sexta-feira, 20 de setembro de 2019

Ministério da Economia confirma Tostes Neto para comandar Secretaria da Receita

Auditor fiscal aposentado substituirá Marcos Cintra, que deixou o cargo na semana passada

O Ministério da Economia divulgou nesta sexta-feira, 20, nota confirmando a escolha de José Barroso Tostes Neto para assumir o comando da Secretaria Especial da Receita Federal. Tostes Neto é auditor fiscal aposentado, foi superintendente da Receita Federal na 2ª Região Fiscal e Secretário de Fazenda do Estado do Pará.

Ele também atuou como consultor no Fundo Monetário Internacional (FMI) e no Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Segundo o Ministério da Economia, ele assumirá o cargo de secretário da Receita Federal após nomeação por decreto do presidente da República.

Tostes Neto substituirá Marcos Cintra, que deixou o cargo na semana passada em meio à polêmica sobre a recriação de um novo imposto sobre movimentações financeiras, nos moldes da extinta Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF).

De acordo com fontes, ele deve trabalhar em parceria com o secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, que deve assumir a articulação política da reforma tributária.


Agência Estado e Correio do Povo


Renato Ribeiro foi proprietário do Correio do Povo

GERAL

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Evento movimentou cerca de 15 mil pessoas

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Desfile Farroupilha reúne milhares na Avenida Beira-Rio

Evento contou com a participação de 28 entidades

Desfile Farroupilha atrai 10 mil pessoas em Santa Cruz do Sul

Presidente fará o discurso de abertura da Assembleia Geral das Nações Unidas

POLÍTICA

Bolsonaro está pronto para o "combate" e viagem a NY está "assegurada", diz porta-voz

A tragédia completa oito meses na próxima semana

POLÍCIA

Polícia Federal indicia 13 por rompimento da barragem da Vale

Substâncias ilícitas costumam serem vendidas em festas raves na Região Metropolitana de Porto Alegre

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Polícia Civil apura esquema de distribuição de ectasy e produtos químicos em festas raves

Acidente com morte no km 159 da BR 470, em Nova Prata

GERAL

PRF alerta para cautela no trânsito durante o feriado

Arábia Saudita revelou à imprensa nesta sexta-feira, pela primeira vez, os estragos em suas instalações de petróleo atacadas em 14 de setembro

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Zagueiro Bruno Fuchs do Inter voltou a ser convocado para a Seleção Brasileira Olímpica

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Renato Portaluppi falou sobre desejo de permanecer no Grêmio no ano que vem

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Jean Pyerre sentiu lesão no treino do Grêmio

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INTER

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MODA

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MADELEINE MULLER

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MUNDO

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MUNDO

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MUNDO

Israel tem cenário de bloqueio político após eleições legislativas

Manifestantes mostram mão cheia em referência às cinco demandas dos protestos. Entre as demandas, uma reforma política para implantar eleições diretas no território, a investigação de abusos por parte da polícia e a libertação de manifestantes presos

PROTESTOS

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Expectativa é de que mais de 325 mil pessoas passem pela feira

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Marjorie Estiano é indicada ao Emmy Internacional

