sábado, 24 de novembro de 2018

Votação sobre leis que tentam implementar o Escola Sem Partido pode ser adiada no STF

O STF pretendia julgar a constitucionalidade dos projetos que visam implementar o Escola Sem Partido na próxima quarta-feira (28). Porém, na reunião desta semana (na quarta-feira dia 21), a análise do indulto para presos concedido por Michel Temer em 2017 não foi concluída.

Com esse atraso provavelmente as pautas da próxima semana provavelmente se atrasarão, adiando a votação da constitucionalidade do Escola Sem Partido.

Apesar da pressão forte da população sobre o STF, sua tendência tem sido o impedimento das leis. Segundo o ministro Luís Roberto Barroso: o propósito de constranger e de perseguir aqueles [professores] que eventualmente sustentem visões que se afastam do padrão dominante. Enquanto isso, o supremo recebe pedidos de adiamento indeterminado da votação.

Por outro lado, Bolsonaro tem como uma de suas principais bandeiras a aprovação do Escola Sem Partido, sendo ponto de honra em cima desse e das bancadas evangélicas que se posicionam a favor do projeto.

O projeto Escola Sem Partido visa criar um ambiente escolar sem ideologias, obrigando o professor a citar as principais correntes ideológicas do tema abordado. Apesar de muitos acusarem o projeto de ser a “lei da mordaça”, esse visa justamente a pluralidade de ideias dentro da sala de aula, invalidando a tese dos críticos.

Essa votação é crucial para o fim da doutrinação escolar e para a criação de uma geração com melhor pensamento crítico e com maior conhecimento de mundo, em oposição às crianças doutrinadas por uma única ideologia que vemos hoje.

Para defender essa e outras pautas estudantis, o MBL criou o MBL Estudantil, que será lançado hoje no 4o Congresso Nacional do MBL. Acompanhe!



MBL News

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