segunda-feira, 15 de outubro de 2018

MARQUETEIROS DEVERIAM LER COM MUITA ATENÇÃO, NESTE SEGUNDO TURNO!

(Trechos do artigo de Luiz Fernando Carvalho na Ilustríssima - Folha de S.Paulo, 14)
Aprendi com Van Gogh a associar palavra e imagem, diz cineasta Luiz Fernando Carvalho
1. “Cartas a Theo” é um livro mágico. Fonte primária e fundamental para a compreensão e o estudo da obra de Vincent van Gogh. Relato que trança reflexões estéticas com paisagens existenciais da vida do pintor.
2. Categoria inominável de gênero narrativo, substância primordial que me orientou na tentativa de criar um filme a partir do oratório barroco de Raduan Nassar. Nasce do encontro com as “Cartas a Theo” a busca por não desassociar o cinema da literatura, as palavras das imagens.
3. Estava perdido durante a preparação do filme, quando, em um dia qualquer, me reencontrei com as cartas de Van Gogh. Unidade perfeita entre palavra e imagem, processo e imaginação. E me lancei ali, avistando palavras, os olhos devorando o universo visual do pintor —ou seria em ordem inversa? Pouco importa. Não saberia mais dizer, falar.
4. Nas “Cartas”, vertigem entre questões pictóricas e sua busca incansável por uma mediação impossível com o real: uma representação à altura dos sentidos do pintor, revelando nessa empreitada uma conexão estreita entre arte visual e literatura. “Livros, realidade e arte são todos a mesma coisa para mim”, escreveu Van Gogh em carta de 1883.
5. “Cartas a Theo” me apresentara o abandono de uma ideia preconcebida de que uma imagem se faz de si própria, segundo a qual ela já é uma linguagem, possível de pertencer a um contexto de imagens —imagens como as outras, mas suficientemente e de tal modo escolhidas e dispostas que, através delas, passe algo de inefável.
6. A lição das “Cartas” parece-me, ao contrário, que as imagens não são, desde sua origem, feitas de algo inefável. Elas são feitas de algo tátil, de algo que deve e pode ser construído: a imaginação!
7. “Desta vez, é simplesmente o meu quarto, apenas a cor deve fazer tudo, e dar, pela sua simplificação, um estilo maior às coisas, ser sugestiva aqui do repouso ou do sono em geral. Numa palavra, a contemplação do quadro deve repousar a cabeça, ou melhor, a imaginação.” Assim descreveu Van Gogh ao irmão Theo, imaginando a pintura de seu quarto em Arles.


Ex-Blog do Cesar Maia



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