Françoise Sagan foi autora de

ARTE & AGENDA

Obra inédita de Françoise Sagan é publicada na França

Carta ao Leitor: A política em movimento

Publicado em 20 de set de 2019

Até recentemente existiam no Brasil apenas dois projetos de poder sólidos. De um lado, o do PSDB, que governou o país entre 1995 e 2002, promovendo a estabilização da moeda e controlando a inflação. Do outro, o do PT, que ocupou a Presidência da República por quase catorze anos, entre 2003 e 2016, dando destaque aos programas sociais, que retiraram um contingente importante da população da linha da miséria. Durante mais de vinte anos, ainda que outras forças despontassem nos estados e na cena nacional, a política brasileira era basicamente uma alternância entre aquelas duas legendas. Aí veio a Lava-Jato — e tudo mudou. A operação, que começou em um posto de gasolina em Brasília, se expandiu para crimes de corrupção na Petrobras. Resultado: primeiro, destroçou o PT; depois, alvejou o PSDB (ainda que os petistas tenham sido campeões nos descalabros revelados). A monumental desesperança com as forças políticas até então dominantes abriu caminho para a eleição de Jair Bolsonaro, considerado um nome novo, embora já tivesse três décadas de (apagada) atuação como deputado federal.
Apesar do pouco tempo no olimpo nacional, é inegável que o presidente eleito representa hoje uma corrente importante. Seus valores e frases são repetidos por milhares de seguidores nas redes sociais. Os bolsonaristas, no entanto, não se limitam a manifestações no mundo virtual; encaram também o mundo real, saindo às ruas para defender suas causas — algumas justas e necessárias; outras, ensandecidas. Goste-­se ou não, o bolsonarismo se tornou um verbete incontornável no dicionário político brasileiro.
Entre cabeçadas e defecções, o jovem movimento vinha até aqui caminhando em bloco nas questões fundamentais. É verdade que alguns generais caíram, olavistas perderam o emprego e apoiadores viraram inimigos. Nada disso, porém, representou uma ameaça tão grande à coesão do grupo quanto a cisão que hoje se forma no coração do bolsonarismo. A razão? Novamente a Lava-Jato. Não mais a operação conjunta entre Ministério Público e Polícia Federal, e sim o seu desdobramento na política — o chamado “lavajatismo”. Logo após o primeiro turno, os lavajatistas abraçaram o capitão e, entre outros novos apoios, ajudaram a pavimentar sua vitória. Oito meses e meio depois, a despeito das constantes fotografias do ministro da Justiça, Sergio Moro — o herói do lavajatismo —, com o presidente Jair Bolsonaro lado a lado, os estranhamentos são cristalinos.
A briga que neste momento semeia discórdia entre os dois grupos gira em torno da CPI da Lava-Toga, uma criação da tropa que idolatra Moro e cujo objetivo é constranger os ministros do STF. Entretanto, os desencontros têm sido constantes — da saída do Coaf da pasta da Justiça à indicação de Augusto Aras para a PGR. Em tom quase messiânico, os lavajatistas gostam de dizer que suas posições são uma espécie de guerra santa contra a corrupção. Na verdade, trata-se de uma disputa pelo controle do Estado, tendo como pano de fundo a eleição de 2022. O lavajatismo vibra com o nome de Sergio Moro, uma candidatura que, na visão deles, não carregaria o peso das denúncias contra o clã Bolsonaro. O presidente, por sua vez, já percebeu que o ex-juiz tem uma agenda própria em Brasília e declarou que tentará a reeleição. Há quem ainda sonhe com uma chapa Bolsonaro-­Moro daqui a três anos, como mostra a reportagem que começa na página 34. Difícil. Os interesses conflitantes não devem arrefecer nos próximos meses. Mas política, como ensinava o ex-governador mineiro Magalhães Pinto, “é como nuvem: você olha e ela está sempre mudando”. Não há dúvida. O céu do bolsonarismo começou a se mexer.

FRASE DO DIA (2)–20.09.2019

Pensar é o trabalho mais penoso que existe. Talvez seja por isto que tão poucos o exercitam.

H. Ford

A “geração Folha de S. Paulo” não está preparada para Rambo

Fernanda Salles

Tiros de fuzil, mortes violentas e sangue, muito sangue. O novo filme do Rambo, “Rambo: Até o fim” estrelado, como sempre, por Silvester Stalone, chega aos cinemas com a violência de sempre, mas a Folha de S. Paulo criticou. O colunista Thales de Menezes dedicou seu espaço no jornal para comentar o longa.

“Rambo mata os sujeitos com facadas, tiros de espingarda que explodem cabeças, golpes de facão que cortam qualquer parte do corpo […] violência no estilo ‘tudo ao mesmo tempo agora’ […] ‘Rambo: Até o fim’ nunca deixa de ser um insulto moral e intelectual para a plateia.”, constatou Menezes.

Novo Rambo causou desconforto.

A crítica do colunista vai se tornando cada vez mais divertida conforme avançamos no texto – mesmo que essa não tenha sido a intenção do autor. Ao ler a crítica, temos a sensação de que Menezes nunca assistiu aos filmes anteriores de Stalone.

Não há Rambo sem violência, cabeças voando fazem parte da essência da franquia. A cena clássica de Stalone descarregando seus dois fuzis em seus inimigos, gritando loucamente, não será apreciada pela “geração Folha de S. Paulo”. Violento demais para os homens “modernos” que reclamam que “palavras machucam”, consomem K-POP e vestem roupas quase femininas.

