é a exigência do número mínimo de 30 alunos para que uma turma seja aberta.
Após a assembleia foi formalizado um ofício com as propostas da categoria, que foi enviado à reitoria do IPA, à direção geral da Rede Metodista, sediada em São Paulo e ao bispo da Igreja Metodista, mantenedora do Centro Universitário. “Queremos que a Igreja Metodista tome ciência do que está acontecendo aqui”, explica Marcos Fuhr do Sinpro/RS.
O dirigente também reclama da falta de diálogo da instituição com os grevistas: “não há um caminho de interlocução”. Ele relata que vem de tempos a dificuldade em ser atendido pelos responsáveis da instituição.
O IPA conta com mais de 5,5 mil alunos, em três unidades, e mais de 500 funcionários, entre professores, técnicos e trabalhadores em geral. A reportagem ainda não conseguiu entrar em contato com a assessoria de imprensa do IPA para repercutir a greve.
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