sexta-feira, 11 de maio de 2018

Músicos da Ospa entoam clássicos para pacientes do Hospital de Clínicas

Iniciativa da escola leva música para diversos locais com a proposta de diversão e relaxamento para público

Músicos da Ospa tocaram para pacientes da emergência do Hospital de Clínicas | Foto: Mauro Schaefer

Músicos da Ospa tocaram para pacientes da emergência do Hospital de Clínicas | Foto: Mauro Schaefer

Com o celular em mãos, a dona de casa Silvana da Silva Martini, 51 anos, não perdeu tempo em filmar os músicos que se apresentavam logo na entrada da Emergência do Hospital de Clínicas de Porto Alegre, na tarde desta quinta-feira. Surpresa com o que via, ela disse que levaria as imagens para mostrar para a família, que mora no interior do Estado. "Vim para acompanhar uma familiar que faz tratamento aqui. Chegamos pela manhã e eu não esperava ver algo tão lindo como esses artistas por aqui. Vou para casa com minhas energias renovadas", enalteceu.

Silvana falava sobre a apresentação da quarta temporada do projeto de inserção social Escola da Ospa na Comunidade, lançada pelo Conservatório Pablo Komlós – Escola de Música da Ospa.

Foto: Mauro Schaefer

Sob os olhares atentos da plateia, cerca de 25 alunos de trompete, trompa, trombone, tuba e eufônio entoaram clássicos da música, gratuitamente. Além de pacientes, quem passava pela Emergência, ou quem estava no setor de Hemodiálise ou ainda na sala de recreação do oitavo andar puderam relaxar durante as apresentações. As três ações foram realizadas de forma simultânea e a cada parada, uma forte salva de palmas ecoava pelos amplos corredores do Clínicas.

Música para todos

Lançada em 2015, a iniciativa já promoveu em torno de 60 recitais de grupos de alunos não só em hospitais, mas também em escolas, lares de idosos, centros de assistência social e bibliotecas da Capital e Região Metropolitana. A proposta permite que estudantes compartilhem o trabalho desenvolvido na escola com públicos que nem sempre têm acesso às salas de concerto, e também que eles pratiquem a performance.

Nos últimos três anos, a série visitou espaços como a Fundação de Atendimento Sócio-Educativo do Rio Grande do Sul (FASE), o Hospital da Criança Santo Antônio, o Presídio Central de Porto Alegre, o Asilo Padre Cacique e Hospital o Psiquiátrico São Pedro.

Segundo o diretor da Escola da Ospa e idealizador do projeto, Diego Grendene de Souza, foi a primeira vez que o evento ocorreu na unidade. "A música traz grandes benefícios para quem passa por algum sofrimento. A música transforma e tem um grande poder de estabelecer conexões com algo bom. Hoje já existe a musicoterapia em diversos locais. É a prova que a música e a arte auxiliam nos tratamentos", destacou. Souza afirmou que a expectativa é ampliar o número de apresentações na Região Metropolitana, em cidades como São Leopoldo, Novo Hamburgo, Gravataí e Guaíba.

Momentos lúdicos

Feliz pela realização da atividade, a chefe do serviço de Terapia Ocupacional do Hospital de Clínicas, Paula Eustáquio, lembrou que a função da unidade é levar para dentro da instituição momentos lúdicos para deixar os pacientes mais tranquilos na realização dos procedimentos. "Certamente a música de boa qualidade, como essa que foi apresentada pelos alunos da Ospa, faz com que as pessoas tenham mais ânimo e esperança", salientou.

De acordo com a profissional, muitos só conheciam os instrumentos musicais pela televisão e puderam sentir a emoção do timbre de cada um, ao vivo. "Estamos muito felizes com a presença de todos, esperamos que seja apenas a primeira vez de muitas outras."

O maestro e diretor artístico da Ospa Evandro Matté, que foi aluno da Escola de Música da orquestra, comentou o significado da iniciativa para a Fundação Ospa: “Com estas apresentações, os alunos não só enxergam o poderoso efeito da música na sociedade, mas também se aperfeiçoam como instrumentistas e dão visibilidade ao trabalho de ponta que o conservatório desenvolve."

Para o segundo semestre, as instituições interessadas em receber recitais pelo projeto devem entrar em contato com através do telefone 51 3228-6737 ou e-mail escolademusica.ospa@gmail.com.



Correio do Povo


Ciclovia da avenida Goethe deve ficar pronta até o final de maio

EPTC informou que faltam alguns ajustes de sinalização

EPTC informou que faltam alguns ajustes de sinalização | Foto: Guilherme Testa

EPTC informou que faltam alguns ajustes de sinalização | Foto: Guilherme Testa

As obras da ciclovia da avenida Goethe, no bairro Moinhos de Vento, em Porto Alegre, estarão concluídas ainda este mês, segundo a Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC). A empresa informou que faltam alguns ajustes de sinalização entre as ruas Mostardeiro e Dona Laura e no trecho entre a Castro Alves e Vasco da Gama. A ciclovia bidirecional já está sendo utilizada pelos ciclistas.