A masculinidade natural está se dissolvendo gradativamente no ocidente e, por essa e outras razões, Rambo se tornou obsoleto para 2019.


Terça Livre


CAMPANHA DE ESCLARECIMENTO -
CAPÍTULO 5
XVIII- 237/18 - 20.09.2019

________________________________________

TEXTO DO PENSADOR MATEUS BANDEIRA

Neste -CAPÍTULO 5- aproveito o texto enviado pelo pensador Mateus Bandeira (foi candidato -liberal- ao cargo de governador do RS na última eleição), com o título -O ESTADO DEVE SERVIR, NÃO SER SERVIDO-, como sugeri ao iniciar a série -CAMPANHA DE ESCLARECIMENTO. Eis:

PEDINTES CONTUMAZES

Recente manifestação dos sete governadores do Sul e Sudeste, em artigo na Folha de S. Paulo, revela que estes mandatários mantêm a mesma mentalidade econômica que QUEBROU AS FINANÇAS PÚBLICAS. Em vez de se unirem em torno do ajuste das contas públicas, choramingam por mais recursos da União. Pedintes contumazes, perdulários estatais, não perceberam que o Brasil está à beira do precipício. Que a quebradeira não é previsão catastrófica, mas realidade presente. Querem dinheiro novo para GASTAR MAL COMO SEMPRE.

TRAGÉDIA MAIOR

Os efeitos da ruína fiscal vão se fazer sentir cada vez com mais intensidade. Tragédia maior, porém, é a injusta distribuição desse fardo. Enquanto nichos privilegiados do serviço público vivem em isolamento, outros padecem as agruras da falta de recursos. Procuradores, juízes e deputados recebem vencimentos altos e em dia.

NO RIO GRANDE DO SUL

No Rio Grande do Sul, por exemplo, policiais e professores recebem pouco e com atraso há 45 meses. A iniquidade é maior quando constatamos que servidores dos tribunais e do Ministério Público são presenteados com penduricalhos como forma de ultrapassar o teto constitucional. De acordo com levantamento do CNJ, a média remuneratória do Judiciário em 2016 era de R$ 47,7 mil. À época, o teto era de R$ 33,7 mil. O CAOS ADMINISTRATIVO está conduzindo a máquina pública à paralisia, e não é fruto de momentânea escassez de recursos.


SOLUÇÕES ESTRUTURAIS E DURADOURAS

A CAUSA PRINCIPAL  é um sistema que esgotou sua capacidade de cobrar impostos, mas não para de aumentar despesas. Enquanto isto, em vez de reduzir o tamanho do Estado, os mandatários querem, de novo, rolar dívidas e abocanhar mais recursos da União – que também está quebrada.

Ora, as dívidas foram renegociadas em 2016, com redução dos juros e recálculo do principal. ROLAGEM NÃO PASSA DE PROCRASTINAÇÃO, assim como, no RS, a VENDA PARCIAL DE AÇÕES DO BANRISUL. Falta ousadia e discernimento. Se querem começar a sanar a gravíssima crise, governadores e presidente da República devem aproveitar o momento e adotar SOLUÇÕES ESTRUTURAIS E DURADOURAS. E, para isto, todos os poderes devem contribuir. Começando pelo Legislativo, que ameaça alterar o teto de gastos.

QUEBRAR O PISO

Como disse o ministro Paulo Guedes, é preciso “QUEBRAR O PISO”, não o teto. O Estado brasileiro, ao INDEXAR e FICAR DESPESAS OBRIGATÓRIAS perdeu a capacidade de planejamento. Os legislativos devem retomar sua função mais importante, qual seja, debater e votar os orçamentos. Orçamentos carimbados não funcionam sequer numa família. O Judiciário, por seu turno, deve permitir a redução de salários e a demissão do funcionalismo, incentivando a meritocracia. Ao mesmo tempo, deve parar de se meter na administração pública ao obrigar reajustes salariais em detrimento do custeio da saúde e educação. O Executivo, enfim, deve assumir suas responsabilidades.

Junto à REFORMA DA PREVIDÊNCIA e a TRIBUTÁRIA, também urgente é a REFORMA ADMINISTRATIVA. As circunstâncias moldam a necessidade. As despesas de uma família mudam dependendo da renda de seus membros. A cada ano, o orçamento precisa ser refeito. O Brasil resolveu fixar regras perenes para os gastos sem levar em conta variáveis como demografia e o setor produtivo, cujo perfil vem mudando rapidamente. Somos mais velhos do que no passado recente; o setor de serviços superou à larga o industrial. Enquanto o mundo gira rapidamente, o Brasil patina. Não nos falta dinheiro, falta-nos discernimento e ousadia - fatores que impulsionaram países do leste asiático. HORA DE SERVIR À CIDADANIA.


ESTADO EFICIENTE

Felizmente, a leitura de artigos e editoriais na última semana representa um alento. Classificando o artigo dos governadores como “lamúrias estaduais”, a Folha pregou a revisão das despesas e a reforma administrativa. O Globo atacou os “gastos rígidos, grande entrave à economia”. O economista Affonso Pastore mostrou que mais gastos públicos não funcionam num Estado perdulário. Segundo ele, não há alternativa a não ser o controle de despesas. Para o pesquisador do Insper, Marcos Mendes, pedir mais dinheiro à União servirá apenas para reforçar o poder das corporações que se apoderaram do Estado.

Numa frase, O Estado de S. Paulo faz um diagnóstico abrangente. “UM ESTADO EFICIENTE está longe de ser sinônimo de ESTADO GRANDE”.

Os governadores devem decidir se vão passar mais três anos alimentando os sanguessugas da gulosa máquina estatal ou vão ter coragem de encarar a tarefa difícil de reformar o Estado em vez de concentrar riqueza. Nunca é demais repetir: EM VEZ DE SERVIR-SE DOS CIDADÃOS, O ESTADO DEVE SERVIR À CIDADANIA.


MARKET PLACE 

REGIME DE CAPITALIZAÇÃO PARA A PREVIDÊNCIA - Nesta semana o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que o governo não desistiu de propor um REGIME DE CAPITALIZAÇÃO para a Previdência no Brasil:  - Na capitalização os trabalhadores contribuem para uma conta individual, que bancará os benefícios no futuro. "Não desistimos de ir na direção da capitalização". "É uma ideia boa, importante. Valeu a luta, mesmo que não tenha avançado".

Como bem disse o ministro, a REFORMA ATUAL empurra o problema para frente - algo como 20 anos - até que o Brasil precise fazer uma NOVA REFORMA. De novo:  sem a CAPITALIZAÇÃO, as futuras gerações podem enfrentar problemas de sustentabilidade na Previdência.

FRASE DO DIA

Pensar é o trabalho mais penoso que existe. Talvez seja por isto que tão poucos o exercitam.
                                                                                                                                                        H. Ford 

Com dinheiro do contribuinte, presidente da Embratur vai a Miami para festa da Record

O presidente da Embratur, Gilson Machado Guimarães Neto, vai a Miami na semana que vem, com tudo pago pelo contribuinte, participar da festa de aniversário da Record nos Estados Unidos.

A autorização da viagem foi publicada hoje no Diário Oficial pelo ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio.


O Antagonista



Multiprocessador Britânia All In One BMP900P - 2 Velocidades + Pulsar 900W 110V

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O que todo mundo busca é praticidade. Pensando nisso, a Britânia criou o Multiprocessador All In One BMP900P, que tem como objetivo principal facilitar a sua vida! É 3 em 1, conta com 2 velocidades + pulsar e potência de 900W, que garantem a eficiência do serviço. Ele processa, corta, mistura, fatia, rala, espreme, pica e liquidifica. O espremedor de frutas é ideal para o preparo de deliciosos sucos de laranja e limão. Enquanto o liquidificador, também prepara sucos, além de vitaminas, coquetéis, sopas, molhos, cremes e muito mais (acompanha copo com graduação e capacidade de 2,2L). Já o processador, é ideal para o processamento de todos os tipos de frutas, vegetais, queijos, carne, grãos e outros (acompanha jarra com capacidade de 1,2L). Também acompanha vários acessórios, que executam múltiplas funções. O design além de lindo é utilitário, pois ocupa menos espaço na cozinha e os acessórios podem ser levados a lava-louças e também podem ser guardados dentro da jarra. Sua segurança também foi pensada, ele possui pés antiderrapantes, que evitam quedas ou acidentes. A trava de segurança é um diferencial a mais, permitindo que o aparelho funcione somente se estiver corretamente montado. O Multiprocessador traz mais praticidade e conforto para o seu dia-a-dia!