Na manhã desta quinta-feira, o movimento era intenso nas duas estruturas construídas junto ao meio-fio, ao nível da calçada, do lado direito da via, pista no sentido Norte/Sul da cidade. O estudante Marcelo Siqueira, 22 anos, morador da rua Castro Alves, disse que utiliza com frequência as duas ciclovias.

O espaço para o deslocamento de bicicletas na avenida Goethe ocorre em razão de contrapartida das Lojas Renner com a prefeitura, em atendimento ao Plano Diretor Cicloviário de Porto Alegre. A estrutura da avenida Goethe, nos dois pontos da via, possui 650 metros de pista exclusiva para bicicletas.

Ciclovias em Porto Alegre

Segundo a EPTC, a cidade possui hoje 45,3 quilômetros concluídos ou em fase final de execução. A previsão é de que a cidade tivesse 495 quilômetros de ciclovias, de acordo com o Plano Cicloviário. Segundo a empresa, estudos feitos pelos técnicos levam em consideração a ligação dos trechos que já existem aos pontos com maior demanda da cidade como parques, shoppings centers e universidades. Com o funcionamento nos dois pontos da avenida Goethe (ruas Mostardeiro até a Dona Laura e Castro Alves até a Vasco da Gama), os ciclistas podem se deslocar da zona Sul da cidade até a área do Parque Moinhos de Vento, totalizando 11,2 quilômetros entre a avenida Wenceslau Escobar, no bairro Cristal, as avenidas Diário de Notícias, Edvaldo Pereira Paiva, avenida Ipiranga, ruas Silva Só e Mariante, e finalmente avenida Goethe.

Além da ciclovia da Goethe, Porto Alegre possui estruturas em Ipanema com 1,2 km de extensão; Diário de Notícias (2 km), Restinga (4,6 km) e na rua José do Patrocínio, na Cidade Baixa, com 880 metros de extensão. Existem ainda ciclovias na rua Sete de Setembro, no Centro, com 585 metros de extensão; avenida Adda Mascarenhas (1,2 km); avenida Juscelino Kubitschek de Oliveira com 1,1 km de extensão, Estrada das Três Meninas (1,65 Km), avenida Chuí (650 metros de extensão) e avenida Erico Verissimo com 550 metros de extensão (trecho 1) e trecho 2 com 1,2 km. Os ciclistas podem utilizar ainda as ciclovias rua Silva Só/Mariante (1,1 km de extensão); da rua Sílvio Delmar Hollembach com 400 metros de extensão; da avenida Loureiro da Silva com 1,8 km; da rua Vasco da Gama/Irmão José Otão com 1,1 km de extensão e das ruas João Telles e Barros Cassal, ambas com 300 metros de extensão.


Correio do Povo


Furto de cabos deixa 1,1 mil alunos sem aula em Caxias do Sul

Fios de alta tensão levados alimentam a estrutura da escola técnica Eetcs

Prejuízo estimado com o material furtado é de R$ 2,5 mil | Foto: Viviane Cristina Rodrigues / Divulgação / CP

Prejuízo estimado com o material furtado é de R$ 2,5 mil | Foto: Viviane Cristina Rodrigues / Divulgação / CP

Os 1,1 mil alunos dos ensinos médio e profissionalizante da Escola Estadual Técnica Caxias do Sul (Eetcs), no bairro Presidente Vargas, não tiveram aula nesta quinta-feira em função do furto de cabos elétricos durante a madrugada. Os fios de alta tensão furtados alimentam toda a estrutura do colégio e ficam nos fundos do terreno. A ocorrência fez com que as atividades precisassem ser suspensas.

A diretora Elisabete Valmorbida informou que logo ao chegar à escola foi informada por um dos guardas do Hospital Geral de que o local estava sem luz desde as 3h. Ela disse que esta é a segunda vez que a fiação é furtada. A segurança no local havia sido reforçada em função da ocorrência anterior, mas não foi o suficiente para evitar que o material fosse levado novamente. O prejuízo estimado é de R$ 2,5 mil. A professora não garante o retorno das aulas para esta sexta-feira porque é necessário recolocar a fiação e depois ser feito o restabelecimento do fornecimento por parte da concessionária.

Casos de furtos de cabos de energia têm sido recorrentes em Caxias do Sul. O prédio do Arquivo Histórico, o Centro de Reservação do Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto, a Praça do Trem, a Casa de Pedra e o Parque Cinquentenário foram alguns dos alvos.


Correio do Povo


Postos de vacinação estarão abertos em todo o país.https://glo.bo/2rwhO9M

Sábado (12) é o dia de mobilização da campanha contra a gripe, o chamado dia D

G1.GLOBO.COM


Quatro crianças morreram e outras seis estão internadas com suspeita de infecção pelo vírus da raiva humana. Todas foram atacadas por morcegos. https://glo.bo/2ItLe2Z

Crianças morrem com suspeita do vírus da raiva no Pará

G1.GLOBO.COM


O roubo de cargas é uma das principais preocupações das forças de segurança do RJ. https://glo.bo/2jNk0Gt

PF realiza operação contra roubo de cargas no Rio de Janeiro

G1.GLOBO.COM


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