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Inadimplência cresce 2% em agosto, dizem CNDL/SPC Brasil

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Cenário econômico não tem favorecido a redução da inadimplência, mas aumento do total de pessoas com contas em atraso aconteça de forma moderada, traz o levantamento.

O número de consumidores inadimplentes cresceu 2% em agosto, em relação a um ano antes, mesmo percentual verificado em julho, no mesmo tipo de comparação, segundo dados apurados pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil).

Na avaliação do SPC Brasil, embora o número de consumidores com nome sujo continue subindo no cálculo interanual, o ritmo ainda é de desaceleração da inadimplência, já que, em agosto de 2018, esse avanço havia sido de 3,6% contra um ano antes.

Com exceção de janeiro, todos os meses de 2019 registraram crescimento de inadimplência inferior ao registrado um ano antes, tendo chegado a 6% em novembro do ano passado, segundo dados das duas entidades.

Na comparação com julho de 2019, o número de inadimplentes caiu 0,7%, mesmo percentual de agosto de 2018. A pesquisa não realiza ajuste sazonal, que permitiria expurgar os efeitos típicos de um mês na comparação com outro dentro do mesmo ano.

O volume de dívidas apresentou queda de 0,83% em agosto, contra um ano antes, vindo de baixa de 0,46% em julho, na mesma base de comparação. Em agosto, o volume total de dívidas caiu 1% contra igual mês de 2018, após recuo de 0,32% em julho em relação a 12 meses antes.

Para o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior, o cenário econômico não tem favorecido a redução da inadimplência, muito embora o crescimento do número de pessoas com contas em atraso aconteça de forma moderada.

“Há uma frustração quanto à retomada da economia e os reflexos positivos na vida do consumidor. Com o desemprego elevado e o achatamento da renda, a capacidade de pagamento das famílias ainda não voltou a pleno vapor. A expectativa é de que a inadimplência comece a recuar a partir de 2020”, diz o executivo.

Somando todas as pendências, cada consumidor inadimplente deve, em média, R$ 3.277,74, segundo o SPC Brasil e a CNDL. Pouco mais da metade (53%) tem dívidas de até R$ 1.000 e 47% estão acima desse valor.

De acordo com o indicador do SPC Brasil, apesar da queda no total de dívidas, houve avanço em alguns setores. Considerando as contas de serviços básicos, como água e luz, foi registrado um avanço expressivo de 17,6% no volume de atrasos na comparação com agosto de 2018. O segmento de bancos também apresentou alta de 2,8%, enquanto comunicação e comércio, por sua vez, tiveram quedas de 19,5% e 4,7%, respectivamente.

Quando se observa os resultados por região, apenas o Nordeste apresentou queda no número dos chamados “negativados”, com decréscimo de 0,69% na comparação com agosto de 2018. Norte, Sudeste, Sul e Centro-Oeste registraram crescimento no volume de consumidores com restrição de CPFs.

O destaque fica para a região Norte, com aumento de 5,24%, superando o Sudeste — que vinha sendo a região com maior alta desde janeiro de 2018. Sudeste e Sul avançaram 3,65% e 2,03%, respectivamente. Já a região Centro-Oeste teve o menor crescimento em agosto, com alta de 0,91%.

O indicador de inadimplência do consumidor sumariza todas as informações disponíveis nas bases de dados às quais o SPC Brasil e a CNDL têm acesso. Os dados disponíveis referem-se a capitais e interior das 27 unidades da federação.

Fonte: G1 - 19/09/2019 e SOS Consumidor

Ministério recua e descarta congelamento do salário mínimo

por Bernardo Caram

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Pasta estudava autorizar aplicação da medida em situações de aperto fiscal

O Ministério da Economia informou nesta quinta-feira (19) que vai manter o poder de compra do salário mínimo no país. Com isso, fica descartada a ideia de congelar o valor do piso salarial em situações de aperto fiscal.

A declaração representa um recuo em relação a uma medida avaliada pela pasta. O ministério estudava retirar da Constituição a obrigatoriedade de que o valor seja corrigido pela variação da inflação.

A medida seria incluída em uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que altera regras fiscais e está em tramitação no Congresso.

De autoria do deputado Pedro Paulo (DEM-RJ), o texto traz gatilhos que seriam acionados em situações de risco de descumprimento de regras fiscais. A versão original da matéria não prevê o congelamento do salário mínimo, mas o governo articulava a inclusão desse novo gatilho no texto.

A regra que viabilizava reajuste do salário mínimo acima da inflação deixou de valer neste ano. A nova mudança iria além, permitindo o congelamento do valor, sem reposição da inflação.

A Constituição define que o salário mínimo deve ter reajustes periódicos que lhe preservem o poder aquisitivo.

Com a medida que era estudada pelo governo, o congelamento seria permitido para ajudar no ajuste fiscal por um período. Uma das hipóteses era que o valor ficasse travado por dois anos.

Como o governo tem gastos atrelados ao salário mínimo, como as aposentadorias, a medida traria alívio ao Orçamento. Hoje, para cada real de reajuste do piso salarial do país, a União amplia suas despesas em R$ 300 milhões.

Para o ano que vem, o governo prevê que o reajuste levará o mínimo de R$ 998 para R$ 1.039. O aumento leva em conta apenas a inflação.

Fonte: Folha Online - 19/09/2019 e SOS Consumidor

FRENTE A NOVA CHUVA DE DÓLARES E EUROS PELO MUNDO, BRASIL PODE ACABAR FICANDO NA SECA!

(Fernando Canzian - Folha de S.Paulo, 19) O Brasil tem uma inserção minúscula na economia global: responde por 1,2% de todo o comércio internacional e produz somente 2,5% dos bens e serviços do planeta.
São frações quase ridículas para um país democrático de 210 milhões de habitantes. Isso traz pouca competitividade e atrasos que custam caro, seja pela via de preços internos elevados ou pela baixa qualidade do que consumimos.
Até o grande boom das commodities dos anos 2000, o país mal se inseria na engrenagem comercial global —e ainda o faz predominantemente com produtos básicos.
Já a participação relativa na produção de bens e serviços vem encolhendo há anos com o crescimento acelerado dos países asiáticos.
Mas, no momento em que os Estados Unidos e alguns países europeus parecem condenados a um desaquecimento mais acentuado (ou a uma recessão), o isolamento do país poderia ser uma vantagem.
No auge da crise global em 2009 (a chamada Grande Recessão), o PIB brasileiro encolheu apenas 0,1%.
Em 2010, saltou 7,5% e cresceu outros 4% em 2011 —antes de Dilma Rousseff colocar tudo a perder nos anos seguintes, radicalizando o gasto público, a fim de se reeleger em 2014.
Passados dez anos da grave crise de 2009, os bancos centrais americano e europeu voltam a inundar o mercado global com liquidez (dólares e euros) baixando juros e comprando títulos de empresas e governos em dificuldades. Ao colocar mais dinheiro na praça, esperam que empresas e consumidores gastem mais, evitando outra recessão. A estratégia é a mesma de dez anos atrás, quando parte do dinheiro acabou “vazando” para investimentos em outros países.
Como ocorreu há uma década, o Brasil seria novamente um bom candidato a se beneficiar dessa montanha de dinheiro se estivesse com as contas mais ajustadas e se o governo Jair Bolsonaro se mostrasse mais confiável.
Apesar de sua pequena integração física global, o Brasil tem canais financeiros totalmente desimpedidos para investidores internacionais na Bolsa e nas empresas. É nessa área onde o país está hoje mais internacionalizado.
Assim, é péssima a notícia de que 230 fundos de investimento internacionais com US$ 16 trilhões em caixa tenham manifestado preocupação com as políticas ambientais de Bolsonaro em relação à Amazônia e os seus impactos sobre as empresas nas quais investem.
No front das contas públicas, a falta de articulação política do presidente também acaba de levar ao engavetamento no Congresso (sem nova previsão de análise) de um amplo pacote de medidas para controlar o aumento desenfreado dos gastos estatais.
Para avançar, o projeto precisa de aprovação na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, o mesmo palco das confusões do governo que atrasaram o trâmite da reforma da Previdência.
Com a deterioração da imagem do Brasil no exterior e a dívida pública se aproximando do equivalente a 80% do PIB (eram 51,5% em 2013), fica cada vez mais difícil ao Brasil e suas empresas se beneficiar da chuva de dólares e euros que voltou a cair forte lá fora.


Ex-Blog do Cesar Maia



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Empresa: Julia Felix Recrutamento
Descrição: Atribuições: Agendar consultas, organizar planilhas, vender planos e se relacionar com cliente.
Requisitos:
Ter curso ou estar cursando tecnólogo/faculdade na área de administração é um diferencial;
Ser proativo.

EU QUERO ESSA VAGA

Vendedor Interno
Salário: R$ 1250.00
Cidade: Porto Alegre/RS
Empresa: Julia Felix Recrutamento
Descrição: Requisitos:
– experiência em atendimento e negociação de médio e grande porte;
– Postura, pró ativo para captação de clientes, participativo no trabalho em grupo;

EU QUERO ESSA VAGA

Atendente
Salário: R$ 2000.00
Cidade: Porto Alegre/RS
Empresa: (Confidencial)
Descrição: Empresa busca por profissional comprometido, para atuar como atendente.
Imprescindível que já tenha concluído o ensino médio.

EU QUERO ESSA VAGA

Atendente
Salário: R$ 1800.00
Cidade: Porto Alegre/RS
Empresa: (Confidencial)
Descrição: Não é necessário experiência, pois será disponibilizado todo o treinamento adequado para que se tenha um crescimento profissional constante.
Imprescindível que já tenha concluído o ensino médio.
Favor anexar currículo, caso contrário não será lido.

EU QUERO ESSA VAGA

Bruna Lombardi lembra foto na escola: "Época que comecei a escrever"; veja

Bruna Lombardi - Reprodução/Instagram

A atriz e autora Bruna Lombardi, 67 anos, postou no Instagram hoje, com a hashtag #TBT, uma fofíssima foto de quando era criança. Na imagem, em preto e branco, ela apresenta um texto para os colegas de escola.

"Um #tbt de eu menina, já falando meus textos na apresentação da escola. Foi nessa época que comecei a escrever, e quando eu fazia um trabalho de dissertação para alguns colegas, sempre acabava ganhando uns chocolates. Pronto, virei profissional", explicou Bruna ao postar a imagem.

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Bruna, que tem uma extensa carreira na televisão e no cinema, também é autora. Entre romances, livros de poesia e outros gêneros, a artista tem nove livros publicados desde 1976.


TV Famosos UOL

Zebra rara com pintas em vez de listras é fotografada no Quênia

Frank Liu

Imagem: Frank Liu

Do UOL, em São Paulo

Uma zebra com pintas em vez de listras foi flagrada na Reserva Nacional Masai Mara, no Quênia. As imagens foram feitas pelo fotógrafo Frank Liu, que estava em busca de rinocerontes, quando de repente notou a presença desse animal raro.

"Quando a vi pela primeira vez, achei que fosse uma espécie completamente diferente", disse ele ao National Geographic.

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A zebra foi notada pela primeira vez pelo guia turístico local, Antony Tira, que a nomeou como Tira. Aqui, vale lembrar que as listras da zebra são como sua "impressão digital" no mundo animal.

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Uma publicação compartilhada por Frank Liu (@frankliuphotography) em 14 de Set, 2019 às 4:25 PDT

Tira é portadora de uma mutação rara chamada pseudomelanismo, uma condição genética na qual os animais apresentam algum tipo de anormalidade no seu padrão de listas.

As zebras também experimentam outras variações de cores incomuns, como o albinismo parcial, que foi visto em uma zebra "loira" extremamente rara, fotografada no início deste ano no Parque Nacional Serengeti, na Tanzânia.

"Há uma variedade de mutações que podem perturbar o processo de síntese de melanina, e em todos esses distúrbios, acredita-se que os melanócitos sejam normalmente distribuídos, mas a melanina que produzem é anormal", Greg Barsh, geneticista do Instituto HudsonAlpha de Biotecnologia ao National Geographic.

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Uma publicação compartilhada por Frank Liu (@frankliuphotography) em 14 de Set, 2019 às 4:17 PDT

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UOL Notícias

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